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Edição 11/2019
ATUALIZANDO

Desabamento no Ceará

Por
Redação Revista Emergência

FOTO DE CAPA: Ronaldo Gusmão e Gilseppe Moura/ASSCOM CBMCE

Equipes de busca e salvamento relatam operação que durou cinco dias

Um prédio residencial de sete andares desabou, na manhã do dia 15 de outubro, em Fortaleza/CE. Ao todo, nove pessoas morreram e sete foram resgatadas com vida e levadas até os hospitais da região. Segundo vídeos divulgados pelos moradores, no dia da tragédia a edificação passava por uma reforma nos pilares de sustentação. "As primeiras guarnições de salvamento, combate a incêndio e resgate chegaram poucos minutos após o acionamento. Quando chegamos ao local nos deparamos com um cenário de destruição, marcado pela montanha de vários metros de altura de escombros", ressalta o comandante da operação, coronel Luís Eduardo Soares de Holanda, comandante-geral do CBMCE (Corpo de Bombeiros Militar do Ceará).

Segundo o comandante, assim que chegaram ao local, as equipes, formadas por bombeiros especializados em busca e salvamento em estruturas colapsadas, iniciaram os trabalhos. A primeira e a mais importante técnica utilizada pelos profissionais foi a de chamada e escuta para a localização de vítimas conscientes nos escombros. Conforme Holanda, os cães de busca foram fundamentais para indicar as áreas mais prováveis onde as equipes poderiam encontrar vítimas. "Para movimentar minimamente o local e evitar novos deslocamentos de material, fizemos a remoção manual dos escombros, de forma a não perder possíveis espaços vitais com vítimas, nem colocar em risco os resgatistas", afirma. Quando uma vítima era encontrada, as equipes prestavam o primeiro atendimento e, após estabilizar e mobilizar a vítima, realizavam a remoção segura até a ambulância.

Confira a matéria completa na edição de novembro da Revista Emergência.



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REPORTAGEM ESPECIAL

Atualização a caminho

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO: Por Sandyman/Shutterstock

Novo texto da ABNT NBR 14277 que aguarda publicação para consulta nacional, destaca novos requisitos e procedimentos para os centros de treinamentos fixos e móveis, assim como, abrange outros tipos de capacitações

Capacitar-se em um centro de treinamento que possa oferecer qualidade de ensino, segurança aos envolvidos e instalações que permitam vivenciar a experiência da forma mais real possível, é a perspectiva ideal para o processo de atualização profissional de brigadistas, bombeiros ou outros profissionais que necessitam de conhecimentos práticos. Com inúmeros centros espalhados pelo país, pode-se destacar que existem muitas realidades encontradas no que diz respeito às instalações, logística de atividades, técnicas aplicadas e cursos oferecidos.

Para auxiliar na implantação dos requisitos básicos e essenciais nos centros de treinamentos, existem normativas técnicas brasileiras. Entre elas, está a ABNT NBR 14277 (Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio - Requisitos), que desde 2005, quando foi publicada, estabelece alguns critérios que os centros de treinamento podem seguir. Mas, com o passar dos anos, percebeu-se que esta norma técnica, que possui apenas quatro páginas, utilizada como referência nas instruções técnicas e legislações dos Corpos de Bombeiros dos estados brasileiros, estava desatualizada, necessitando de uma nova versão.

Para isto ocorrer, a Comissão de Estudos de Planos e Equipes de Emergências do Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio (CB-24) da ABNT, desenvolveu um texto que trouxe novos requisitos e procedimentos para os centros de treinamentos fixos e móveis, assim como destacou outras modalidades de treinamentos práticos que não estavam na norma em uso. Até o fechamento desta reportagem, a nova NBR 14277 ainda não estava em consulta nacional, mas conversamos com especialistas que trouxeram a sua opinião sobre alguns tópicos importantes da norma técnica em questão.

Confira a reportagem completa na edição de novembro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA

Pré-Hospitalar

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Douglas Tenin Memes

Médico do SAMU Regional de Maringá/PR e coordenador-médico da VIAPAR - Rodovias fala sobre as dificuldades e conquistas do APH no país

Atuando como médico na área de atendimento pré-hospitalar desde 2006, o cirurgião torácico Maurício Lemos, médico do SAMU Regional de Maringá/PR e da VIAPAR - Rodovias Integradas do PR, membro da SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado) e do NAEMT (National Association of Emergency Medical Technicians), ressalta a importância da integração entre os órgãos de urgência durante uma situação de emergência. "Esta integração entre agências é essencial para a sobrevida da vítima. Infelizmente, ainda temos, em determinados lugares do país, uma certa resistência por parte de alguns profissionais e gestores. Algo que, na minha opinião, deve ser mudado urgentemente".

