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Você está em: Edições / Ed. 11/2018
 
Edição 11/2018
REPORTAGEM ESPECIAL
Descarga perigosa

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO CAPA: ELAT-INPE_Rui Leal Bark

Num país que registra 77,8 milhões de raios por ano, pesquisadores e emergencistas alertam sobre a importância de ações e cuidados durante uma tempestade

Final de dezembro de 2014: várias pessoas aproveitavam o dia quente para se refrescarem na praia Canto do Forte, em Praia Grande/SP, quando foram surpreendidas por uma tempestade. Durante o fenômeno meteorológico, um raio atingiu um guarda-sol que abrigava um grupo de banhistas. Oito pessoas foram atingidas e destas, quatro foram a óbito. Na ocasião, o fato de as vítimas terem se abrigado embaixo de um guarda-sol, colocou em alerta a falta de informação por parte da população e a importância da prevenção contra raios no país.

De acordo com levantamento realizado pelo Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica), do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), nos últimos anos, o número médio de raios no Brasil foi de 77,8 milhões por ano. Segundo especialistas, a explicação para tais números é geográfica, pois o Brasil é o maior país da zona tropical do planeta no qual o clima é mais quente e, portanto, mais favorável à formação de tempestades e raios. Em relação ao número de vítimas, conforme o estudo, em média 300 pessoas são atingidas por raios anualmente e cerca de 100 acabam morrendo. De 2000 a 2017, o Brasil registrou 2.044 mortes e os cinco estados que registraram o maior número de óbitos foram São Paulo (313), Minas Gerais (167), Pará (150), Rio Grande do Sul (139) e Mato Grosso do Sul (132).

Confira a reportagem completa na edição de novembro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Estrada segura

Por
Revista Emergência / Paula Barcellos

FOTO
Arquivo Pessoal

Especialista em Medicina de Tráfego fala sobre a realidade dos acidentes de trânsito e a importância do atendimento qualificado

"Durante estes anos todos no APH, grande parte em rodovias, o que pude observar é que campanhas educativas e de conscientização, junto com o advento do novo CTB (Código de Trânsito Brasileiro) e a fiscalização, contribuiu para a diminuição do número de acidentes. Poderia dizer que sem isto os números seriam ainda maiores". Esta é visão geral da médica, especialista em Medicina de Tráfego e diretora de APH da ABRAMET, Josiene Germano, sobre os acidentes de trânsito no país. Porém, segundo ela, que atuou por anos em concessionárias de rodovias, existe ainda um trabalho a ser feito neste sentido. "Existe um público que não conseguimos atingir com estas campanhas, que são aquelas pessoas que ainda dirigem sob efeito de bebidas alcoólicas ou mesmo drogas ilícitas, e que trafegam muito acima do limite de velocidade da via. Acredito que precisamos desenvolver uma melhor estratégia para atingir este público e tentar diminuir ainda mais os índices de mortalidade no país".

Nesta entrevista à Emergência, Josiene fala da realidade brasileira dos acidentes de trânsito, destacando ainda a importância da qualificação dos profissionais que atendem estes tipos de ocorrências para melhorar este quadro.

