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Você está em: Edições / Ed. 11/2017
 
Edição 11/2017
REPORTAGEM DE CAPA
Vazamentos perigosos

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO
Capa: Capitão Wanderley Valério/CBMGO

Com o aumento de ocorrências com amônia, é cada vez mais importante o treinamento dos profissionais, a criação de protocolos e a utilização de equipamentos de proteção para um atendimento adequado

A amônia (NH3) é um composto químico incolor, de cheiro forte e irritante. Conforme a classificação da ONU (Organização das Nações Unidas) para os produtos perigosos, a amônia pertence à subclasse de risco 2.3, significando gás tóxico por inalação. Para fins de identificação, o produto possui o número da ONU 1005 e de risco 268, cuja descrição é gás tóxico e corrosivo.

Atualmente no Brasil, de acordo com o Setor de Atendimento a Emergências da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), a amônia pode ser encontrada na produção de fertilizantes, fibras, plásticos, na produção de outros produtos químicos e também como líquido refrigerante em sistemas de refrigeração, como ocorre, por exemplo, em frigoríficos e fábricas de gelo. Nos últimos anos, o número de vazamentos com amônia, se tornou cada vez mais frequente no país, deixando mortos e feridos, além de alertar os profissionais de emergência. Infelizmente, não existe uma instituição que centralize as informações destes acidentes, reunindo o número de vazamentos industriais ou no transporte do produto. Mas, conforme especialistas e corporações militares ouvidos nesta reportagem, em parte dos estados brasileiros, o maior índice de vazamento ocorre na atividade industrial.



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Salvamento veicular

Por
Revista Emergência / Paula Barcellos e Luana Cunha

FOTO
Valdir Lopes

Chefe da Divisão de Ensino da Escola Superior de Bombeiros do CBPMESP fala sobre a importância da capacitação profissional e a evolução do setor no Brasil

Especialista em Resgate e Salvamento Veicular há cerca de 20 anos, o major Carlos Roberto Rodrigues chefia a Divisão de Ensino da ESB (Escola Superior de Bombeiros) do CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de SP) desde maio de 2014. Filho de militar, Rodrigues passou sua infância e adolescência dentro de quartéis, sonhando em um dia ser bombeiro. "Eu sempre soube a profissão que queria seguir e quando a oportunidade apareceu estudei muito e realizei meu grande sonho. Me sinto muito feliz e realizado", afirma. Durante sua carreira, Rodrigues atendeu diversas ocorrências de acidentes automobilísticos, o que lhe fez querer buscar, cada vez mais, não só a sua própria capacitação na área, como dos profissionais como um todo. 

Em entrevista à Revista Emergência, o major ressalta a importância de estruturas físicas como a da ESB para a realização de treinamentos práticos de salvamento veicular, bem como a parceria com montadoras. Ele também fala sobre a evolução da área nos últimos anos e a busca por um atendimento de qualidade para a população, buscando-se a excelência.

PERFIL
CARLOS ROBERTO RODRIGUES
Natural de São Paulo/SP, o major Carlos Roberto Rodrigues concluiu o Curso de Bombeiros para Oficiais em 1996, por meio do CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo). Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Guarulhos/SP, em 2010, Rodrigues possui mestrado em Ciências Policiais e Segurança Pública (2012), pela Polícia Militar do Estado de SP. Durante a sua trajetória profissional realizou diversas especializações como, por exemplo, Salvamento Terrestre (1997), Docência em Resgate e Emergências Médicas (2003), Salvamento Veicular Pesado (2007), entre outras, além de participar das duas edições do Rescue Days na Alemanha (2011 e 2013) e coordenar as edições das etapas realizadas nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2017 (Expo Emergência), no Brasil. Atualmente, Rodrigues é chefe da Divisão de Ensino da ESB (Escola Superior de Bombeiros) do CBPMESP.

