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Você está em: Edições / Ed. 1/2018
 
Edição 1/2018
REPORTAGEM DE CAPA
Centros de Capacitação

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO
Capa: Heleno Clemente/Suatrans

Reproduzir cenários similares aos encontrados no cotidiano de profissionais de emergência é um dos grandes desafios das instalações de treinamento

Atualmente, no Brasil, existem inúmeros centros de treinamento privados que abrangem diferentes áreas de atendimento de emergência, como as capacitações contra incêndios e emergências químicas. Assim como é importante a capacitação constante dos bombeiros, brigadistas e outros profissionais da área da emergência, vale ressaltar a importância de se escolher um centro de treinamento adequado para tal atividade, que possa oferecer segurança aos envolvidos, além de qualidade no aprendizado. Conforme será aprofundado por especialistas nesta matéria, as instalações dos centros de treinamento seguem determinadas normas nacionais e internacionais, que enfatizam itens importantes para a técnica e a logística das atividades.

As instalações destes centros de treinamento permitem a utilização dos equipamentos necessários para o atendimento das ocorrências, onde é possível constatar de forma prática a dinâmica e o comportamento de cada produto envolvido, assim como o desenvolvimento das técnicas e dos equipamentos em ação que refletem situações similares ou próximas da realidade encontrada pelo profissional, como, por exemplo, durante um combate a incêndio ou atendimento de emergência química. Sendo assim, os cursos didáticos necessários para o desenvolvimento de habilidades técnicas requisitadas para a capacitação de brigadistas, bombeiros ou outros profissionais, necessitam destes conhecimentos práticos adquiridos em centros de treinamento específicos.



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ENTREVISTA
Proteção passiva

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Arquivo pessoal

Presidente da Associação Brasileira fala sobre a importância da entidade na disseminação e valorização do segmento

Atuando há mais de dez anos no setor de Segurança Contra Incêndio, Rogerio Lin, especialista em Proteção Passiva Contra o Fogo e atual presidente da ABPP (Associação Brasileira de Proteção Passiva Contra Incêndio) fala sobre a criação da entidade, ressaltando os desafios e metas. "Além de promover o crescimento do mercado, a associação vem para disseminar o conhecimento entre os profissionais da área e fomentar a cultura prevencionista na população como um todo". Seu primeiro contato com o segmento foi por meio da CKC do Brasil, empresa familiar fundada em 1998, na qual trabalha desde 2005 e atualmente exerce o cargo de diretor. 

Em entrevista à Revista Emergência, Lin conta um pouco sobre a sua trajetória dentro do setor, destacando a evolução do mercado de SCI, em especial proteção passiva, os principais obstáculos existentes, as diversas tecnologias do mercado nacional e internacional e os principais objetivos da ABPP, lançada em novembro deste ano.

PERFIL
ROGERIO LIN
Natural de São Paulo/SP, Rogerio Lin é formado em Administração de Empresas (2004) pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Trabalhando no segmento de Segurança Contra Incêndio há mais de dez anos, Lin possui formação e pós-graduação em Proteção Passiva Contra o Fogo pela Fire Service College (2014), em Moreton-in-Marsh, no Reino Unido. Residiu por um ano em Boston, MA, nos EUA, onde concluiu duas especializações em International Economics e International Organizations pela Harvard Business School (2005) e atuou em empresas multinacionais nas áreas de Business Intelligence e Desenvolvimento de Negócios Internacionais. Atualmente, Rogerio Lin é membro ativo do CB-24 (Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), diretor-presidente da ABPP (Associação Brasileira de Proteção Passiva Contra Incêndio) e diretor na CKC do Brasil, empresa fornecedora de produtos e sistemas de proteção passiva contra incêndio.

