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Edição 10/2019
REPORTAGEM ESPECIAL

Resgate complexo

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO CAPA: Fernando Frazão/Agência Brasil

Incêndio em hospital levanta debates sobre particularidades na remoção de pessoas com mobilidade reduzida

Quinta-feira, 12 de setembro de 2019. Tudo levava a crer que era só mais um dia de rotina no Hospital Badim, na zona norte do Rio de Janeiro/RJ. Entretanto, às 17h45min, tudo mudou. De acordo com imagens das câmeras de segurança do local, divulgadas na grande imprensa, funcionários do hospital perceberam faíscas saindo de um dos geradores que ficava no subsolo da instituição. Alguns minutos depois, uma fumaça tóxica subiu pelos andares, obrigando a evacuação imediata dos ocupantes. Cerca de 100 pacientes e 220 funcionários ocupavam a edificação na hora do incidente. Segundo o CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do RJ), 14 pessoas morreram (10 no local) e 90 foram transferidas para outros hospitais da região. Até o fechamento desta edição, a direção do Hospital Badim estava aguardando a conclusão do resultado da perícia que irá apontar as causas do incêndio.

Uma das maiores dificuldades que envolvem o atendimento a ocorrências em lugares como hospitais, bem como clínicas, asilos, creches e assemelhados, é a concentração de ocupantes com mobilidade reduzida, ou seja, pessoas que tenham, por qualquer motivo, dificuldade de movimentação (permanente ou temporária), gerando redução efetiva de mobilidade, da flexibilidade, da coordenação motora ou da percepção, necessitando de auxílio de outras pessoas para seu resgate. Fazem parte deste grupo: idosos, gestantes, lactante, obesos, bebês, pessoas com deficiência visual ou auditiva, entre outras. No caso de hospitais, não podemos esquecer, ainda, dos pacientes em tratamento no CTI (Centro de Tratamento e Terapia Intensiva) e/ou UTI (Unidade de Terapia Intensiva) que, geralmente, estão ligados a aparelhos. "O salvamento de um hospital não é igual a de um edifício comum. É preciso retirar as pessoas que estão monitoradas, com frequência cardíaca e a pressão arterial controladas por drogas medicamentosas. Sendo assim, o socorro destes pacientes é dividido em três momentos: desligar os equipamentos, estabilizá-las momentaneamente, transportá-las em segurança e reestabilizá-las. Isto sem contar os pacientes intubados", afirma a Assessoria de Comunicação do Badim.

Confira a reportagem completa na edição de outubro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Emergência nas alturas

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Gil Leonardi

Comandante de helicóptero do CBMMG, major Karla Lessa Alvarenga Leal, fala sobre as atividades de busca e salvamento no desastre de Brumadinho/MG

Atuando como piloto do BOA (Batalhão de Operações Aéreas) desde 2010, a comandante de helicóptero do CBMMG, major Karla Lessa Alvarenga Leal, ressalta as dificuldades encontradas durante a busca e salvamento das vítimas do rompimento de uma barragem, em janeiro deste ano, em Brumadinho/MG. Na ocasião, a piloto conduziu um resgate dramático de uma jovem, equilibrando a aeronave a menos de um metro da lama, para que seus colegas pudessem realizar o salvamento.

Em entrevista à Emergência, a major fala sobre o significado de ser a primeira mulher comandante de helicópteros de bombeiro militar, ressaltando a importância de treinamentos constantes para os profissionais da área, com foco na prevenção de acidentes em operações, entre outras questões que envolvem a atividade de salvamento com aeronaves de asa rotativa.