Em entrevista à Emergência, o especialista em emergência pré-hospitalar fala sobre os principais desafios da área, bem como as grandes conquistas do setor, alcançadas nas últimas décadas. Lemos também comenta sobre a importância da integração das centrais 192 e 193 na cidade de Maringá/PR, o crescimento do serviço aeromédico no país e o papel das concessionárias frente aos acidentes de trânsito nas rodovias.

POR QUE O SENHOR SE INTERESSOU PELA ÁREA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA E EM ESPECIAL O APH?
Em 1986 meu pai faleceu, vítima de choque elétrico. Na época, eu tinha cinco anos e minha irmã sete. Ficamos sozinhos! Perdi meu alicerce! Minha mãe, uma guerreira, nos educou batalhando muito, pois nossas condições financeiras eram limítrofes. O tempo passou e entrei na faculdade de Medicina, em 2000, realizando um grande sonho. Eu tinha duas metas: ser um profissional diferenciado e saber como foi o atendimento do meu pai. A interrogação vivia na minha cabeça. O que poderia ter sido feito de diferente a ele? Será que se tivesse um resgate efetivo mudaria o desfecho? Como foi o atendimento intra-hospitalar? Não foi fácil, mas utilizei aquela situação triste como combustível para definir que eu seria um profissional que atuaria com muita seriedade, dedicação e preparação técnica perante aos meus pacientes. Que eu encontraria no APH e no atendimento à vítima grave intra-hospitalar uma forma de ter a certeza que no meu plantão não faltaria nada a doente nenhum. Me formei em 2006 e, imediatamente, iniciei a preparação para atuar no setor de APH, realizando cursos nacionais e internacionais na área. O tempo foi passando e fiz residência médica em uma especialidade que sou fascinado: a cirurgia torácica. Durante todo este período, em momento algum parei de operar no APH. Em 2006 iniciei minha carreira no SAMU SC, operando nas cidades de Criciúma, Tubarão e Joinville até o ano de 2011. Neste mesmo ano, fui transferido para o SAMU Maringá/PR, onde também iniciei um trabalho na Brvida/Viapar, órgãos em que atuo até os dias de hoje.

Confira a entrevista completa na edição de novembro da Revista Emergência.



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ARTIGO

Motivação no APH

AUTORES: Cheyenne Vieira Camilo e Patrícia do Amaral Avansi

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Artigo identifica as motivações que levam os profissionais de enfermagem a atuar no atendimento pré-hospitalar

A enfermagem desempenha importante papel em âmbito extra-hospitalar, no qual é responsável pelo primeiro atendimento e estabilização da vítima em diversas situações de urgência e emergência, segundo E. M. Romanzini e L. F. Bock. O atendimento pré-hospitalar no Brasil segue modelo francês de organização, sendo essencial o constante treinamento e atualização da assistência como forma de manter a equipe motivada e empenhada para desenvolver suas funções, destacam E. Silva et al.

Conforme A. Waleska et al., a escolha em atuar no serviço pré-hospitalar tem relação direta com o perfil profissional, sendo esta motivada pelas mais diversas vertentes. A realização pessoal em pertencer a uma instituição de atendimento, muitas vezes em rodovias, prestando atendimento a vítimas em acidentes, politraumatizadas, múltiplas vítimas, é algo que demanda muito preparo e desejo em atuar, primeiramente como cidadão e como profissional, tendo em vista os objetivos e missão do atendimento pré-hospitalar: prestar o primeiro atendimento à vítima, garantindo a assistência livre de danos e estabilizando suas funções vitais, afirmam R. Santos e M. Adão. Em contrapartida, a motivação parte de cada indivíduo e se manifesta de diferentes formas no cotidiano, podendo aparecer o interesse na área logo na infância, após o ingresso na vida adulta, sendo necessário, assim, estabelecer como estes motivos influenciam na escolha em atuar na emergência extra-hospitalar e quais sentimentos resultam nesta prática, para que haja, assim, uma melhor compreensão sobre as percepções da equipe e experiências vivenciadas no decorrer da carreira e como ambas influenciam na vida pessoal do indivíduo, esclarecem A. Batista et al.