COMO E POR QUE A SENHORA SE INTERESSOU PELO APH?
Ainda quando estava na faculdade, no 4º ano, em 1992, surgiu o Projeto Alpha, que era uma parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde, o Corpo de Bombeiros do Estado de SP e a FAMERP (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto). Neste projeto, 20 alunos do curso de Medicina tinham a oportunidade de realizar o curso de "Pronto Socorrismo de 100 horas" dado pela equipe do Corpo de Bombeiros. Em troca, fariam plantão como tripulantes da UR (Unidade de Resgate) do Corpo de Bombeiros por seis meses. Nesta época, o serviço de resgate estava começando no estado de SP e tudo era novidade. Como alunos, começamos a entender como era o atendimento a vítimas ou pacientes fora do ambiente hospitalar, atendíamos ocorrências clínicas e traumáticas, pois éramos praticamente o único recurso de APH existente na época. Um dia a gente estava de plantão junto à UR levando paciente para o HB (Hospital de Base) que era a referência para estes atendimentos, no outro dia estávamos de plantão na emergência do HB recebendo estes pacientes, e é aí que ficava interessante, pois muitos colegas que não participavam do Projeto Alpha não conheciam os equipamentos usados no APH, como prancha, colar cervical, tala inflável, KED, entre outros, e nós ajudávamos nesta integração entre o APH e a Emergência do HB. A parceria evoluiu tão bem que o HB montou um armário com vários equipamentos de APH sobressalentes para que a UR não ficasse parada no hospital esperando liberar seu material, que poderia até atrasar a liberação da equipe para um próximo acionamento. Veja que legal, pois estamos falando de 1992, 1993... Situação esta que ainda não vemos em muitas cidades no ano de 2018. Acabei fazendo plantão junto à UR com o pessoal do 13º Grupamento de Bombeiros até me formar (final de 1994), junto com outras turmas que vieram a participar do Projeto Alpha. Uma pena que este projeto não avançou até os dias de hoje. Sinto saudades deste tempo. Foi ali que aprendi alguns valores que carrego comigo, como a importância do treinamento, da atualização contínua, do trabalho em equipe e do respeito entre os profissionais. Como costumamos dizer, quem faz um plantão no APH e gosta, já era! APH é uma "cachaça", é viciante!

Confira a entrevista completa na edição de novembro da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Incêndio provoca vazamento tóxico

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Divulgação CBPMESP

Bombeiros ressaltam falta de informação sobre material em combustão

O Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de SP foi acionado, na madrugada de 8 de outubro, para atender um incêndio em um galpão de uma marcenaria, em Santos/SP. Ao contrário da informação repassada na chamada, o local não armazenava madeiras e sim produtos químicos, colocando em risco a saúde dos profissionais que atuaram na ocorrência, bem como da população entorno. "Quando chegamos constatamos que havia um depósito ao fundo, fizemos o isolamento da área para a não propagação do fogo e começamos o combate. Percebemos então, que o produto em combustão reagia com a água e questionamos as pessoas sobre o que se tratava e nos falaram que não era produto perigoso", afirma o comandante da operação, capitão Renato Abreu do Carmo, do Grupamento de Bombeiros Militar de Santos/SP.

Segundo o capitão, no depósito haviam garrafas de alumínio que reagiam e explodiam em contato com a água. "Utilizamos diversas técnicas, água, espuma, e nada adiantava. Diante da falta de informação, achamos melhor isolar e deixar o material queimar por completo. Neste momento, um dos proprietários nos avisou que se tratava de fosfeto de alumínio que, em contato com a água, produz um gás altamente tóxico, denominado fosfina".  

Confira a matéria completa na edição de novembro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Ambiente protegido

AUTOR: Sérgio Pastl

FOTO: Por A_Stockphoto/Shutterstock

As diversas leis e normas sobre dimensionamento de sistemas de extintores

Extintores de incêndio são aparelhos de primeiros socorros para extinção de princípios de incêndio, sendo constituídos de um recipiente metálico dentro do qual é colocado um agente extintor. A pressurização pode ser permanente, ou injetada, a partir de outro recipiente com o gás propelente, via de regra gás carbônico ou nitrogênio. Extintores mais antigos tinham a pressão gerada a partir de reações químicas internas, por inversão do corpo do cilindro principal, que misturava duas soluções, uma básica ou alcalina e outra ácida, resultando na reação gás carbônico que projetava o agente extintor, água, água com agente umectante ou espuma química para o fogo, com limitado alcance de até dez metros de distância. Atualmente, existem extintores sobre rodas, que possuem grande capacidade extintora, e protegem o operador em razão da distância que projetam o agente extintor, diminuindo o risco de exposição do brigadista à fumaça quente e tóxica e ao calor radiante.

Gildo Baroli cita que, em 24 de setembro de 1876, em Bruxelas, o engenheiro espanhol M. Bañolas apresenta um novo tipo de extintor, com característica do soda-ácido, um cilindro principal que contém outro em seu interior, o primeiro com uma solução de Bicarbonato de Sódio, e no segundo uma mistura de ácidos. Relata ainda, que em 1877 um farmacêutico, de nome M. Quequer, propõe a modificação no tipo de ácido usado em extintores, e que James Paton, um escocês, mais ou menos na mesma época, apresenta outra sugestão.