COMO SURGIU SEU INTERESSE PELA PROFISSÃO DE BOMBEIRO E EM ESPECIAL PELA ÁREA DE SALVAMENTO E RESGATE VEICULAR?
Por ser filho de bombeiro eu vivi a minha infância em quartéis, acompanhando meu pai, convivendo com seu ambiente de trabalho e desejando, um dia, fazer a mesma coisa. Ou seja, eu cresci com este desejo dentro de mim. Então estudei e passei na prova da Academia de Polícia Militar do Barro Branco/SP. Entretanto, quando eu entrei para a academia o sonho se afastou um pouco, porque comecei a viver outra realidade. Na época eu prestei concurso para o Corpo de Bombeiros, mas não houve vagas, então iniciei minha carreira em um Batalhão de Choque. São duas profissões importantíssimas, mas diferentes em relação ao objetivo. Não que eu não gostasse de trabalhar no batalhão, mas meu sonho sempre foi ser bombeiro. Dois anos depois, tive a oportunidade de prestar o exame novamente, passei e fui trabalhar na área que eu queria. Entrando para o Corpo de Bombeiros me dediquei para ter um bom desempenho no CBO (Curso de Bombeiro para Oficiais), porque eu queria trabalhar no mesmo quartel no qual meu pai trabalhou por 30 anos. Estudei muito, consegui uma boa classificação no curso e alcancei meu objetivo. O Posto que eu trabalhava era o da Casa Verde, na ponte do Limão, e em virtude da posição, este quartel atende um grande número de ocorrências de acidente de trânsito com vítima presa às ferragens, tanto nas marginais, quanto no início das rodovias. Em virtude de atender este tipo de ocorrência, procurei aprofundar o meu conhecimento e buscar formações e capacitações necessárias na área de salvamento e resgate veicular.



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ATUALIZANDO
Tragédia em Janaúba

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
SAMU Macro Norte/MG

Profissionais relatam técnicas e procedimentos utilizados durante o atendimento

A cidade de Janaúba/MG vivenciou uma de suas maiores tragédias, na manhã do dia 5 de outubro. Durante o período de aula, o vigia do Centro Municipal de Educação Infantil Gente Inocente, jogou álcool em si, nas crianças e nos professores, ateando fogo logo após. Na ocasião, 75 crianças e 17 funcionários se encontravam no local: 11 pessoas morreram (nove crianças, uma professora e o vigia) e dezenas ficaram feridas, algumas em estado grave, apresentando queimaduras por todo o corpo e vias aéreas.

O primeiro órgão ao chegar ao local foi o Corpo de Bombeiros Militar, seguido do SAMU Macro Norte/MG. "Quando chegamos, algumas vítimas já haviam sido retiradas por moradores da comunidade. Simultaneamente, nós e as demais equipes de socorro, iniciamos o combate às chamas, o resgate das pessoas que ainda se encontravam dentro da creche e o atendimento aos feridos", explica o tenente Farley Silveira, comandante do Pelotão de Janaúba do CBMMG (Corpo de Bombeiros Militar de MG).



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ARTIGO
Ação civil

AUTOR:
NFPA Journal Latinoamericano*

FOTO:
Orlando Kissner/ANPr

Procedimentos para ajudar os corpos de bombeiros a lidar com distúrbios civis

Em 20 de setembro de 2016, Jon Hannan, comandante de bombeiros em Charlotte, Carolina do Norte (EUA), recebeu um telefonema informando que notícias inquietantes chegavam da sua cidade: Keith Lamont Scott, um homem negro de 43 anos, tinha sido morto a tiros por um oficial de polícia de Charlotte. A morte de Scott preocupou Hannan, que era comandante de bombeiros em Charlotte, a maior cidade do estado, há quase nove anos. Além do fato que tinham matado um cidadão, Hannan estava preocupado porque o tiroteio - mais um de uma série de disparos mortais da polícia contra homens negros em todo o país - resultaria numa escalada de tensões entre a polícia e a comunidade afro-americana, possivelmente causando protestos violentos como tinha acontecido em outras cidades. Ele se manteve a par da situação o melhor que pôde. Parte do desafio para Hannan era que estava longe de casa; de fato, ele estava visitando a sede da NFPA em Massachusetts para participar do Fórum Urbano sobre Incêndio (UFF, da sigla em inglês). Por coincidência, um dos principais tópicos de discussão no UFF foi como o serviço de bombeiros poderia responder a incidentes em distúrbios civis.

* Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright © 2017, National Fire Protection Association, Quincy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. O artigo, de autoria de Angelo Verzoni, foi publicado originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de março de 2017, páginas 8 a 11.



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ARTIGO
Facilitando o trabalho

AUTOR:
Samuel de Paula Faria

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares/Estúdio Boom

O uso de programas em Visual Basic Application no Excel para identificação dos critérios básicos ao projeto de Segurança Contra Incêndio

Um sistema de proteção a incêndios deve garantir segurança e é planejado com base em três aspectos: as atividades exercidas no imóvel para definir o grau de risco; as características físicas do imóvel como área construída, quantidade de pavimentos e altura da edificação; e o número de circulação e concentração de pessoas no imóvel.

