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Edição 12/2018
REPORTAGEM ESPECIAL
Sinal de alerta

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO CAPA: Por StockMediaSeller/Shutterstock

Desconhecimento, falha na certificação, atualização de normas fazem parte do cenário brasileiro dos detectores e alarmes de incêndio

Proteger vidas humanas, patrimônios e processos industriais, este é o papel fundamental dos sistemas de detecção e alarme de incêndio. Estes equipamentos possuem a função de identificar qualquer sinal de fogo com precocidade, permitindo o acionamento dos sistemas de supressão e a rápida atuação da brigada de incêndio, assim como, a desocupação da edificação, quando necessária, antes de o ambiente ser tomado pela fumaça.

Este sistema é composto por duas partes. Para a detecção, há um dispositivo dotado de sensores que transmitem a uma estação central a informação de foco de incêndio, assim que identificam fumaça, chama ou elevação da temperatura, isto dependendo do tipo de equipamento instalado no local. Em complemento, aparece o alarme, um dispositivo elétrico com sinalizadores visuais, sonoros ou mistos que avisam aos ocupantes sobre a emergência.

Atualmente, a importância do sistema vem sendo comprovada, seja por sua reação eficaz em incêndios ou mesmo pelos danos provocados quando da sua ausência. "Acontecimentos no país têm chamado a atenção para a questão da proteção contra incêndios. Ainda se nota o desconhecimento por parte da sociedade que os incêndios podem ser detectados precocemente e controlados. O recente evento do Museu Nacional do Rio de Janeiro, no entanto, levantou esta questão ao compará-lo com museus de outros países que contam com sofisticados sistemas de detecção e alarme", destaca Ademir Santos, coordenador da Comissão de Estudos de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio do CB-24 (Comitê Brasileiro Contra Incêndio) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Mesmo sabendo da importância deste equipamento, especialistas ressaltam que os detectores e alarmes de incêndio se concentram em prédios comerciais e industriais, pois no Brasil, ainda não se tem a cultura de instalar estes sistemas em áreas residenciais e outros espaços.

Confira a reportagem completa na edição de dezembro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Emergências Químicas

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Arquivo Pessoal

Gerente de Atendimento a Emergências da Cetesb fala sobre a evolução do setor e a importância da integração entre os órgãos públicos e empresas privadas em uma ocorrência

Atuando na Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) há 32 anos e à frente do setor de Atendimento a Emergências do órgão desde 2005, o especialista em Emergências Químicas, Jorge Luiz Nobre Gouveia, ressalta o crescimento da área como um todo, destacando a estruturação do setor ao longo dos anos e a preocupação das empresas em relação à prevenção de riscos e redução de danos. Segundo ele, os acidentes envolvendo transporte de produtos perigosos ocupam o maior índice de ocorrências no estado, mobilizando a Cetesb, a partir do Centro de Controle e Desastres e Emergências Químicas, a qual atua em conjunto com empresas do setor público e privado.

Em entrevista à Revista Emergência, Gouveia fala sobre a importância das novas tecnologias empregadas no atendimento às emergências químicas como aplicativos de uso profissional, viaturas mais avançadas, roupas com níveis de proteção mais adequado e equipamentos portáteis de detecção de última geração. Para ele, a evolução tecnológica, aliada à contínua capacitação profissional é o passo correto para um bom atendimento, redução de acidentes e mitigação de danos.

COMO O SENHOR SE INTERESSOU PELO SETOR DE EMERGÊNCIAS QUÍMICAS?
Eu me formei em Química Industrial, em 1985, pela Universidade Federal da Paraíba. Já em São Paulo, ingressei na Cetesb em 1986, como estagiário no Laboratório de Química Inorgânica, no qual trabalhei por seis anos. Até que surgiu uma oportunidade de ingressar na área de Emergências Químicas. Por se tratar de uma área que envolvia diretamente o atendimento com substâncias químicas, me despertou bastante interesse, não só por isto, mas também por ser algo mais dinâmico, fora da rotina do laboratório. Desde então, eu atuo neste setor no qual, em 2005, recebi o convite para assumir a gerência.     

Confira a entrevista completa na edição de dezembro da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Deslizamento em Niterói/RJ

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Equipes trabalharam durante 25 horas na busca e resgates das vítimas

Um deslizamento na comunidade de Boa Esperança, em Niterói/RJ, causou a morte de 15 pessoas e deixou dez feridos, na madrugada do dia 10 de novembro. Segundo a Defesa Civil municipal e técnicos do DRM (Departamento de Recursos Minerais) do Estado do RJ, houve uma ruptura de um maciço acima da localidade, causando o deslizamento que atingiu oito residências. "Assim que fomos acionados, por volta das 4h 15min, nos deslocamos imediatamente até o local. O cenário encontrado era de caos, com moradores tentando retirar as pessoas soterradas. Então, junto com os demais órgãos de emergência, instalamos o Sistema de Comando de Incidentes. A primeira ação a ser feita, junto aos agentes comunitários, foi o mapeamento da área atingida para saber a quantidade de residências afetadas e qual o local exato de cada uma delas. Estabelecido isto, começamos os resgates", afirma o coronel Roberto Robadey, comandante-geral do CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do RJ).