Confira o artigo completo na edição de novembro da Revista Emergência.







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ARTIGO

Salvando a História

AUTOR: NFPA Journal Latinoamericano*

FOTO: Tânia Rêgo/Agência Brasil

As soluções para prevenir incêndios catastróficos de edifícios históricos

José Urutau Guajajara via as chamas como um assassinato. Ele reagia ao enorme incêndio que tinha devastado o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, no dia 2 de setembro de 2018. Milhões de artefatos culturais foram destruídos pelo fogo, incluindo dezenas de milhares de relíquias de tribos nativas do Brasil. Guajajara, membro de uma destas tribos, comparou a perda com "um novo genocídio, como se tivessem massacrado novamente todas aquelas comunidades indígenas, porque é ali onde residia a nossa memória," ele disse ao New York Times. O presidente do Brasil, na época, Michel Temer, qualificou as perdas de "incalculáveis" num tuíte publicado no dia do incêndio. "É um dia triste para todos os brasileiros," escreveu Temer.

De acordo com os peritos de museus, funcionários encarregados da segurança contra incêndio e políticos que foram entrevistados depois do incidente, esta perda poderia ter sido prevenida dando maior atenção e recursos ao museu, o que poderia ter preparado o caminho para aprimoramentos essenciais da segurança contra incêndio. O edifício de 200 anos, um antigo palácio da família real portuguesa, não tinha sprinklers anti-incêndio e portas corta-fogo. Os hidrantes anti-incêndio próximos do museu não conseguiram fornecer aos bombeiros uma quantidade de água suficiente para combater as chamas. O museu continha, aproximadamente, 20 milhões de artefatos, dos quais quase 90 por cento foram destruídos no incêndio.

* Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright © 2018, National Fire Protection Association, Quincy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. Os artigos, de autoria de Angelo Verzoni, foram publicados originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de dezembro de 2018, páginas 8 a 11 e 30  a 35.

Confira o artigo completo na edição de novembro da Revista Emergência.





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ARTIGO

Desastres naturais

AUTORES: Karen Paola Anghinoni e Manuela Gazzoni dos Passos

FOTO: Prefeitura São Domingos/SC

Levantamento histórico revela as ocorrências registradas em município de Santa Catarina ao longo de 14 anos

Desastre é definido como a decorrência de eventos adversos, de origem natural ou incitada pelo homem, acerca de um ecossistema suscetível, que geram danos ao próprio homem, além de prejuízos materiais e ambientais. Como consequência destas adversidades, ocorrem principalmente, prejuízos econômicos e sociais.

A ocorrência de desastres ocasionados por eventos naturais, tais como enxurradas, estiagens, enchentes, tempestades, entre outros, são importantes alvos de Saúde Pública, seja pela abrangência dos acontecimentos ou, ainda, pelas consequências socioeconômicas, ambientais e sanitárias aos indivíduos atingidos. Os locais atingidos por estes eventos sofrem impactos irrecuperáveis na maior parte das vezes, com consequentes danos à saúde pública. Segundo A. Sobral et al., de maneira a mitigar estes prejuízos, seja em curto ou médio prazo, ações integradas em distintos âmbitos públicos (Saúde, Meio Ambiente, Defesa Civil, Saneamento, Habitação e outros) são necessárias.

Confira o artigo completo na edição de novembro da Revista Emergência.



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Fórum Revista Emergência

Conforme publicado nesta edição da Emergência, no final de setembro, foi lançada a Frente Parlamentar de Proteção e Defesa Civil. Criada pelo Deputado Federal Capitão Derrite, a frente tem como objetivo principal reforçar a importância do sistema de Defesa Civil e suas ações no Brasil. Assim como as demais frentes criadas anteriormente em outras áreas da emergência, o grupo tem como intuito reunir representantes do setor e parlamentares mobilizados pela causa, promovendo debates importantes dentro e fora da esfera parlamentar. Entre as metas do grupo podemos citar a atualização da lei de segurança de barragens, a constante avaliação do sistema de proteção e defesa civil, a redução de riscos e desastres, o estudo de propostas legislativas para aprimoramento dos repasses destinados ao Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil, entre outras. Na sua opinião, quais os debates urgentes que a Frente deveria priorizar no âmbito da Defesa Civil? Entre em nosso fórum de discussão, acesse www.facebook.com/groups/defesa.civil.revista.emergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
 

 
 
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