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Edição 4/2019
REPORTAGEM ESPECIAL
Dinamismo no atendimento

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO: Bruna Klassmann

Aplicativos de emergência trazem uma nova cultura de assistência aos profissionais e à comunidade


Era dia 15 de maio de 2016, quando Anariá Recchia foi atropelada de forma criminosa em uma calçada de São Paulo/SP, vindo a falecer no dia seguinte. Com este triste e trágico acontecimento, a médica emergencista Adriana Mallet, decidiu que a perda da amiga serviria para ajudar a evitar novas ocorrências, mas também para melhorar o atendimento a urgências. "A maioria dos solicitantes de serviços de urgência tem poucas informações sobre as vítimas e não é raro desconhecerem o endereço da ocorrência. Isto atrasa o atendimento em minutos decisivos em casos de traumas graves", explica Adriana, que atua como coordenadora do Núcleo de Educação em Urgências na cidade de Limeira/SP, desenvolvedora do Emergência APP. Então, após uma pesquisa em iniciativas já em andamento no mundo, Adriana lançou em 2017, o Emergência APP, aplicativo para smartphones que detecta colisões de acidente de trânsito de forma automática, faz um chamado em viva-voz para o serviço de resgate - SAMU ou Corpo de Bombeiros - e envia para a central de regulação dos canais públicos a localização e a ficha médica do usuário acidentado. Com a tecnologia, o atendimento de urgência é agilizado, o que pode significar a diferença entre a vida e a morte. "Em situações de traumas, falamos nos conceitos de `hora de ouro’ e `dez minutos de platina’, em referência ao tempo como fator decisivo para evitar a morte e reduzir sequelas", explica a médica.

Assim como esta iniciativa desenvolvida por Adriana, órgãos públicos e empresas privadas também desenvolveram aplicativos em prol da emergência por todo o país, que podem auxiliar tanto no trabalho dos profissionais, como na demanda da comunidade em geral.

Confira a reportagem completa na edição de abril da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Gestão de risco

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Adalberto Marques/MDR

Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil ressalta a importância de se criar uma cultura de prevenção no país

Com atuação no setor de Defesa Civil do país há 15 anos o coronel Alexandre Lucas Alves, nomeado Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, em janeiro deste ano, fala sobre a importância da consolidação do sistema para a prevenção de riscos e mitigação de danos. "Gostaria de desafiar toda a sociedade a ombrear conosco esta jornada de fazer com que a Defesa Civil não seja vista apenas como um órgão e sim como um sistema coeso, lúcido e que todos se sintam pertencentes a ele, promovendo a autoproteção e a proteção da comunidade como um todo", afirma.

Em entrevista à Emergência, Alves conta sua experiência como coordenador municipal de Belo Horizonte/MG e coordenador estadual de Minas Gerais, alertando para uma mudança urgente em relação à gestão de riscos no Brasil. Além disto, ele também fala sobre as principais ações da Sedec (Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil) que envolvem não apenas os entes públicos como também empresas privadas e sociedade.

COMO E POR QUE O SENHOR ACABOU SE ESPECIALIZANDO NA ÁREA DE DEFESA CIVIL?
Em 2004, fui nomeado pelo Governador de Minas Gerais como Secretário Executivo de Defesa Civil do Estado. Naquele momento, eu comecei a me especializar, fazer cursos e participar da gestão de riscos e desastres do estado e depois no país, por meio do compartilhamento de experiências que tivemos em Minas Gerais. Fiquei sete anos no Governo do Estado, depois fiquei um ano no Comando de Região Militar e aí voltei, já na Reserva da Polícia Militar, como Coordenador Municipal de Defesa Civil em Belo Horizonte/MG, no qual fiquei oito anos e acumulei experiência para exercer meu cargo atual. E em janeiro deste ano, fui nomeado Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil.

Confira a entrevista completa na edição de abril da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Terror em Suzano

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Reprodução/TV Globo

Equipes de emergência apontam dificuldades no atendimento às vítimas

Na manhã do dia 13 de março, alunos da Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano/SP, viveram uma cena de terrorismo. Dois meninos encapuzados, munidos com armas de fogo, machado, faca, uma besta (arco e flecha) e coquetéis molotov invadiram o local, mataram sete pessoas, deixaram pelo menos 23 feridos e depois cometeram suicídio. Um pouco antes do massacre, a dupla matou o proprietário de uma loja da região, tio de um dos assassinos. Assim que os vizinhos perceberam a movimentação na escola chamaram, imediatamente, os órgãos de emergência. "Quando chegamos ao local da ocorrência nos deparamos com um cenário de horror. Corpos ao chão, muito sangue, correria, desespero das pessoas dentro da escola e de familiares que chegavam à procura de filhos", afirma o coordenador-médico do SAMU Suzano/SP, Helder Takeo Kogawa.