Nos últimos cem anos, a ocorrência de numerosos incêndios no mundo e o desenvolvimento tecnológico, com a possibilidade de construção de megaedifícios de uso coletivo, obrigaram autoridades e especialistas a incorporar nestes edifícios medidas de proteção para evitar o surgimento de incêndio e pânico, limitar sua propagação, possibilitar sua extinção e assim propiciar a proteção das pessoas, do meio ambiente e do patrimônio. Segundo L. Barbosa e J. U. Fudoli, neste cenário de desenvolvimento tecnológico, são necessárias profundas modificações nos sistemas construtivos e, por outro lado, ainda é comum as pessoas esquecerem de investigar as condições de segurança.



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ARTIGO
Intubação correta

AUTORES:
Bener Ferreira da Silva, Alessandra Andréa da Silva Tetzlaff e Denecir Dutra

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares/Estúdio Boom

Conhecimento do enfermeiro sobre a utilização do Dispositivo Esôfago Traqueal Combitube em emergência


O socorro emergencial prestado às vítimas de situações críticas teve suas bases alicerçadas durante a guerra civil americana. Foi identificada a necessidade de providências para agilizar o atendimento às vítimas ainda no campo de batalha. Alguns conceitos como segurança da cena, exame primário e a própria questão do transporte rápido, são oriundos desta época, dizem J. P. Salomone et. al.  Segundo R. R. Santos et. al., as situações de emergência se caracterizam pela necessidade de um paciente ser atendido em um curtíssimo espaço de tempo. A emergência é caracterizada como sendo a situação onde não pode haver uma demora no atendimento, lembram G. Wehbe e M. C. Galvão.

Uma vez que se agregou a enfermagem no âmbito do atendimento pré-hospitalar, notaram-se mudanças significativas. A partir da década de 90, o profissional assume a responsabilidade pela assistência prestada às vítimas, assim como os outros membros, destacam R. R. Thomaz e I. Y. Whitaker.




Veja a bibliografia usada neste artigo.





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ARTIGO
Emergências que viram crises

AUTOR:
Claudio Senna

FOTO:
Patrick Fuller/IFRC

Como identificar, reagir e se preparar adequadamente para uma situação de caos

Crise tem sido uma palavra bastante empregada nos últimos tempos. Seja no Brasil, na Europa ou em qualquer parte do globo, enfrentamos crises cada vez mais frequentes e mais agudas. Parece que todo o mundo se encontra em permanente estado de crise, passando de uma para outra, sem grandes intervalos. Existem crises dos mais diversos tipos, relacionadas com aspectos econômicos ou ambientais. Neste texto vamos olhar, especificamente, para as crises que podem envolver os profissionais de emergência como, por exemplo, agentes de segurança, equipes de resgate e de defesa civil.

Como o gerenciamento de crises é uma disciplina relativamente nova, o nível de maturidade sobre este assunto, muitas vezes, ainda é pequeno e podem surgir muitas dúvidas. Como é possível identificar que uma situação de emergência está evoluindo para se tornar uma crise? Como reagir se a situação se tornar uma crise? Como se preparar adequadamente para lidar com estas situações? São estas três perguntas que vamos tentar responder.



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Fórum Revista Emergência
Sancionada em 30 de março deste ano, a Lei Kiss Federal nº 13.425/2017, entrou em vigor no final de setembro, ou seja, 180 dias após a sua publicação oficial. A nova legislação estabelece diretrizes gerais sobre medidas de prevenção e combate a incêndio e a desastres em estabelecimentos, edificações e áreas de reunião de público, podendo provocar algumas alterações nas leis estaduais. Diversos pontos são abordados na lei, entre eles que o estado passe a ser o único responsável pela análise, vistoria, aprovação e fiscalização de medidas de prevenção e combate a incêndios e desastres, por meio dos Corpos de Bombeiros Militares. Nos locais onde não houver possibilidade de realização da vistoria prevista pelo CBM, a análise das medidas de prevenção ficará a cargo da equipe técnica da Prefeitura Municipal com treinamento em prevenção e combate a incêndio e emergências, entre outras questões. Na sua opinião, como tem sido a adoção da Lei Kiss Federal na sua localidade? Entre em nosso fórum de discussão, acesse www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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