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Você está em: Edições / Ed. 5/2018
 
Edição 5/2018
ATUALIZANDO
Tragédia em São Paulo

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Capa: Roveda Rosa/Agência Brasil

Prédio de 24 andares pega fogo e desaba na capital paulista

Um prédio de mais de 20 andares desabou, após incendiar, na madrugada do dia 1º de maio, no Largo do Paissandu, em São Paulo/SP. As causas do incêndio estão sendo investigadas, mas, segundo informações oficiais, o fogo teria começado no 5º andar e se espalhado rapidamente.

Conforme informações divulgadas pela Agência Brasil, cerca de 160 bombeiros e 57 viaturas trabalharam no combate às chamas. Equipes da Defesa Civil, Polícia Militar e SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) também atuaram no local. Cães farejadores foram utilizados pelo Corpo de Bombeiros na busca por sobreviventes, além de equipamentos específicos para fazer varredura no interior de montanhas de escombros e câmeras térmicas.  De acordo com a Prefeitura, o edifício era ocupado por um movimento social, o que dificultou a procura por vítimas nos destroços.

* Na edição 111 (junho), haverá uma matéria trazendo mais informações sobre esta ocorrência.



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REPORTAGEM ESPECIAL
Ameaça no céu e na terra

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO:
Divulgação Polícia Militar do Estado de São Paulo

Mesmo sendo crime no Brasil, a soltura de balões com fogo possuem uma grande incidência anualmente, principalmente, nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro


Em junho de 2011, um balão livre não tripulado,  conhecido também popularmente como balão junino, provocou um incidente grave envolvendo uma aeronave comercial de transporte de passageiros. Poucos minutos após decolar do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro/RJ, com destino para o Aeroporto Internacional de Confins, em Belo Horizonte/MG, o avião colidiu com o banner de plástico carregado por um balão a 12 mil pés (3.600 metros) de altura. Em consequência desta colisão, os tubos pitots, que colhem os dados da pressão do ar para indicação de velocidade, foram obstruídos, causando a desconexão do piloto automático e a degradação dos sistemas de navegação, obrigando a tripulação a enfrentar condição de velocidade não confiável até o pouso, fato que poderia ter causado um grave acidente aéreo, conforme classificado pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos).

Assim como este incidente, os balões livres não tripulados podem causar outros problemas à aviação, pois não são detectados por radares e dificultam o trabalho de pilotos e controladores de voo, provocam riscos que envolvem desde uma colisão com aeronaves até a necessidade de manobras evasivas abruptas e a interrupção de pousos e decolagens nos aeroportos, acarretando atrasos e custos financeiros para todo o setor. Mas, eles também podem causar danos à rede elétrica e cair em florestas, residências e indústrias, provocando incêndios de grandes proporções, além de colocar em risco a segurança da população em solo. É válido destacar que mesmo os balões denominados ecológicos, apesar de não causarem incêndios por não terem fogo, também põem em risco o tráfego aéreo.



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ENTREVISTA
Segurança no voo

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Arquivo Pessoal

Médica da Divisão de Medicina de Aviação do Grupamento Águia fala sobre a importância da preparação dos profissionais de resgate aeromédico


Há 17 anos trabalhando no Águia, Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar do Estado de São Paulo, a capitão Fabiana Maria Ajjar, médica responsável pela Divisão de Medicina de Aviação, fala sobre a evolução do resgate aeromédico e a importância da qualidade de vida, saúde e bem-estar dos profissionais que atuam no setor. Com especialização em Medicina Aeroespacial pela FAB (Força Aérea Brasileira), Fabiana conta sobre o trabalho da Divisão junto aos tripulantes, no que diz respeito à avaliação clínica e psicológica, ressaltando as principais doenças que atingem e afastam os profissionais do voo.