Segundo ele, as equipes de emergência tiveram muita dificuldade de acessar às vítimas, inclusive pela falta de segurança, pois não sabiam se ainda havia a presença de algum agressor. "Fomos um dos primeiros órgãos a chegar e havia muita confusão. Muitas pessoas se dirigiam aos socorristas e solicitavam atendimentos aleatórios. Além disto, havia falta de informação, pois as pessoas do lado de fora não sabiam dizer, de fato, o que estava acontecendo. Quando os demais órgãos chegaram criou-se uma Gestão Integrada de Crise e, desta forma, organizou-se o caos", explica Kogawa.

Confira a matéria completa na edição de abril da Revista Emergência.



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ARTIGO
Segurança nas edificações

AUTORES: Alexsandro Minelli da Cunha e Fabio Antonio Barbosa

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Análise das instalações de proteção e combate a incêndio em prédio comercial com serviços de telecomunicações no estado de São Paulo

Situações de emergência em edificações são frequentes no mundo como, por exemplo, o incêndio no Edifício Joelma, causado por um curto-circuito no equipamento de ar condicionado, que vitimou 191 pessoas, no ano de 1974. 

No ambiente de trabalho tais ocorrências como a do Edifício Joelma podem ser minimizadas com a existência de sistema de combate a incêndio em funcionamento, pessoas treinadas na utilização dos equipamentos de combate a incêndio e simulações de situações reais nas quais se atribuem responsabilidades aos colaboradores, para que a preservação da vida seja feita. As diversas ocorrências no Brasil ressaltaram a importância de tratar o assunto com seriedade. Segundo a seguradora Zurich, em matéria publicada em revista técnica da área de incêndio, o Brasil tem o maior índice de preocupação com incêndio do mundo.

Atualmente, o país possui leis, normas técnicas e, principalmente, Instruções Técnicas dos Corpos de Bombeiros, que são de grande importância para trabalhos preventivos de segurança nas instalações prediais. As empresas, de modo geral, devem atender às normas técnicas, obtendo toda a documentação para operação, incluindo o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, que certifica que o local está com o mínimo de segurança para a ocupação.

Confira o artigo completo na edição de abril da Revista Emergência.







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ARTIGO
Valorização da proteção passiva

AUTORES: Antonio Fernando Berto e Carlos Roberto Matzker de Oliveira

Foto: IPT/LSFEX

Os grandes incêndios que ocorrem de modo incessante no Brasil demonstram a necessidade de reconhecimento deste sistema no projeto e construção das edificações

O problema do incêndio tem estado em evidência em nosso país desde o grande incêndio do edifício Andraus em São Paulo há 47 anos. A partir de então grandes e frequentes sinistros têm despertado a atenção da sociedade e levado a comunidade técnica à reflexão a respeito das possíveis soluções. Um evento decisivo neste sentido correspondeu à tragédia associada ao incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria/RS, onde 242 pessoas morreram e muitas outras ficaram feridas. O incêndio foi causado pelo acendimento de um dispositivo pirotécnico, durante uma apresentação musical, cujas chispas atingiram o forro. A imprudência e a existência de materiais incorporados ao sistema construtivo (forro na região do palco) com grande facilidade de sofrer ignição, sustentar e propagar chamas permitiram o surgimento e o desenvolvimento rapidíssimo deste terrível sinistro.

Diversos outros exemplos marcantes de incêndios no Brasil poderiam ser mencionados, nos quais o papel pernicioso dos materiais empregados na edificação ficou comprovado como determinante para o surgimento e desenvolvimento do incêndio. Muitos certamente ainda se lembrarão do incêndio dos edifícios Sede da CESP, na Avenida Paulista, em São Paulo/SP, em maio de 1987. Ali, uma falha do circuito elétrico sobre o forro o ignizou e este desempenhou papel muito semelhante ao forro malfazejo da Boate Kiss.

