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Você está em: Edições / Ed. 3/2019
 
Edição 3/2019
REPORTAGEM ESPECIAL
Proteção adequada

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO: Por Tfoxfoto/Shutterstock

Especialistas alertam para a correta escolha das roupas de proteção utilizadas em ocorrências com produtos perigosos

Todos os anos, milhares de acidentes envolvendo produtos perigosos (químicos, biológicos, radiológicos e nucleares) são registrados no Brasil. Em 2018, por exemplo, somente o estado de São Paulo registrou cerca de 340 casos. Diante disto, as equipes de atendimento às emergências devem utilizar os equipamentos de proteção individual sempre que houver a possibilidade de contato com substâncias perigosas que possam afetar a sua saúde ou segurança.

Segundo especialistas, para realizar um atendimento seguro é fundamental a escolha de um traje confeccionado em material que apresente a maior resistência possível aos agentes presentes na cena. "Existe uma enorme variedade de materiais no mercado disponíveis para a fabricação de roupas de proteção. Entretanto, não há nenhum que forneça a máxima proteção contra todos os produtos perigosos existentes, por isto, a roupa de proteção deve ser selecionada levando em conta propiciar a maior resistência contra o produto conhecido ou que possa estar presente na emergência", afirma Marco Aurélio Rocha, especialista em Gestão de Emergências e Desastres, em Higiene e Segurança do Trabalho e em Toxicologia Geral. Jorge Alexandre Alves, consultor e instrutor, especialista em emergências, ainda ressalta que para a escolha do traje de proteção devem ser consideradas ainda as concentrações dos agentes presentes e características ambientais do local do acidente como, por exemplo, áreas confinadas, áreas abertas, condições meteorológicas e climáticas, horário, etc.

Confira a reportagem completa na edição de março da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Cenário diferenciado

Por
Revista Emergência / Paula Barcellos

FOTO
Clóvis Ferreira/Digma Imagem

Coordenador de APH de concessionária fala sobre as especificidades do atendimento em rodovias e do preparo dos profissionais para estes acidentes

"O APH requer uma dedicação extra do seu tempo e, muitas vezes, é preciso abrir mão de coisas importantes para atingir um grau satisfatório de conhecimento, proficiência e experiência". É assim que o médico, coordenador de APH da concessionária CCR AutoBAn, coordenador-médico do SAMU Jundiaí/SP e membro do GRAU Campinas/SP, Mário Jorge de Castro Kodama, se refere à carreira pela qual se apaixonou instantaneamente.

Atuando na concessionária AutoBAn, que abrange o Sistema Anhanguera-Bandeirantes, um dos principais corredores viários do estado de São Paulo, o coordenador de APH chama a atenção para as particularidades do atendimento em rodovias. "O APH em ambiente rodoviário requer treinamento específico (sinalização e segurança viária) e capacitação permanente, pois envolve situações diferentes daquelas encontradas no APH urbano, como acidentes de cinemática relevante, incidentes com múltiplas vítimas, entre outros".

Sobre o preparo do APH na referida empresa de concessão, a realidade dos acidentes de trânsito no país, além dos desafios do SAMU e do GRAU nas respectivas regiões em que atua, o médico concedeu a seguinte entrevista.

COMO E POR QUE O SENHOR SE INTERESSOU PELA ÁREA DE APH?
Durante a residência de Cirurgia Geral no Hospital de Caridade São Vicente de Paulo em Jundiaí, recebíamos uma grande quantidade de pacientes vítimas de trauma, pois o serviço é referência na região. Quando as equipes de APH chegavam no hospital, eu gostava muito de recebê-los e percebi que o paciente que era bem atendido no ambiente extra-hospitalar possuía melhores desfechos. Na época, acabei conhecendo o coordenador-médico do SAMU de Jundiaí e perguntei como poderia fazer parte da equipe. Após terminar a residência de Cirurgia Geral, iniciei minha carreira no APH como plantonista do SAMU e, posteriormente, fui convidado para fazer parte da equipe médica da CCR AutoBAn. A paixão pelo APH foi instantânea e desde então venho atuando e buscando novos desafios na área. O APH requer uma dedicação extra do seu tempo e, muitas vezes, é preciso abrir mão de coisas importantes para atingir um grau satisfatório de conhecimento, proficiência e experiência. Costumo dizer que não importa a cor do seu macacão e sim o quanto você está disposto a se dedicar para buscar o melhor atendimento para os seus pacientes.