Em entrevista à Emergência, ela também fala sobre os treinamentos e as certificações realizadas no Grupamento, visando sempre a Segurança de Voo. Além disto, Fabiana também comenta sobre os desafios da profissão e a busca pelo reconhecimento da área de Medicina Aeroespacial como especialidade médica.

PERFIL
FABIANA MARIA AJJAR
Natural de Vinhedo/SP, a capitão médica Fabiana Maria Ajjar, graduada em Medicina pela Universidade de São Francisco (1994), ingressou no GRPAe (Grupamento de Radiopatrulha Aérea), da Polícia Militar do Estado de São Paulo, em 2001. Ao longo de sua carreira realizou diversos cursos e especializações nacionais e internacionais como Medicina Aeroespacial, pela FAB (Força Aérea Brasileira), Gerenciamento a Catástrofes SAMU Internacional (Sevilha/Espanha), Perícias Médicas, pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), entre outros. Além de instrutora de cursos de formação de enfermeiros e médicos de bordos, pilotos e tripulantes do GRPAe, atualmente, Fabiana é Chefe da Divisão de Medicina de Aviação do grupamento, Medica Intensivista - Diarista da UTI Neurológica do Hospital Samaritano São Paulo e membro efetivo do Conselho de Voo GRPAe.

COMO SE INTERESSOU PELA ÁREA DE EMERGÊNCIA E EM ESPECIAL PELO TRANSPORTE E RESGATE AEROMÉDICO?
Eu me interessei pela área de Emergência na faculdade e, em 1994, fiz treinamento e estágio no Corpo de Bombeiros, na área de atendimento pré-hospitalar terrestre, junto a um projeto da Unicamp com o resgate de bombeiros, no interior de São Paulo. Me identifiquei tanto com a área que continuei frequentando a Corporação mesmo após o término do estágio. Sempre gostei de atender doente crítico e, quando me formei, fui morar em São Paulo/SP e fui fazendo todos os cursos ligados ao APH, com o objetivo de ingressar no antigo SAMU, atual GRAU (Grupamento de Resgate e Atendimento a Urgências). Em 1998, terminei a residência de Terapia Intensiva, prestei concurso no GRAU e passei. Nesta época, eu trabalhava na UTI e também no pré-hospitalar pelo GRAU. Em 2001 eu entrei para a Polícia Militar e, por ter experiência no pré-hospitalar e me identificar muito com a área, fiz estágio no Grupamento Aéreo da PM, conhecido como Águia, sendo transferida para lá em 2001, no qual já trabalho há 17 anos. Estando na PM eu consegui fazer todos os cursos relacionados à Medicina de Altitude, Segurança de Voo e Investigação de Acidentes Aeronáuticos, junto à FAB (Força Aérea Brasileira). Em 2005, fiz a especialização em Medicina Aeroespacial no IMAE (Instituto de Medicina Aeroespacial na FAB) e fui fazendo os demais cursos de Aviação relacionados a parte médica e pré-hospitalar. Dentro do Águia eu tive a oportunidade de fazer o atendimento pré-hospitalar e inter-hospitalar, além de trabalhar na UTI do Hospital da PM, no primeiro ano, como Oficial Médica. Sou responsável pela UIS (Unidade Integrada de Saúde), desde 2001, pela Seção de Resgate Aeromédico, desde 2015 e, neste ano, assumi a Divisão de Medicina de Aviação do grupamento.



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ARTIGO
Edifícios seguros contra incêndio

AUTOR: Antonio Fernando Berto

FOTO: Shutterstock

A importância do controle das características de reação ao fogo dos materiais constituintes das edificações, com destaque para aqueles empregados nas fachadas e coberturas


A Segurança Contra Incêndio nas edificações deve ser equacionada considerando os parâmetros que definem as situações de risco e os objetivos que devem ser alcançados. Estes objetivos envolvem uma ou mais das seguintes situações: segurança da vida humana; redução de perdas materiais diretas; garantia da continuidade das operações que são conduzidas na edificação; limitação de danos sociais; proteção do patrimônio histórico e artístico; entre outros. O risco é definido por um conjunto de variáveis, características de cada edificação, que podem ser enquadradas em quatro categorias: ocupação da edificação; natureza da edificação (altura, área, sistema construtivo, materiais empregados, etc.); características da população; e localização.