Confira o artigo completo na edição de abril da Revista Emergência.





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ARTIGO
Incêndios florestais

AUTORES: Fábio Souto Almeida e Sady Júnior Martins da Costa de Menezes

FOTO: Sady Júnior Martins as Costa de Menezes

Métodos para prevenção, detecção, comunicação e combate ao fogo em unidades de conservação

Em função do agravamento da degradação do meio ambiente gerada pelas atividades humanas, estratégias vêm sendo adotadas para proteger a natureza, visando à conservação dos recursos naturais e à manutenção da capacidade produtiva das nações, segundo F. S. Almeida et. al.. As taxas de extinção de espécies, em todo o mundo, são alarmantes e a perda de biodiversidade se reflete em perda de oportunidades e de serviços ecossistêmicos, alertam F. S. Almeida e A. B. Vargas.

Conforme os autores, as unidades de conservação da natureza são importantes para a proteção dos recursos naturais, do modo de vida de populações tradicionais, de paisagens de rara beleza e da biodiversidade. Unidades de conservação foram criadas em vários países e no Brasil, atualmente, são bastante comuns, existindo no âmbito federal, estadual e municipal, citam F. S. Almeida et. al.. Conforme os autores, a Lei Federal 9.985 de 2000 (Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC), do MMA, rege as unidades de conservação brasileiras, formando uma rede de áreas protegidas, com unidades de conservação onde os recursos podem ser utilizados de modo sustentável e unidades onde a utilização deve ocorrer apenas de forma indireta, sendo importantes para a proteção da qualidade ambiental.

* Este artigo foi apresentado no II Simpósio de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, em Petrópolis/RJ, dias 5 a 8 de junho de 2018

Confira o artigo completo na edição de abril da Revista Emergência.




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NEWS EXPO EMERGÊNCIA
Expo Emergência chega com novidades

Por
Redação Revista Emergência

Foto: Valdir Lopes

Em sua 11ª edição, evento reunirá 350 expositores com inovações na área

As solicitações de crachás para entrada na 11ª Expo Emergência (Feira de Resgate, Atendimento Pré-Hospitalar, Combate a Incêndio e Emergências Químicas) já podem ser efetuadas no site www.expoemergencia.com.br. A feira gratuita ocorrerá paralelamente à Expo Proteção (8ª Feira Internacional de Saúde, Segurança do Trabalho), nos dias 7 a 9 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. Apresentando as últimas novidades em produtos e serviços disponíveis no mercado voltados ao setor de emergência, estarão presentes no evento 350 expositores. Além disto, a Expo Emergência contará com uma extensa programação de workshops, palestras e competições para aprimorar e enriquecer os conhecimentos técnicos de profissionais da área.

De acordo com o diretor da Proteção Publicações e Eventos, promotora do evento, Alexandre Gusmão, o principal objetivo do encontro é proporcionar um momento de integração entre todos que atuam na área de Emergência, sejam eles profissionais, empresas ou órgãos públicos. "Será o grande evento do ano, especialmente agora que o país se reestrutura depois de ter passado por momentos difíceis em nossa economia. Temos certeza de que a Expo Emergência marca a retomada do setor de emergência brasileiro", considera. Além disto, Gusmão comenta que o evento será uma oportunidade para as empresas fornecedoras de soluções apresentarem ao mercado novas tendências, inovações e novidades.

Confira a matéria completa na edição de abril da Revista Emergência.






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Fórum Revista Emergência

Dezenas de acidentes envolvendo produtos perigosos acontecem todos os dias no Brasil. Cada acidente possui características diferentes entre si, podendo ser classificados como químicos, biológicos, radiológicos e nucleares. Segundo especialistas, para prestar atendimento a tais eventos, as equipes de respostas devem utilizar equipamentos de proteção individual para evitar o contato com qualquer tipo de substância perigosa que possa afetar a saúde do profissional. Entretanto, é fundamental a escolha correta do traje, levando em consideração o tipo de produto envolvido e a concentração dos agentes presentes, bem como as características ambientais da cena como áreas confinadas, áreas abertas, condições meteorológicas e climáticas, entre outras. Na sua opinião, os profissionais de emergência sabem selecionar adequadamente as roupas para este cenário? Entre em nosso fórum de discussão, acessando www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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