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Edição 1/2019
REPORTAGEM ESPECIAL

Desastres socionaturais

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO CAPA: Valter Campanato/Abr

Programas e ações governamentais não são suficientes e ocorrências de deslizamentos com vítimas ainda preocupam especialistas

Definido como um fenômeno de ordem geológica e climatológica, o deslizamento inclui um largo espectro de movimentos do solo, tais como quedas de rochas, falência de encostas em profundidade e fluxos superficiais de detritos. A grande preocupação é que estes processos naturais, muitas vezes, podem ser acelerados pela ocupação humana, sendo denominados como desastres socionaturais. "Os deslizamentos ocorrem em função de um tipo de solo favorável com pouca aderência, nível de declividade acentuada do terreno, ausência de vegetação que possa ajudar a estabilizar a encosta, associados a uma alta taxa de precipitação, típica dos países tropicais. Ou seja, o Brasil apresenta milhões de locais com forte propensão a escorregamentos de massa de forma natural, sem interferência antrópica. Permitir que pessoas instalem moradias nestes locais é agravar a vulnerabilidade do terreno e submetê-las a um estado de risco permanente de tragédias anunciadas", afirma o professor Airton Bodstein, coordenador do Mestrado em Defesa e Segurança Civil e Presidente da ABRRD (Associação Brasileira de Redução de Riscos de Desastres). Nos últimos dez anos, cerca de 1.700 pessoas morreram vítimas de deslizamentos no país. Entre as tragédias mais marcantes, dentro deste período, podemos citar Santa Catarina (2008 - 135 mortos), Angra/RJ (2010 - 53 mortos) e Região Serrana/RJ (2011 - 917 mortos).

Conforme estudiosos, existem registros de deslizamentos no Brasil desde o século XVIII, entretanto, eles vêm se tornando mais frequentes com o passar do tempo. De acordo com Eduardo Soares de Macedo, Geólogo e especialista em Gestão de Desastres Naturais do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo), a ocupação de áreas com maior suscetibilidade a deslizamentos aumentou muito nos últimos anos.

Confira a reportagem completa na edição de janeiro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA

Soluções em SCI

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Arquivo Rava Campos

Engenheiro Civil fala sobre os avanços e as dificuldades da Segurança Contra Incêndio no país, ressaltando os impactos das legislações vigentes

Há 32 anos atuando na área de Segurança Contra Incêndio o Engenheiro Civil, Alexandre Rava Campos, fala sobre o crescimento da área, entretanto, ressalta o longo caminho que o país ainda precisa percorrer, principalmente no que diz respeito à certificação de equipamentos, fiscalização e manutenção de sistemas e planos preventivos. "Precisamos investir em formação técnica adequada dos profissionais (projetistas e instaladores) que atuam no setor. Além disto, é essencial também que o poder público invista em melhores equipamentos e maiores efetivos dentro dos corpos de bombeiros militares, para que o órgão consiga atender a demanda de forma satisfatória", salienta.

Em entrevista à Revista Emergência, Rava Campos fala sobre a criação de sua empresa, fundada em 1987, ressaltando o compromisso com a prevenção e a proteção contra incêndio das instalações dos clientes atendidos, fomentando a cultura prevencionista. Além disto, o especialista também discorre sobre as legislações vigentes, fazendo um panorama do antes e depois do incêndio na boate Kiss, em Santa Maria/RS, ocorrência esta que completa seis anos em janeiro de 2019.

