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Você está em: Edições / Ed. 2/2019
 
Edição 2/2019
ATUALIZANDO
Tragédia se repete em Minas Gerais

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO CAPA
Arquivo CBMMG

Após três anos da ocorrência de Mariana/MG, equipes de resgate revivem cenário de destruição e dor

No início da tarde do dia 25 de janeiro o país reviveu o sentimento de dor e destruição causado por uma enxurrada de lama no Estado de Minas Gerais. Da mesma forma que o distrito de Bento Rodrigues/MG foi devastado, em novembro de 2015, a região do Córrego do Feijão, localizada no pequeno Município de Brumadinho/MG, foi atingida após o rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Vale. Segundo informações de pessoas que estavam no local, no momento do acidente a maioria dos colaboradores da empresa estava em horário de almoço, no refeitório, lugar que ficava localizado logo abaixo da barragem e que foi soterrado por metros de lama. A lama seguiu seu curso destruindo não apenas a planta da mineradora como também todo o Vale das Cachoeiras, atingindo uma pousada, casas e vegetação. Os números demonstram o tamanho descaso de uma tragédia anunciada. Até o fechamento desta edição, 11 dias após o evento, as equipes de resgate haviam confirmado 121 óbitos, 205 pessoas desaparecidas, 192 resgatadas e 108 desalojados. 

Assim que receberam o chamado, equipes do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais foram ao local. Diante do cenário de destruição foi solicitado apoio imediato dos demais órgãos de emergência estaduais e federais. "Assim que fomos acionados, enviamos aeronaves para sobrevoar a área atingida e nos preparar para a maior tragédia da história da corporação", afirma o CBMMG.

Confira a matéria completa na edição de fevereiro da Revista Emergência.



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REPORTAGEM ESPECIAL
Combinação eficiente

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO: Lazarenko Svetlana/Shutterstock

Sistema é eficaz para incêndios Classes A e B desde que espuma possua características e aplicação adequadas

Todos os meses, inúmeras emergências envolvendo líquidos inflamáveis e combustíveis ocorrem no Brasil e no mundo. Um dos principais fatores para o sucesso de uma operação deste tipo é a disponibilidade e correta aplicação da espuma para o combate. Entre as emergências envolvendo estes elementos, nas quais o emprego de espuma foi crucial e determinou todo planejamento estratégico e tático da operação, destaca-se o incêndio que iniciou no dia 2 de abril de 2015, em um dos terminais da Ultracargo, localizada na área industrial no Porto Alemoa, em Santos/SP. "A Operação Alemoa, como é conhecida pelo segmento de resposta a emergências, é considerada a segunda maior operação de combate a incêndios em um terminal de combustíveis no mundo. Chegou-se a consumir, em um único dia, um volume de LGE superior àquele fabricado no Brasil naquela época, que era na ordem de 22 mil litros/dia, segundo as informações divulgadas", salienta Rubens Perez, engenheiro Químico e especialista em incêndios industriais.

Conforme Perez, o maior incêndio ocorrido em um tanque de combustível que foi extinto em cerca de uma hora, ocorreu em 7 de junho de 2001, em um tanque de teto flutuante com 82 metros de diâmetro e 9,70 metros de altura, que armazenava 37 milhões de litros de gasolina, na refinaria Orion Norco, na cidade de Lousiana, no Texas. Para o combate a este incêndio, foram utilizados 105 mil litros de LGE.

Confira a reportagem completa na edição de fevereiro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Ajuda humanitária

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Maria Aracy Oliveira dos Santos

Coordenador Nacional de Gestão de Riscos e Desastres da Cruz Vermelha Brasileira fala sobre a importância do voluntariado na resposta aos desastres

Há 16 anos integrando a Cruz Vermelha Brasileira, Ronimar Costa dos Santos, fundador da CVBSM (Cruz Vermelha de Santa Maria/RS), em 2003, e Coordenador Nacional de Gestão de Riscos e Desastres do órgão desde outubro de 2018, fala sobre a importância da entidade no país e no mundo, ressaltando a evolução e diversas dificuldades enfrentadas pelo órgão, no Brasil. Segundo Santos, é preciso mudar a cultura de voluntariado, promovendo não apenas a integração de novos voluntários, como também a constante capacitação dos já existentes.

