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Você está em: Edições / Ed. 10/2018
 
Edição 10/2018
REPORTAGEM ESPECIAL
Faltam adequações

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO
CP DC Press/Shutterstock.com

Redução de investimentos e deficiências na legislação afetam a atualização da SCI das áreas de tanques de armazenagem de plantas industriais

Uma série de explosões, no dia 2 de abril de 2015, deu início ao que se tornaria o maior incêndio industrial do Brasil. Conforme relembrado por todos os entrevistados nesta reportagem, o acidente atingiu um dos terminais da Ultracargo, uma das maiores empresas brasileiras de armazenamento de combustíveis, localizada em uma área industrial no Porto Alemoa, em Santos/SP. Considerado um grande desafio para os órgãos de emergência, o incêndio durou nove dias, pois o fogo havia atingido seis tanques de 6.000 m³ de armazenagem de combustíveis como gasolina e álcool. Foram inúmeros os motivos para o acontecimento desta ocorrência, mas conforme Jorge Alexandre Alves, especialista em Emergências e coordenador da Comissão de Estudos de Planos e Equipes de Emergências do CB-24 (Comitê Brasileiro Contra Incêndio) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), os tanques que incendiaram foram construídos e comissionados em meados de 2011, sendo que o projeto executado e os sistemas de proteção contra incêndio estavam em conformidade com as normas técnicas brasileiras e legislações vigentes no ano da ocorrência. "Este incêndio mostrou a necessidade de as normas brasileiras serem atualizadas e especificarem critérios mais rigorosos e conservadores para a prevenção e controle de incêndios neste tipo de planta industrial", enfatiza Alves. 

Confira a reportagem completa na edição de outubro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Protegendo a história

Por
Revista Emergência / Paula Barcellos

FOTO
Katia Durazzo Negrisolo

Especialista fala da importância da Segurança Contra Incêndio em museus brasileiros

"No caso dos museus e edificações históricas, mas não só, entendo que o que mais pesa nestas tragédias é a ausência de gestão, em especial da segurança contra incêndio". Esta é uma das principais irregularidades em SCI apontadas pelo coronel Walter Negrisolo em relação a prédios com acervos de valor artístico, histórico e científico no país. Pesquisador voluntário do GSI (Grupo de Fomento à Segurança Contra Incêndio) e do CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo), Negrisolo já participou de debates e eventos envolvendo o tema edificações históricas, prédios que geralmente abrangem museus e que geram preocupação no país.

Com base na recente tragédia do Museu Nacional no Rio de Janeiro, o especialista analisou outras questões também importantes para a segurança contra incêndio destes tipos de locais em especial quanto à arquitetura, foco de seus trabalhos e suas especializações. "Comentando sob o aspecto da arquitetura, pode-se fracionar um museu impedindo com paredes e portas que o fogo se alastre de um ambiente para outro. Ainda sob o aspecto da arquitetura, em se tratando de um local de reunião de público, o projeto dos meios de circulação, bem dimensionados e protegidos, representa aspecto essencial para a salvaguarda da vida dos ocupantes e visitantes, complementado por planos treinados de abandono", revela.

Tendo como pano de fundo o Museu Nacional, Negrisolo falou nesta entrevista à Emergência sobre outros aspectos da Segurança Contra Incêndio nestes locais, principalmente sob o âmbito da Arquitetura, além da importância do ensino desta Ciência a arquitetos.

COMO O SENHOR SE INTERESSOU PELA ÁREA DE ARQUITETURA E URBANISMO DIRECIONADA À SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO?
A Segurança Contra Incêndio é área do conhecimento multidisciplinar. Creio que outros já devem ter feito esta afirmação. Eu trabalhei no Corpo de Bombeiros no que hoje é o Departamento de Prevenção, que tem sob sua responsabilidade a produção de normas e a análise de projetos, que é uma das etapas para a obtenção do AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros). Nesta experiência, percebi que muitos arquitetos, por diversos motivos, deixavam isto de lado enquanto projetavam, o que não raro conduzia a problemas de difícil solução, quando não insolúveis, especialmente no projeto dos elementos de circulação (das pessoas) e da contenção (ou facilitação do crescimento) do incêndio. Ao passar para a inatividade, no Bombeiro, pois continuo ativo, fui convidado a fazer parte do GSI (Grupo de Fomento à Segurança Contra Incêndio), que é ligado ao Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e do Urbanismo (NUTAU). Lá reencontrei o professor Ualfrido Del Carlo e o Doutor Alexandre Itiu Seito, que já conhecia porque fiz a ligação entre o Laboratório de Ensaios do Fogo e o Bombeiro, em estudos desenvolvidos para Incêndios em Álcool, nos anos 80, e fui percebendo com mais clareza a necessidade de difusão do conhecimento dos aspectos da segurança contra incêndio para os arquitetos. Daí a ideia de encarar um Mestrado e Doutorado para tentar suprir esta lacuna, o que fiz sob incentivo e orientação inicial, no Mestrado, do professor Ualfrido.