COMO SURGIU O INTERESSE PELA ÁREA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO, EM ESPECIAL PROTEÇÃO PASSIVA?
Há 20 anos meus pais tiveram a oportunidade de trazer a cultura de materiais intumescentes do exterior. Foi aí que criaram a CKC, uma empresa familiar na qual eu trabalho desde 2005, que trouxe esta e uma série de tecnologias relacionadas ao segmento de Proteção Passiva. Por ser formado em Administração de Empresas, entrei na CKC como administrador, porém, acabei me interessando pelo segmento e buscando especialização na área. Claro que a especialização depende de uma série de fatores, desde cursos, vivência de todos os tipos de soluções e materiais, entre outros aspectos, e a CKC me proporcionou bastante isto. Fui para o exterior e fiz alguns cursos como, por exemplo, formação e pós-graduação em Proteção Passiva Contra o Fogo pela Fire Service College, no Reino Unido, cursos de Técnicas de Aplicação de Revestimentos Intumescentes em estruturas metálicas na Alemanha, entre outros treinamentos em instituições de referência internacional.



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ATUALIZANDO
Destaques do setor

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Reprodução vídeo primeiro no local - Pró-química

Ferramentas para o atendimento de emergências químicas são disponibilizadas

Em 8 de dezembro, a Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) apresentou o Manual de Produtos Químicos, que passou por uma reformulação de conteúdo e de sistema. "Com informações atualizadas, a edição foi construída em uma plataforma tecnológica, garantindo acesso via web, com diversos recursos de pesquisa para fichas químicas, o que concede dinamismo às consultas", afirma a assessoria do órgão. Disponibilizado na versão mobile para os sistemas android e IOS, o manual é composto por 96 Fichas de Resposta às Emergências Químicas. Cada uma delas é estruturada em seis campos, contendo informações detalhadas sobre: identificação do produto, medidas de segurança, riscos ao fogo, propriedades físicas, químicas e ambientais e informações toxicológicas.

Além do manual totalmente informatizado, a Companhia também lançou o Aplicativo para Georreferenciamento de Emergências, no qual será possível obter informações importantes para o atendimento emergencial, tais como: cursos d’água e captações próximas ao acidente, relevo, clima e vegetação do local, dentre outras. Segundo a Cetesb, o usuário também pode consultar todo o histórico de emergências atendidas pelo órgão, desde 1978, realizando pesquisas e mapas por atividades, por município, por rodovia, etc.



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ARTIGO
Simulação realística

AUTOR:
Wender Antonio de Oliveira

FOTO:
FACIPLAC/DF

Estudo faz revisão integrativa sobre o uso de manequins como estratégia de ensino nos cursos de graduação em Enfermagem

Ao tratar sobre o processo de formação de profissionais da saúde, é possível considerar que, desde a elaboração das DCN (Diretrizes Curriculares Nacionais), diversas mudanças ocorreram e ocorrem, tanto no sentido conceitual quanto no sentido metodológico, estimulando uma participação mais ativa dos educandos em todas as fases do processo de aprendizagem. Neste contexto, a simulação passou a ser utilizada como um instrumento metodológico, assumindo papel importante na formação destes profissionais.

Conforme A. Ziv et. al., esta técnica pode ser explicada como uma metodologia ativa que faz uso de um simulador, considerando este um objeto ou representação integral ou parcial, e tarefa ou procedimento a ser executado na rotina de trabalho dos estudantes. Portanto, este tipo de metodologia possibilita que, ainda em seu processo de formação, os alunos da área da saúde tenham contato mais próximo possível do real, com a representação de um evento de cuidado à saúde, momento este em que podem praticar e aprender, avaliar e compreender as situações. O debate sobre metodologias ativas, como um todo, e sobre simulação realística em particular, faz parte das discussões que envolvem o processo de formação em saúde, que passam pela concepção de novas estratégias de ensino que possibilitem uma formação mais adequada às demandas de inovações de cada época.