Em entrevista à revista Emergência, ele nos conta sua trajetória dentro da instituição, sua atuação em desastres como o incêndio na boate Kiss e a tragédia com o avião da Chapecoense, onde foi o coordenador-geral da equipe de apoio psicossocial da CVBSM, prestando apoio às famílias das vítimas. Santos também fala sobre sua experiência como radioamador e a importância da radiocomunicação de emergência.

COMO E POR QUE O SENHOR SE INTERESSOU PELA ÁREA DE EMERGÊNCIA?
Eu sempre tive em mim o espírito de voluntariado, sempre gostei de ajudar as pessoas e fazer algo a mais. Em 2003, me interessei em conhecer o movimento internacional da Cruz Vermelha depois que eu vi uma vinheta do órgão (CICV), na televisão. Procurei informações na internet, entrei em contato e aí me disseram que eu deveria procurar a Cruz Vermelha Brasileira. Foi então que descobri que havia uma unidade em Porto Alegre/RS e, diante disto, eu e mais dois amigos fomos à sede para conhecer melhor o órgão e saber quais os procedimentos para criarmos uma unidade em nosso município. Em 25 de outubro do mesmo ano, fundamos a Cruz Vermelha de Santa Maria/RS, com foco em socorro e ajuda humanitária. Além de coordenar o departamento de socorro da unidade durante 15 anos, fui presidente de 2003 a 2009 e de 2013 a 2017, quando fui convidado para ser Coordenador Nacional de Gestão de Riscos e Desastres da Cruz Vermelha Brasileira, cargo que ocupo atualmente.

Confira a entrevista completa na edição de fevereiro da Revista Emergência.



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ARTIGO

Segurança contra incêndio? - Parte 3

AUTORES: Antonio Fernando Berto, Deives Júnior de Paula e Ivan Faccinetto Böttger

Foto: IPT

Vistorias em sistemas de proteção contra incêndio levantam questões sobre a realidade da segurança contra incêndio nas edificações

Proporcionar a segurança dos usuários de uma edificação, possibilitando o abandono tão rápido quanto possível, de maneira organizada e segura deve ser um dos principais objetivos na segurança contra incêndio. Para tanto, é necessário dar aos usuários condições de identificar as direções corretas a serem tomadas no caso do abandono e garantir que determinadas áreas sejam seguras contra o fogo, pois o incêndio e a fumaça podem se propagar rapidamente e o tempo disponível para o abandono pode ficar comprometido. Além disto, é muito importante que os projetos das rotas de fuga, envolvendo as escadas, acessos e descargas, pressurização das escadas e sinalizações sejam dimensionados corretamente, de modo compatível aos leiautes da edificação, número de usuários por pavimento, número mínimo de saídas, dentre outros aspectos importantes.

Neste artigo, dando prosseguimento aos temas abordados nas edições de dezembro de 2018 e janeiro de 2019, estão sendo apresentados mais dois sistemas de proteção contra incêndio avaliados pelo LSFEx (Laboratório de Segurança ao Fogo e a Explosões) ao longo dos últimos anos, instalados em edifícios de reunião de público, de escritórios e de armazenagem: sistema de sinalização de emergência e saídas de emergência. Estes dois sistemas de proteção contra incêndio apresentam importância crucial para a segurança contra incêndio, pois estão diretamente associados à segurança da vida humana.

Confira o artigo completo na edição de fevereiro da Revista Emergência.



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ARTIGO

Muito pouco, muito tarde

AUTOR: NFPA Journal Latinoamericano*

ILUSTRAÇÃO: Beto soares/Estúdio Boom

Incêndio em armazém revela a importância do aprimoramento do sistema de sprinklers em sintonia com o uso dos edifícios

Na manhã do dia 3 de abril de 2015, poucas horas depois da notificação de um incêndio em um armazém da General Electric, em Louisville, Kentucky, os bombeiros já sabiam que o edifício ia sofrer uma destruição total. Os penachos de fumaça preta que fluíam praticamente de cada pé quadrado da planta do armazém eram tão densos que pediram às pessoas que ficavam num raio de duas milhas das instalações que ficassem encerradas. "Foi certamente o maior incêndio que jamais vi num edifício", disse Chris Gosnell, chefe do Okolona Fire Protection District, um dos 17 departamentos de bombeiros que serve à área de Louisville.