Confira o artigo completo na edição de novembro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Trabalho a quente

AUTOR: NFPA Journal Latinoamericano*

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Lições aprendidas sobre os incidentes causados por esta atividade

Recentemente, o trabalho a quente tem preocupado as comunidades de prevenção e inspeção de incêndio. O trabalho a quente foi culpado ou suspeito de ter causado uma série de grandes incêndios em complexos de habitação em construção em todo o país, causando dezenas de milhões de dólares de perdas. Em Boston, o trabalho a quente foi culpado por um incêndio residencial em 2014 que matou dois bombeiros. Em 2016, o código de prevenção de incêndios da cidade foi emendado requerendo que todas as pessoas envolvidas em operações de trabalho a quente obtenham um Certificado de Trabalho a Quente Seguro. Até agora, mais de 13 mil trabalhadores numa variedade de trabalhos de construção participaram do programa criado pela NFPA sobre certificação do trabalho a quente.

O trabalho a quente é todo processo de trabalho que envolva a soldagem, a brasagem, a solda branda, o corte, esmerilhamento, perfuração, queima ou fusão de substâncias que podem produzir faíscas ou chamas com uma temperatura suficiente para incendiar vapores inflamáveis e/ou materiais combustíveis (a definição da NFPA inclui atividades que produzem chamas, atividades que produzem faíscas e produção de calor, quer por condução, quer por radiação/convecção).

* Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright© 2017, National Fire Protection Association, Quincy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. O artigo, de autoria de Samuel A. Oyewole, Vidisha Parasram, Reepa Shroff e Johnnie A. Banks, foi publicado originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de junho de 2017, páginas 34 a 39.

Confira o artigo completo na edição de novembro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Protegendo prédios históricos

AUTOR:
Roney Rios Figueira

FOTO:
Fernando Frazão/Agência Brasil

A Lei 12.608/2012 e os instrumentos jurídicos para concretização da prevenção contra desastres relacionados a incêndios em bens culturais

No último dia 02 de setembro de 2018 assistiu-se com muito pesar o incêndio ocorrido no Museu Nacional do Rio de Janeiro, que obliterou a quase totalidade do acervo presente no local, reunido ao longo de mais de 200 anos de registros e pesquisas. Trata-se de uma perda irreparável para a ciência, a memória, a história do Brasil e para a humanidade, considerando que os bens culturais destruídos são objetos de direitos culturais de natureza difusa.

O Museu Nacional abrigava professores, alunos, pesquisadores, servidores e profissionais de apoio, além de uma quantidade expressiva de visitantes nos finais de semana. Se ocorrido em outro momento, o desastre poderia ser ainda mais grave em face da exposição dos civis que por lá transitam. O risco já era majorado em razão das características construtivas da edificação histórica, na qual, ainda, eram utilizados produtos inflamáveis necessários para conservação de itens do acervo.

Confira o artigo completo na edição de novembro da Revista Emergência.



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Fórum Revista Emergência
Criada por meio de um Decreto Federal, em 26 de setembro de 2005, a Semana Nacional de Redução de Desastres, realizada na segunda semana de outubro de cada ano, tem como objetivo a mobilização dos municípios, estados e união, para a importância do desenvolvimento de medidas preventivas junto à comunidade. Desde então, órgãos ligados à emergência de todo o país como, por exemplo, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, entre outros, promovem diversas ações relacionadas ao tema, como cursos de capacitação, palestras e campanhas de prevenção. Levando em consideração que, de 2003 a 2018, o Brasil registrou cerca de 32.121 desastres, sendo 53,6 milhões de pessoas afetadas, o que representa 25% da população brasileira, tais iniciativas são de extrema importância, pois, aumentam o senso de percepção de risco da sociedade, mediante a mudança cultural relacionada à conduta preventiva e preparativa, principalmente das comunidades que vivem em áreas de risco. Na sua opinião, as ações preventivas, realizadas durante a semana pelos órgãos de emergência, são eficazes? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/defesa.civil.revista.emergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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