PODERIA CONTAR UM POUCO SOBRE SUA TRAJETÓRIA DENTRO DO CBMMG E SUA CARREIRA COMO PILOTO?
Entrei no CBMMG (Corpo de Bombeiros Militar de MG) em 2001, quando ainda tinha 18 anos de idade. Na época, fui aprovada no vestibular para Engenharia Química, pela UFMG (Universidade Federal de MG) e no concurso do CFO (Curso de Formação de Oficiais) do Corpo de Bombeiros Militar. Mesmo nunca tendo pensado em exercer tal profissão, optei pela segunda opção. Acho que o motivo disto é que, de forma geral, prevalecia o entendimento de bombeiro "não ser para mulheres", como já tinha ouvido do meu pai. Entretanto, acredito que o que despertou meu interesse pela atividade foi a exposição feita na escola em que estudava sobre o concurso e a ideia de trabalhar com algo que poderia me conduzir a experiências de aventura. A partir do CFO fui conhecendo melhor o serviço e me apaixonando pouco a pouco. Depois de formada, trabalhei no 1º Batalhão de Bombeiros Militar, onde fiz outros cursos de aperfeiçoamento voltados para atendimento pré-hospitalar, salvamento em altura e defesa civil. Dentro da corporação, também desempenhei funções administrativas e, esporadicamente, era escalada nos turnos de serviço de 24 horas destinados ao atendimento/gerenciamento de ocorrências na área do Batalhão ou em vistorias do sistema preventivo de edificações. Em 2009, fui transferida para a Subchefia do Estado-Maior do CBMMG e no mesmo ano prestei o concurso interno para piloto de helicóptero da corporação e fui aprovada. Sempre gostei mais de realizar tarefas voltadas ao atendimento direto à população. Observando as áreas de atuação dos oficiais, percebi que o piloto permanecia durante boa parte da carreira atendendo ocorrências, mesmo ocupando outras funções administrativas e postos mais elevados. Então, sendo piloto eu teria a oportunidade de continuar fazendo, no maior período de tempo, o que mais gostava. De 2009 a 2013, trabalhei vinculada ora a Subchefia/Chefia do Estado-Maior, ora ao Gabinete do Comandante-Geral do CBMMG, até ser transferida para o BOA (Batalhão de Operações Aéreas), onde já participava da escala de co-piloto, desde 2010, cumulativamente às minhas funções rotineiras. Em 2015, assumi a função de comandante de helicópteros da esquadrilha "Arcanjo", depois de passar por um longo processo de capacitação. No BOA pude trabalhar na Divisão de Manutenção de Aeronave e posteriormente na Seção de Planejamento. Finalmente, em 2019, com a promoção ao posto de major e aproximação à Secretaria de Estado de Saúde, ocasionada pelas tratativas constantes e bom desempenho do SAAV (Suporte Aéreo Avançado de Vida,) fui colocada à disposição desta Secretaria e continuo concorrendo a escala de piloto do BOA, acumulando as funções próprias da Secretaria de Estado de Saúde.

Confira a entrevista completa na edição de outubro da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Queda de avião

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Divulgação/Corpo de Bombeiros de AM

Aeronave cai em local de difícil acesso, dificultando o trabalho das equipes

Dez pessoas ficaram feridas após um avião de pequeno porte cair nas proximidades do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, em Manaus/AM, na tarde do dia 16 de setembro. Segundo nota divulgada pela Infraero, a aeronave caiu instantes depois após a decolagem. O SALVAERO MN (Centro de Coordenação de Salvamento Aeronáutico Amazônico), da FAB (Força Aérea Brasileira), ficou responsável por comandar as ações de busca e resgate, acionando o Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas para auxiliar no resgate terrestre e atendimento às vítimas.

Segundo o piloto do Esquadrão Harpia, tenente Gabriel Sampaio Duarte, uma das maiores dificuldades encontradas pelas equipes foi o local de difícil acesso e o mau tempo. "De imediato, ao pairarmos sobre o local, percebemos um vento bem forte e a chuva que se aproximava. Descemos o primeiro homem de resgate, já sob chuva, para avaliar o cenário. Na sequência, os outros militares desceram e começamos os içamentos, um total de cinco", afirma Duarte. Paralelamente a ação do esquadrão, as equipes do CBMAM acessavam o local por terra.

Confira a matéria completa na edição de outubro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Tubulações de  CPVC para sprinklers

AUTOR: Maicon Espadilha

FOTO: Arquivo ABSpk

O crescimento da aplicação de Poli Cloreto de Vinila Clorado (CPVC) na indústria de incêndio, por meio de sistemas de chuveiros automáticos

Trinta e quatro anos atrás, a indústria de incêndio testemunhou algo nunca visto anteriormente: a primeira instalação com tubulações de Poli Cloreto de Vinila Clorado (CPVC) para sistema de sprinklers contra incêndio. O grande objetivo deste material era proporcionar uma instalação mais rápida e segura, trazendo ainda mais qualidade para o empreendimento. O primeiro país da América Latina a utilizar este produto foi o México, com uma aposta trazida pelos fornecedores locais que, após sete anos de uso, já contemplavam com 61% do mercado de tubulações para sprinklers, no segmento de risco leve. O sucesso foi tão grande que países vizinhos começaram a olhar com mais cautela para esta nova tecnologia, fazendo com que os fornecedores de PVC e CPVC para água quente corressem contra o tempo em busca deste novo e próspero produto.