Segundo Robadey, 12 quartéis foram acionados para trabalhar na operação. Ao todo, sete viaturas e 115 militares participaram da busca e resgate das vítimas que durou cerca de 25 horas ininterruptas. "Para realizarmos o resgate das vítimas e a busca pelos desaparecidos, dividimos o trabalho e distribuímos as equipes em quatro setores".

Confira a matéria completa na edição de dezembro da Revista Emergência.



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ARTIGO

Auxílio às equipes

AUTORES: Bruno Grockoski e Mateus Rauen*

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Pesquisa mostra a relação entre o fenômeno de calcinação e a redução da resistência do concreto armado em situações de incêndio, ajudando na tomada de decisões em emergências

A engenharia é o ramo que possibilita a pesquisa, criação e execução de obras, novas tecnologias e melhorias. Entre todas as atribuições da engenharia tem-se a engenharia civil que executa casas, pontes, rodovias, prédios e muitos outros projetos. Segundo F. S. C. Pereira: "A engenharia é a ciência, a arte e a profissão de adquirir e de aplicar os conhecimentos matemáticos, técnicos e científicos na criação, aperfeiçoamento e implementação de utilidades, tais como materiais, estruturas, máquinas, aparelhos, sistemas ou processos, que realizem uma determinada função ou objetivo".

O desenvolvimento de novas técnicas e, principalmente, a necessidade de suprir dificuldades, incentivou a criação de um material que resista a esforços. Em 1849, Joseph Monier, lançou o concreto armado que é constituído por uma parte de aglomerante, agregado miúdo, agregado graúdo e por uma armadura com função de resistir a esforços de tração, flexão e torção.A armadura associada ao concreto facilitou o desenvolvimento de peças com seções esbeltas atingindo elevada resistência. Outro fato positivo do aço é ser dúctil facilitando a execução dos projetos.

*Esta pesquisa foi apresentada e premiada no XVII Senabom (Seminário Nacional de Bombeiros), em 2017 e publicada originalmente na Revista FLAMMAE, Revista Científica do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, vol 04, nº 09 - Edição de janeiro a junho de 2018.

Confira o artigo completo na edição de dezembro da Revista Emergência.







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ARTIGO

Segurança contra incêndio - Parte 1

AUTORES: Antonio Fernando Berto, Deives Júnior de Paula e Ivan Faccinetto Böttger

FOTO: LSFEX/IPT

Vistorias em sistemas de proteção contra incêndio levantam questões sobre a realidade da segurança contra incêndio nas edificações

Incêndios sucessivos e em grande número têm ocorrido no Brasil causando mortes, perdas sociais e econômicas que colocam nosso país como um destaque negativo no mundo. Exemplos recentes comprovam esta situação, entre os quais vale destacar os grandes incêndios que foram fartamente anunciados na imprensa ao longo de 2018. O incêndio do Museu Nacional no Rio de Janeiro, ocorrido em 2 de setembro, sensibilizou a opinião pública não apenas no Brasil; o incêndio no edifício Wilton Paes de Almeida em São Paulo, no dia primeiro de maio, foi objeto de atenção equivalente, causou sete mortes e o colapso de uma estrutura de concreto com 24 pavimentos; o incêndio no Hospital Complexo Hospitalar Municipal Lourenço Jorge, ocorrido no Rio de Janeiro em três de novembro, provocou quatro mortos; no dia anterior, em Itupeva/SP, duas lojas no Centro de Compras Outlet Premium foram atingidas por incêndio, que se destacou pela rapidez de desenvolvimento e intensidade das chamas, resultantes do emprego de painéis sanduíche  dotados de miolo polimérico, tanto na cobertura como em fechamentos laterais; ainda ao longo deste ano persistiu a escalada, que se intensifica ano após ano, de incêndios em centros de distribuição e logística por todo o Brasil.

O IPT, por meio do seu - LSFEx (Laboratório de Segurança ao Fogo e a Explosões), ao longo dos últimos anos, extremamente preocupado com esta situação, tem se deparado em seus trabalhos de campo com um conjunto de situações que, em grande medida, justificam esta realidade adversa: o mau desempenho generalizado das instalações dos sistemas de proteção contra incêndio.

Confira o artigo completo na edição de dezembro da Revista Emergência.





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Fórum Revista Emergência

No dia 3 de novembro, a equipe de um hospital localizado na Barra da Tijuca/RJ, foi surpreendida por um incêndio que atingiu um dos andares da edificação. Na ocasião, 54 pacientes em estado grave e/ou crítico tiveram que ser transferidos. Ocorrências como esta, de maiores ou menores proporções, ocorrem com frequência no país. Levando em consideração que hospitais são locais com grande concentração de pessoas e que, muitas delas podem estar com suas habilidades motoras comprometidas, é de extrema importância que este tipo de instalação tenha um sistema de proteção contra incêndio adequado, bem como um plano de fuga que leve em consideração as peculiaridades do local e seus usuários. Para mudar esta realidade, o Comitê de Proteção Contra Incêndio em Hospitais, do CB-24 (Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio), trabalha há anos no projeto de norma NBR 16.651 - Proteção contra incêndios em estabelecimentos assistenciais de saúde, que encontra-se em análise na ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Na sua opinião, quais medidas devem ser tomadas para que ocorrências como esta não ocorram? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/APH.Revista.Emergencia/, ou www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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