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ARTIGO
Poder de polícia da Defesa Civil

AUTORES:
Roney Rios Figueira e Mônica de Aquino Massera da Hora

FOTO:
CEDEC/CENAD

Estudo ressalta a necessidade de melhorias na legislação em relação àqueles que trabalham em áreas de risco


A Lei 12.608, aprovada em 10 de abril de 2012, atribuiu nova dimensão à PNPDEC (Política Nacional de Proteção e Defesa Civil), compreendeu avanço na sua institucionalização e abriu perspectiva para tratamento das inúmeras atividades e ações que, causadoras de riscos, ingressam no campo de interesse da defesa civil, sendo portanto alvos do exercício do poder de polícia administrativa do Estado. A legislação delimita competências dos entes federados e prevê a atuação sistêmica e dos diversos atores que, de alguma forma, desenvolvem ações relevantes no campo do gerenciamento de riscos e da promoção das atividades de proteção e defesa civil, considerando as premissas do desenvolvimento sustentável. À semelhança de outras leis de natureza abrangente, ela estabelece um conjunto de diretrizes e princípios, não ingressando no detalhamento quanto ao modo de execução das ações a que se refere, mesmo porque seu vasto objeto se comunica com providências e medidas de natureza eminentemente técnicas.

A lei em questão eleva a Proteção e Defesa Civil a um patamar que transcende a mera sistematização do tema "Proteção e Defesa Civil". Ela tem efeito mais abrangente, pois, pelo seu caráter geral, se comunica com vários setores regulados por leis específicas e assim cria condições e imprime força normativa para inserção do componente "proteção e defesa civil" para efeito de fiscalizar diversas atividades e o exercício do direito de propriedade, sobretudo no âmbito municipal.




Veja a bibliografia usada neste artigo.





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ARTIGO
Mapeamento de geoinformações

AUTOR:
Leonardo Sousa dos Santos

FOTO:
Sub Ten C. Augusto

Sistema de Informação Geográfica aplicado nos registros de incêndios em Belém/PA

Um dos grandes desafios para compreensão de eventos ocorridos nas superfícies terrestres como, de saúde, ambiental, geológico, segurança, dentre outros está estreitamente ligado à existência de um banco de dados georreferenciados, citam G. Câmara et. al. e W. S. Medeiros. Neste contexto, estão inseridos os SIG (Sistemas de Informações Geográficas) que estão capacitados para gerir grande quantidade de dados matriciais e vetoriais, permitindo agregar geoinformações de fontes diversas e torná-las interoperáveis, explica P. A. Oliveira. Portanto, abrem-se novos campos de pesquisas em diversas áreas de conhecimento, destaca C. J. Bielenki.

Segundo R. C. Bossle é pouco provável que alguém nunca tenha ouvido falar de SIG e sua potencialidade para realizar análises variadas e obter resultados que facilitem a gestão ou representação de fenômenos que nele ocorrem. C. N. Silva afirma que há uma gama de uso e aplicações de SIG como ferramenta de integração e análises espaciais, como por exemplo, para identificação, modelagem e integração de informações de segurança pública como, análise de distribuição de crimes, análise de dados de instituições governamentais, dentre outros. Ainda de acordo com Silva e Bossle, não é concebível que o governo, sociedade e setor privado deixem de adotar as ferramentas de SIG (cartografia, sensoriamento remoto, GPS, SIG’s etc.) disponíveis para o mapeamento, planejamento e gestão de informação.



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Fórum Revista Emergência
Em 12 de dezembro, o Governador Geraldo Alckmin assinou o Decreto nº 63.058, que regulamenta o Sistema de Atendimento de Emergências no Estado, tendo como objetivo principal a expansão do serviço de combate a incêndios e resposta a desastres em todo território paulista. O sistema, coordenado pelo CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de SP), viabiliza o desenvolvimento de ações conjuntas entre instituições particulares e voluntárias e profissionais de empresas integrantes de PAMs (Planos de Auxílio Mútuo) e Redes Integradas de Emergência. Além disto, a medida também permite que municípios com população entre 25 a 50 mil habitantes possam ter efetivo composto predominantemente por bombeiros civis públicos e abaixo de 25 mil, por bombeiros públicos voluntários, capacitados e credenciados pelo CBPMESP. Na sua opinião, quais melhorias o sistema trará para a área de emergência no estado de São Paulo? Entre em nosso fórum de discussão, acesse www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
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