Confira a entrevista completa na edição de outubro da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Setor de incêndio

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Valdir Lopes

Empresas conquistam prêmio e recebem homenagem em São Paulo/SP

As marcas mais lembradas pelos emergencistas e prevencionistas da área de incêndio foram premiadas na cerimônia do Top Of Mind de Proteção 2018, realizado no dia 2 de agosto, no Centro de Convenções do Senac Santo Amaro em São Paulo/SP. Promovida pela Proteção Publicações e Eventos, a premiação reuniu representantes de marcas nacionais e internacionais das áreas de SST e Emergência, além de profissionais e entidades destes setores.

Ao todo, são 21 categorias, sendo duas delas do setor de emergência: Extintores de Incêndio e Sistemas e Produtos Contra Incêndio. Pela 11ª vez consecutiva, a Kidde, empresa fabricante de mangueiras de incêndio, LGE (Líquido Gerador de Espuma), extintores, manômetros, válvulas e acessórios para extintores, conquistou o certificado de primeiro lugar em ambas as categorias. Com início de suas atividades no Brasil em 1997, a empresa conquistou o mercado, possuindo unidades em diversos estados brasileiros, além das já existentes no exterior.

Confira a matéria completa na edição de outubro da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Proteção do Patrimônio

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Divulgação/CBMERJ

Incêndio alerta sobre a importância de Sistemas de Segurança Contra Incêndio em edificações históricas

Mais uma tragédia anunciada no país. Infelizmente, nos últimos dez anos, os brasileiros têm vivenciado grandes incêndios envolvendo edificações. No que diz respeito a prédios históricos, o Museu Nacional do Rio de Janeiro não foi o primeiro a ser consumido pelas chamas e, segundo especialistas, se algo não for mudado em relação à segurança contra incêndio deste tipo de edificação, pode não ser o último. "Vivemos num país em que os valores somente são reconhecidos após terem sido perdidos. Sejam vidas, patrimônio ou, como no caso do incêndio no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, acervos, memória, conhecimento científico, milhares de itens irrecuperáveis. Não aprendemos até hoje com a história, ou seja, mesmo com outros vários incêndios em ocupações semelhantes, continuamos sem proteção", ressalta Felipe Melo, presidente da ABSpk (Associação Brasileira de Sprinklers).

O incêndio no Museu Nacional iniciou por volta das 19h30min, do dia 2 de setembro, e o Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente. Entretanto, quando chegaram à ocorrência o local já havia sido tomado pelo fogo, que se propagou muito rápido para os fundos da edificação. Segundo a arquiteta e urbanista, Rosaria Ono, coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo da USP (Universidade de São Paulo), o edifício não possuía compartimentação horizontal nem vertical, ou seja, não haviam barreiras, o que contribuiu para a propagação das chamas.

Confira a matéria completa na edição de outubro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Gestão de incêndios florestais

AUTORES: Paulo André da Silva Barroso e Marco Aurélio Aires da Silva

FOTO: Ascom/CBMMT

As ações desenvolvidas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Mato Grosso em relação à prevenção, preparação, controle e combate aos incêndios florestais no Estado

O Mato Grosso é o 3º estado brasileiro em dimensão territorial com uma área total de 903.378,90 km², sendo que 519.700 km² (0,057%) correspondem a áreas urbanas e possui três biomas distintos: Floresta Amazônica, com 470.180,70 km² (52,05%), Cerrado com 367.779,38 km² (40,71%) e Pantanal, com 63.459,97 km² (7,02%). Segundo o IBGE, em 2010, o estado do MT possuía uma população de 3.033.091 habitantes, distribuída em 141 municípios. Em relação à característica territorial, com uma densidade demográfica de 3,36 habitantes/km² e uma economia voltada, principalmente, para a agropecuária pode-se afirmar que o Mato Grosso é um estado rural.