Mais de 100 bombeiros de 18 departamentos responderam ao incêndio, que causou danos estimados em 110 milhões de dólares - a maior perda em instalações de armazenagem no país em 2015 e o terceiro incêndio mais caro do ano, atrás de dois incêndios florestais na Califórnia que causaram, aproximadamente, 2 bilhões em perdas. Não houve vítimas no incêndio da GE. Sua causa nunca foi determinada, apesar de ficarem apenas duas hipóteses: uma falha elétrica ou um raio - uma tempestade tinha deixado mais de oito polegadas de chuva na área nos dias que precederam o incêndio.

* Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright © 2017, National Fire Protection Association, Quincy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. O artigo, de autoria de Angelo Verzoni, foi publicado originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de junho de 2017, páginas 36 a 43.

Confira o artigo completo na edição de fevereiro da Revista Emergência.





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ARTIGO

Exposição ocupacional

AUTORES: Amanda Almeida Fernandes Lobosco, Daniel Campos Correia e Danielle Lima da Silva

FOTO: Por Chatrawee Wiratgasem/Shutterstock

Ações preventivas de higiene ocupacional para reduzir a exposição desnecessária dos bombeiros militares aos contaminantes produzidos no incêndio urbano

A evolução tecnológica e a produção de novas substâncias a partir de outras recém descobertas na natureza, também introduziram na humanidade riscos nunca antes vistos. Segundo H. V. Della Rosa et. al. e A. N. L. Alves, alguns agentes, quando interatuam em altas concentrações com os seres vivos, podem causar efeitos locais ou sistêmicos em curto, médio ou longo prazos nos organismos deles.

Conforme L. H. Hoover et. al., em 1556, Georg Bauer, no manifesto "De Re metálica", relacionou pela primeira vez a direta exposição ocupacional de trabalhadores nas minas de mineração com doenças respiratórias.

Na Itália, durante o ano de 1700, Bernardino Ramazzini, hoje conhecido como "o pai da Medicina do Trabalho", em sua obra intitulada "De Morbis Artificum Diatriba", revelou 54 doenças ocupacionais e trouxe à tona um questionamento importantíssimo a ser inserido na entrevista clínica entre o médico e o paciente: "qual é a sua ocupação?".

Confira o artigo completo na edição de fevereiro da Revista Emergência.




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ARTIGO

Paredes de compartimentação

AUTOR: Hamilton da Silva Coelho Filho

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Aspectos importantes relacionados à construção destes elementos de proteção passiva

Resolvi escrever este artigo para centralizar em um único texto alguns aspectos importantes relacionados à construção de paredes de compartimentação. O objetivo é fornecer aos engenheiros, arquitetos, bombeiros e demais pessoas interessadas uma fonte de consulta objetiva sobre o assunto, para permitir a elaboração de projetos e execução de paredes de compartimentação de forma correta, evitando falhas que possam colocar em risco a vida dos ocupantes de uma edificação. Tenho verificado a utilização de novos materiais de forma incorreta, pela falta de experiência dos projetistas e/ou construtores e falhas na vistoria, passando despercebidos importantes detalhes.

A compartimentação é utilizada para subdividir espaços internos de uma edificação, para evitar a propagação do fogo de um local para outro. Todos os espaços ocultos que possam permitir a passagem de fogo e gases aquecidos devem ser adequadamente protegidos, mantendo, assim, o fogo confinado no local de origem. Devemos prever compartimentação para evitar a propagação do fogo entre ambientes adjacentes (compartimentação horizontal), entre pavimentos (compartimentação vertical), para proteger rotas de fuga (escadas e corredores enclausurados) e riscos especiais (por exemplo salas elétricas).

Confira o artigo completo na edição de fevereiro da Revista Emergência.




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Fórum Revista Emergência

O combate a incêndio com espuma é uma técnica eficaz utilizada para incêndio de Classe A e B. Para que a espuma seja eficaz, os especialistas alertam pontos que devem ser cuidados, como a utilização correta do tipo de espuma, dosagens de proporções e taxas de aplicação, técnica e tempo mínimo de aplicação, utilização adequada de equipamentos para formação e aplicação de espuma, entre outros pontos. Mas, para que estes cuidados sejam adotados, é necessário ter profissionais capacitados para atuarem em incêndios nos quais a espuma é o principal agente extintor do fogo. Desta forma, como você analisa o conhecimento dos profissionais de emergência para o uso da espuma? Entre em nosso fórum de discussão, acessando www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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