COMO O SENHOR SE INTERESSOU PELA ÁREA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO?
Meu pai é Engenheiro Civil e chegou ao posto de coronel da Brigada Militar do Rio Grande do Sul, onde atuou na área de engenharia da corporação e também junto ao Corpo de Bombeiros, embora não por muito tempo. Sem dúvida, foi um dos primeiros exemplos para minha vida profissional e mesmo sem jamais ter exercido qualquer pressão explícita a respeito das minhas decisões profissionais, me identifiquei com as atividades que ele exercia. Na época, minha família possuía uma empresa na área de Segurança Contra Incêndio, porém, no início da minha carreira, não estava mais em operação. Em agosto de 1986, obtive a colação de grau em Engenharia Civil pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e, em fevereiro de 1987, juntamente com dois colegas da turma e dois amigos engenheiros, fundamos a empresa Rava Campos Engenharia (RCC Sistemas de Segurança), que se encontra em atividade até hoje. No início da empresa, além das atividades ligadas à engenharia de incêndio, atuávamos na construção civil, haja vista a composição das aptidões dos sócios. Entretanto, logo as nossas ações foram focadas para a área de Segurança Contra Incêndio. Em 1989, obtive a especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, com o objetivo de obter maiores conhecimentos na área de Segurança Contra Incêndio. Foi importante para o início da carreira, porém, a minha formação recebeu forte impulso a partir da participação de cursos no exterior, principalmente aqueles ligados à NFPA (National Fire Protection Association), nos Estados Unidos. Nosso primeiro cliente de grande porte foi o Grupo Gerdau. Recordo com especial carinho e muita gratidão à oportunidade que me foi proporcionada pelo engenheiro Berwanger, da área de Segurança da Siderúrgica Riograndense, na cidade de Sapucaia do Sul/RS. Naquela época, pouco tínhamos a apresentar no nosso currículo, porém, sempre houve muita vontade de crescer com seriedade, ética, transparência e competência, e aquele engenheiro acreditou em mim. Buscamos mercado diferenciado que valorizasse mais as questões relativas à segurança contra incêndio e focamos nas empresas ligadas ao setor industrial, bem como na área comercial de grande porte. Conquistamos a confiança de muitas empresas e hoje somos vistos como uma das empresas de referência na área. Sempre depositei confiança na minha equipe e tenho plena consciência de que cada um que participou da construção da nossa história tem papel importantíssimo. Atualmente, somos detentores de novas tecnologias em segurança contra incêndio, em parceria com fabricantes dos Estados Unidos e Europa, de cujos equipamentos somos distribuidores para o mercado brasileiro. Assim, abrimos mais um braço na empresa voltado para o comércio exterior.

Confira a entrevista completa na edição de janeiro da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO

Monomotor cai em SP

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Divulgação CBPMESP

Queda ocorreu em região residencial, deixando mortos e feridos

Moradores da região de Santana, zona norte de São Paulo/SP, foram surpreendidos com a queda de um avião de pequeno porte, na tarde do dia 30 de novembro de 2018. A aeronave atingiu uma área residencial perto do aeroporto Campo de Marte, logo após a decolagem. Casas e veículos que estavam na rua foram atingidos. Segundo o Corpo de Bombeiros, os dois tripulantes que estavam dentro do monomotor morreram na hora e 11 pessoas receberam atendimento. "Coincidentemente, estávamos retornando de um atendimento quando ouvimos um barulho forte de motor de avião e, em instantes, o monomotor cruzou a avenida, a uns 30 metros de onde estávamos, colidindo em uma residência. Logo após o choque houve a explosão. Imediatamente acionamos apoio via rádio e fomos em direção ao acidente", explica o tenente Sérgio Luiz da Cruz Paim Ignacio, do 2° Grupamento do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de SP.  

Segundo o tenente, a viatura em que retornavam da ocorrência era um veículo de produtos perigosos, não possuindo água nem mangueira de combate. Desta forma, a primeira ação da equipe foi retirar as pessoas que estavam na rua e dentro das residências e dos veículos próximos do incêndio, além de evacuar a avenida, impedindo que mais pessoas passassem pelo local, devido ao risco de mais explosões e aumento das chamas. "A falta de água no início foi uma das grandes dificuldades enfrentadas pela nossa equipe, que realizou o resgate das vítimas. Em alguns casos, tivemos que esperar a chama baixar para poder retirar as pessoas de dentro das residências. À medida que os apoios foram chegando, iniciou o combate ao fogo, juntamente com o resgate das vítimas que estavam dentro da residência atingida".

Confira a matéria completa na edição de janeiro da Revista Emergência.



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ARTIGO

Segurança contra incêndio? - Parte 2

AUTORES: Antonio Fernando Berto, Deives Júnior de Paula e Ivan Faccinetto Böttger

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Vistorias em sistemas de proteção contra incêndio levantam questões sobre a realidade da segurança contra incêndio nas edificações

Dando continuidade ao artigo publicado na edição de dezembro de 2018, serão apresentados os resultados obtidos nas vistorias realizadas pelo IPT, por meio do seu LSFEx (Laboratório de Segurança ao Fogo e a Explosões), em dois sistemas distintos: sistema de iluminação de emergência e sistemas de chuveiros automáticos de supressão e controle de incêndio.

Como dito anteriormente, as vistorias que têm sido realizadas pelo IPT, quer seja com o sentido de investigar ocorrências de incêndios, quer seja com a intenção de avaliar condições de segurança contra incêndio em edificações, de modo geral, correspondem a situações regularizadas junto ao Corpo de Bombeiros que contam com os respectivos AVCB (Autos de Vistoria do Corpo de Bombeiros), ou seja, o documento que atesta o cumprimento das regulamentações estaduais de proteção contra incêndio.