Confira a entrevista completa na edição de março da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Tragédia no Ninho do Urubu

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Reprodução/TV Globo

Ocorrência coloca em evidência falta de prevenção contra incêndio

Dez jovens morreram e três ficaram gravemente feridos em um incêndio no Centro de Treinamento do Flamengo, um dos maiores clubes de futebol do Brasil, no Rio de Janeiro/RJ. O fogo iniciou na madrugada do dia 8 de fevereiro, horário em que 24 adolescentes, pertencentes à categoria de base do clube, dormiam no local. Segundo relatos de sobreviventes divulgados na grande imprensa, o incêndio pode ter iniciado após um curto-circuito em um dos aparelhos de ar-condicionado e, em segundos, o local foi tomado por uma fumaça preta. "Assim que fomos acionados encaminhamos, imediatamente, equipes ao local, mas, o lugar já estava tomado pelas chamas", afirma a Assessoria de Imprensa do CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro). Os feridos foram atendidos pelas equipes de resgate e encaminhados ao Hospital Municipal Lourenço Jorge.

De acordo com o CBMERJ, a estrutura do dormitório não estava contemplada no projeto de segurança apresentado pelo clube. Portanto, o Ninho do Urubu, como era conhecido o Centro de Treinamento, não possuía o Certificado de Aprovação, estando este em processo de regularização. Segundo a prefeitura, a área de alojamento atingida pelo incêndio, não consta do último projeto aprovado pela área de licenciamento, em abril de 2018, como edificada. "No projeto protocolado, a área estava descrita como um estacionamento e não há registros de novo pedido de licenciamento da área para uso como dormitórios. A Prefeitura vai determinar a abertura de um processo de investigação para apurar as responsabilidades", complementa o órgão.

Confira a matéria completa na edição de março da Revista Emergência.



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ARTIGO
Hora de ouro

AUTORES: Franciely Santos do Nascimento, Natália Krüger Uliana e Lorena Silveira Cardoso

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

A influência do tempo-resposta para a sobrevida do paciente no atendimento pré-hospitalar

O atendimento pré-hospitalar abrange desde a ligação para o serviço de urgência e emergência, do local do acidente, até a locomoção do paciente para o âmbito hospitalar. Este atendimento, quando realizado com precisão, também evita o surgimento de sequelas decorrentes de segundo trauma, fazendo com que aumente a sobrevida do paciente e diminua a morbimortalidade, considerando, assim, todos estes procedimentos uma assistência realizada, direta ou indiretamente, fora do ambiente hospitalar.

Diante destas questões, surge a necessidade do desenvolvimento de profissionais capacitados que atendam todas as especialidades a serem prestadas no cuidado durante o serviço, desde uma orientação telefônica até o raciocínio clínico para a tomada de decisões e as habilidades a serem realizadas durante a intercorrência.

Neste sentido, a realização deste atendimento é estimada que ocorra em um tempo hábil que demanda a primeira hora, também conhecida como "hora de ouro", sendo considerada um tempo crítico durante a execução de todo tratamento ao paciente que pode modificar no prognóstico final da vítima e diminuir as chances de sequelas decorrentes. Assim, todo este serviço prestado é considerado um fator relevante para reduzir a morbidade e mortalidade.

Confira o artigo completo na edição de março da Revista Emergência.



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ARTIGO
Segurança contra incêndio? - Parte 4

AUTORES: Antonio Fernando Berto, Deives Júnior de Paula e Ivan Faccinetto Böttger

Foto: IPT/LSFEX

Vistorias em sistemas de proteção contra incêndio levantam questões sobre a realidade da segurança contra incêndio nas edificações

Este último artigo, da série de quatro, encerra uma proposta feita pelo IPT, de traçar um panorama da realidade da proteção contra incêndio no Brasil, especialmente em edifícios destinados à reunião de público e edifícios de escritórios. Grandes tragédias ocorreram nestas duas ocupações no Brasil ao longo das últimas décadas e infelizmente continuam acontecendo, a partir da repetição de velhos erros.