Até 2005, no Brasil, somente materiais metálicos (aço e cobre) eram permitidos para aplicação em sistemas de sprinklers. Este novo material, chamado de plástico (CPVC), entrou no escopo para revisão da norma técnica brasileira NBR 10.897 - Proteção contra incêndio por chuveiro automático somente em 2006, ficando um ano em consulta pública e, posteriormente, aprovado em 2007 para aplicações em riscos leves, que compreendem as ocupações - ou parte das ocupações - nas quais a quantidade e/ou a combustibilidade do conteúdo (carga de incêndio) é baixa, tendendo a moderada, e da qual é esperada taxa de liberação de calor de baixa à média. Podemos citar como exemplos: igrejas, clubes, escolas públicas e privadas, hospitais (com ambulatórios, cirurgia e centros de saúde), hotéis, bibliotecas e salas de leituras (exceto salas com prateleiras altas), museus, asilos e casas de repouso, prédios de escritórios (incluindo processamento de dados), áreas de refeição em restaurantes (exceto áreas de serviço), teatros e auditórios (exceto palcos e proscênios) e prédios da administração pública.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Viaturas de combate a incêndio

AUTOR: Cesar Corazza Nieto

FOTO: Edson Lopes Jr.

Como escolher a bomba correta para a viatura, como acionar esta bomba e a importância da certificação do equipamento

A bomba para combate a incêndio é o coração da viatura dos bombeiros. Por mais bonita e equipada, esta viatura, sem uma bomba correta, é o mesmo que querermos apertar um parafuso, sem a chave do tamanho certo. Esta bomba está descrita no Capítulo 16 das normas NBR 14096-16 e NFPA 1901-16.

Por incrível que pareça, até pouco tempo atrás (e ainda acontece), empregavam-se bombas agrícolas, tipo irrigação, nas viaturas de combate a incêndio no Brasil. Quando perguntado o porquê deste uso, a resposta era: "É econômico e sai água". Sem dúvida que sai água. Só que não sai de forma a proteger os bombeiros e permitir eficácia no combate a incêndios. Explico melhor: A bomba que segue norma, seja NFPA, EN ou NBR é uma bomba com capacidade de vazão e pressão para suprir água numa linha de combate no solo e ao mesmo tempo, alimentar uma outra linha levada a um andar mais alto em uma edificação.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Emergência.





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ARTIGO
Mergulho seguro

AUTORES: Alexandre Gomes de Freitas, Wilson Pereira da Silva, Jose Ricardo Cristie Carmo da Rocha, Eduardo Rodrigues Augustinho, Raquel de Souza Praia, Anderson Gonçalves da Silva e Warllison Gomes de Souza

FOTO: Ascom BM5/CBMAM

Propostas e desafios para a assistência à saúde dos mergulhadores bombeiros militares

O resgate efetuado em ambientes aquáticos é uma modalidade muito importante desempenhada pelos integrantes do CBM (Corpo de Bombeiros Militares), em especial na região Amazônica. Os estados amazônicos têm a característica de concentrarem muitos corpos de água que são utilizados como meios de transporte por causa de sua abrangência territorial e uma malha viária pouco proeminente. O uso dos cursos de água ocorre então com frequência para transporte de pessoas e mercadorias.

Eventuais acidentes podem acontecer durante os trajetos de embarcações, assim como também afogamentos acidentais que ocorrem em momentos de lazer nos diversos balneários que existem na região. Os profissionais do Corpo de Bombeiros se expõem a riscos intensificados nestas circunstâncias de resgate. Estão envolvidas condições como turbidez da água, com falta de visibilidade, risco de se perder em percursos subaquáticos, temperaturas baixas, correntezas, alterações de pH lesivos à pele, olhos e mucosas, impacto da pressão sobre o corpo e prolongado tempo de submersão, podendo contribuir a uma saturação de nitrogênio, enumera Bruno Prudente.

Confira o artigo completo na edição de outubro da Revista Emergência.





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Fórum Revista Emergência

Conforme publicado em "Dicas de Emergência" das edições 126 e 127 da Emergência, de autoria do químico Edson Haddad, membro da Comissão Nacional de P2R2, ocorrências envolvendo misturas com produtos químicos em residências é algo muito comum no país. Dezenas de produtos químicos utilizados para a limpeza da casa como, por exemplo, água sanitária, bicarbonato de sódio, desentupidores, entre outros, se não forem armazenados e manipulados de forma correta podem apresentar perigos a saúde e segurança das pessoas, causando reações por inalação ou contato com a pele. Por isto, é de extrema importância que as pessoas utilizem equipamentos de proteção como luvas e máscaras durante o manuseio de certos produtos. Na sua opinião, o que os órgãos de emergência poderiam fazer para conscientizar a população em relação a isto? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/, www.facebook.com/groups/APH.Revista.Emergencia/ ou www.facebook.com/groups/defesa.civil.revista.emergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro dos grupos, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
 

 
 
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