É muito comum encontrar situações nas quais nenhum sistema de proteção contra incêndio apresenta desempenho satisfatório, envolvendo tantos as ações de proteção ativa como as ações de proteção passiva. Frequentemente, estão presentes todos os sistemas exigidos na regulamentação para as situações de risco consideradas, mas nenhum apresenta o desempenho exigido nas normas técnicas e Instruções Técnicas.

Confira o artigo completo na edição de janeiro da Revista Emergência.



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ARTIGO

Resgate em Altura

AUTOR: Fábio Souza

FOTO: Arquivo Controle Acima

Complexidade da atividade exige o gerenciamento dos riscos

Este trabalho tem como objetivo demonstrar os riscos envolvidos nas atividades de resgate em altura (urbano e industrial), a importância do gerenciamento das ações focadas na capacitação constante dos resgatistas, da análise de risco da situação e dos cuidados iniciais para estabilização da vítima e da confecção de planos de resgate em ambientes verticais.

Os profissionais envolvidos em atividades de gerenciamento de emergências em altura devem estar cada vez mais preparados e capacitados, a fim de proporcionar um bom resgate, mantendo a sua segurança, de sua equipe e da vítima. Conhecer sobre os perigos e riscos de um ambiente vertical, os efeitos de uma suspensão inerte e sobre as possíveis lesões geradas pela força de impacto de uma queda, é indispensável no gerenciamento dos resgates.

Ainda neste tema está o estudo dos perigos ambientais de cada local de emergência, seus efeitos e as medidas de controle. Cabe ao empregador disponibilizar equipes de resgate em altura devidamente capacitadas, atualizadas, com aptidão física e mental, conhecedora das atividades e com recursos necessários para a intervenção.

Confira o artigo completo na edição de janeiro da Revista Emergência.





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ARTIGO

A qualidade invisível

AUTOR: Braulio Viana

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Aspectos imperceptíveis de qualidade do sprinkler são garantidos por meio da certificação do produto

É possível fabricar equipamentos que se pareçam com um sprinkler, mas que não o são. Existem aspectos de falta de qualidade que são mais visíveis, tais como: a aparência da liga metálica imprópria e o tipo do elemento de vedação proibido; uma vez identificados, comprovarão a mendacidade de todo o processo de fabricação de um produto que deveria estar destinado à proteção da vida, do patrimônio e da continuidade da atividade produtiva. Porém, existem ainda, aspectos de qualidade totalmente imperceptíveis, o que chamamos aqui de qualidade invisível, cuja única forma de garanti-los é por meio da certificação do produto. Neste artigo, discorreremos sobre este tema: a qualidade invisível do sprinkler certificado.

O SPRINKLER
A Norma Técnica de produto, a ABNT NBR 16400:2018, define que o chuveiro automático, ou sprinkler, é um "dispositivo para supressão ou controle de incêndios que funciona automaticamente quando seu elemento termossensível é aquecido à sua temperatura de operação ou acima dela, permitindo que a água seja descarregada sobre uma área específica". Como parte do sistema de proteção contra incêndios, o sprinkler é considerado "o `gatilho’ que dispara automaticamente todas as ações de controle e supressão de incêndio, [...] e, por isto, deve ser um dispositivo que possui [...] muita resistência, no curto e no longo prazo, a fim de garantir os resultados esperados a qualquer tempo e lugar", conforme conceituo em meus trabalhos.

Confira o artigo completo na edição de janeiro da Revista Emergência.




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Fórum Revista Emergência

Para diminuir os danos humanos e materiais causados por desastres naturais, ao longo dos anos o Governo Federal, em parceria com órgãos estaduais e municipais, veem implantando sistemas de alarme e alertas por sirene em comunidades localizadas em áreas de risco. O objetivo destes equipamentos tecnológicos é avisar a população vulnerável sobre determinado risco de ocorrência como inundações, enxurradas, deslizamentos, entre outros, antes que eles aconteçam. Para prever eventos adversos, tais sistemas são interligados em salas de monitorização, coordenadas por especialistas meteorológicos 24 horas por dia, sete dias da semana. Além dos equipamentos fixos, em algumas localidades, também são utilizados carros de emergência equipados com sirenes e alto-falantes que passam avisando a comunidade. Na sua opinião, tais sistemas/ações são eficazes na redução de riscos? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/defesa.civil.revista.emergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
 

 
 
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