Sempre nos casou grande estranheza ouvir e ler sobre a tragédia da Boate Kiss considerações a respeito da atitude tresloucada da Gurizada Fandangueira, do papel irresponsável do proprietário do estabelecimento, da atuação questionável do Corpo de Bombeiros e da Prefeitura Municipal de Santa Maria e da lentidão das ações do Ministério Público, sem que fosse mencionada uma tragédia muito parecida, ocorrida em 24 de novembro de 2001, em Belo Horizonte/MG, na casa de shows conhecida como Canecão Mineiro. O incêndio teve início quando o grupo musical Armadilha do Samba começou a se apresentar. Promoveram uma queima de fogos de artifício no palco que atingiu o forro do estabelecimento composto por poliestireno expandido e o ignizou. Por meio do forro, as chamas se propagaram, acompanhadas de grande desenvolvimento de fumaça e desprendimento de material em chamas. Sete pessoas morreram e 197 ficaram feridas, muitas em estado grave.

Confira o artigo completo na edição de março da Revista Emergência.









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ARTIGO
Salvamento veicular

AUTOR: Ednei Fernando dos Santos

FOTO: Filipe Barrientos

Emprego da técnica de ângulo zero na extração de vítimas de acidentes automobilísticos

Atualmente, o acidente de trânsito é considerado um problema de saúde pública, visto as suas repercussões clínicas e traumáticas, bem como o empenho do poder público. Segundo o IBGE, no Brasil, ocorrem cerca de 45 mil mortes/ano por consequência de acidentes de trânsito, incluindo óbitos após 72 horas do acidente. Os prejuízos materiais giram por volta de 5 bilhões de dólares, o governo gasta em média 90 mil reais com as vítimas não fatais e nos casos de morte este valor passa para 550 mil reais. Sabe-se, ainda, que no território brasileiro a cada 57 segundos ocorre um acidente automobilístico e a cada 22 minutos morre uma pessoa por consequência destes acidentes e a grande maioria das vítimas têm menos de 35 anos de idade.

Os socorristas têm a nobre missão de atuar frente às ocorrências de acidente automobilístico e empregar técnicas de salvamento veicular, a fim de minimizar os riscos de mortalidade causados por estas emergências. O principal objetivo dos bombeiros e socorristas, ao chegar no local do acidente que envolva vítima, é fazer com que esta vítima chegue ao recurso hospitalar no menor tempo possível e nas mesmas ou em melhores condições que encontrava-se quando a equipe de socorro iniciou o seu trabalho. E, para isto, os socorristas utilizam técnicas de retirada de vítimas que proporcionem segurança, eficácia e minimizem o risco de agravamento, dentre elas, a mais recente, conhecida como Ângulo Zero. Técnica esta que tem mostrado excelentes resultados práticos e científicos para qualidade da retirada de vítimas.

Confira o artigo completo na edição de março da Revista Emergência.







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Fórum Revista Emergência

No dia 25 de janeiro, o país presenciou, novamente, a destruição causada por uma enxurrada de lama de rejeitos, oriunda de rompimento de barragem. Passados três anos do desastre de Mariana/MG, desta vez, a região atingida pelo descaso e pela falta de políticas de prevenção em barragens foi a do Córrego do Feijão, localizada em Brumadinho/MG. Ao todo, 186 óbitos confirmados e 133 pessoas desaparecidas, sem contar os danos ambientais irreparáveis. Assim como a tragédia de Mariana, em 2015, Brumadinho coloca em evidência não só o despreparo das autoridades no que diz respeito à fiscalização destes locais, como também a falta de conhecimento e treinamento da população para atuar em situações de emergência. Segundo especialistas, existem diversas barragens no país classificadas como alto risco, ressaltando medidas urgentes para que novas tragédias não ocorram. Na sua opinião, como resolver o problema das emergências com barragens no país? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/defesa.civil.revista.emergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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