Frente a estas características mencionadas, o estado de Mato Grosso sofre com ocorrências de incêndios florestais, intensificadas no período de julho a outubro de cada ano, em decorrência da existência de condições meteorológicas favoráveis para sua propagação.

O CBM (Corpo de Bombeiros Militar) é a instituição governamental legitimada para prevenir e combater os incêndios florestais. Atualmente, com 1.458 integrantes, que corresponde a 37% do efetivo previsto de acordo com a sua Lei de Organização Básica, o órgão está instalado somente em 22 municípios do Estado.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Socorro na água

AUTORES: Juliano de Figueiredo Silvério Alves e Luiz Fernando Fogaça

FOTO: Gabriel Barbosa Silva Araújo

Conhecimento dos Enfermeiros sobre o Protocolo de Ressuscitação Cardiopulmonar em Afogados

A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu os novos conceitos de afogamento, sendo que o termo afogamento é a aspiração de líquido não corporal por submersão ou imersão; resgate é a pessoa socorrida da água, sem sinais de aspiração de líquido; já cadáver por afogamento é a "morte por afogamento sem chances de iniciar reanimação, comprovada por tempo de submersão maior que uma hora ou sinais evidentes de morte", descreve David Szpilman.

A tragédia afogamento no Brasil está presente em nosso dia a dia, a cada 84 minutos um brasileiro morre afogado, sendo 17 óbitos diariamente; é a segunda causa de morte de um a nove anos; terceira causa de 10 a 14 anos; e quarta causa de 15 a 24 anos. Estimativas da Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático) quantificam que 75% do número de afogamentos ocorrem em água doce. Dentre os óbitos em piscina, 54% ocorrem na faixa de um a nove anos de idade e 76%, na faixa de um a 29 anos.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Emergência.







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ARTIGO
Rede de sprinklers

AUTOR:
Allan Lourenço Lucas

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares/Estúdio Boom

Conexões de engate rápido são uma possível solução para evitar desperdícios na utilização do sistema de compressão radial

Um dos maiores entraves na aplicação do sistema de tubos e conexões de compressão radial é a impossibilidade de reaproveitar as conexões que já foram montadas. Isto se torna crítico em obras onde é necessário a realização de um ensaio de estanqueidade antes da montagem do forro de gesso. Diante disto, o presente artigo apresenta uma possível solução para o problema, a partir da utilização de conexões de engate rápido.

A tecnologia de tubos e conexões com terminais de compressão radial já foi apresentada em artigos anteriores, mas para aqueles que ainda não tiveram contato com este tipo de material destinado a instalação de redes de chuveiros automáticos, sprinklers, segue uma breve descrição. Este produto consiste de tubos e conexões fabricados em aço ao carbono com proteção contra corrosão interna e externa por uma película de zinco. A junção entre os componentes, tubo e extremidade da conexão, é executada com o auxílio de um alicate hidráulico. Trata-se de um sistema utilizado há muitos anos na Europa e que começou a ser encontrado no Brasil desde 2013.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Emergência.



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Fórum Revista Emergência
Assim como outros países, o Brasil possui centenas de prédios históricos que foram tombados e pertencem ao patrimônio público como museus, teatros, etc. Nos últimos anos algumas destas edificações foram atingidas por grandes incêndios, ressaltando a importância de sistemas de Segurança Contra Incêndio nestes locais. Segundo especialistas, a maioria dos prédios históricos, por terem sido construídos há anos, não apresentam em sua originalidade medidas preventivas e também não sofrem adaptações por diversos motivos como, por exemplo, o custo elevado destes reparos ou a preocupação em descaracterizar a arquitetura. Diante disto, órgãos e profissionais ligados à área têm se reunido e fomentado a importância de adaptação destas edificações às atuais exigências de SCI, discutindo melhores práticas existentes no mercado. Na sua opinião, após grandes incêndios envolvendo prédios históricos no Brasil, houve mudança em relação à cultura prevencionista no país? Entre em nosso fórum de discussão, acesse www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
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