Considerando a natureza complexa do fenômeno do incêndio, a solução do problema deve, inevitavelmente, levar em conta uma abordagem sistêmica, que se inicia no projeto e se estende por toda a vida útil da edificação e que faça frente ao risco de incêndio considerando a subdivisão do problema geral em problemas parciais. Tal abordagem deve partir da composição de subsistemas voltados para a solução de cada um destes problemas parciais, que devem ser tratados de forma independente, assegurando-se que mantenham entre si a interação necessária para garantir o cumprimento dos objetivos traçados.



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ARTIGO
Tubulações para sprinklers

AUTOR:
Rafael Turri

FOTO: Shutterstock

Artigo apresenta produtos disponíveis no mercado e os aspectos normativos a serem observados, entre outras questões

Antes de começar a descrever cada uma das possíveis tecnologias para instalações de redes de sprinklers, é importante salientar que todo projetista ou instalador deve estar atento aos aspectos normativos referentes aos tubos e conexões que escolher antes de especificá-los em um projeto ou iniciar a instalação. No Brasil, a norma que especifica os requisitos técnicos dos materiais é a ABNT NBR 10.897 - Sistemas de proteção contra incêndios por chuveiros automáticos. Sendo assim, todas as tecnologias citadas neste artigo e demais normas de referência encontram anteparo neste documento.

A seguir, encontra-se uma descrição sucinta de cada uma das principais tecnologias disponíveis para instalação de redes de combate a incêndio por chuveiros automáticos.

AÇO AO CARBONO
O aço ao carbono é um produto tradicional e facilmente encontrado no mercado brasileiro. Esta tecnologia contempla a utilização de conexões roscadas e soldadas. É uma excelente escolha para obras nas quais não há grande complexidade de execução e os prazos de entrega não são apertados.



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ARTIGO
Perfil do trauma em idosos no APH

AUTORES:
Ricardo Phelippe Estevam e Miller Fontes Brandão

FOTO:
André Trabuco

Estudo tem como objetivo identificar o perfil dos traumas sofridos por idosos em domicílio, atendidos por um serviço móvel pré-hospitalar privado em Salvador/BA

Nas últimas décadas, em países em desenvolvimento como o Brasil, a expectativa de vida média da população tem apresentado uma tendência de crescimento elevada, muitas vezes, maior que o próprio crescimento econômico e social, e ao acesso aos serviços de saúde e prevenção, conforme IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Estima-se que em 2020 a quantidade de idosos será de 28,3 milhões e a prospecção de 2050 é de 64 milhões. Estas estimativas apontam para as consequências desta mudança demográfica, não apenas no âmbito econômico-social, como também para o SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo K. S. M. Abrantes et. al., a queda da mortalidade entre os jovens, associada à queda da fecundidade e aumento da escolaridade, vem transformando paulatinamente a estrutura da população brasileira.

Estas pessoas, chamadas idosas, exercem participação ainda ativa na sociedade, resultado dos constantes esforços em promover uma forma de vida mais saudável e, também, a busca particular de novidades culturais e recreativas. De acordo com M. C. S. Camargos e M. R. Gonzaga, esta modificação no estilo de vida acontece, em sua grande maioria, nos centros urbanos, onde a ausência de acessibilidade nos espaços domésticos e públicos expõe os idosos ao risco de acidentes.



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ARTIGO
Extintores pelo mundo

AUTOR:
Sérgio Pastl

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares/Estúdio Boom

Artigo traz uma breve noção sobre os tipos de agentes e as classes de incêndio, abordando ainda os modelos que existem fora do Brasil

Os extintores de incêndio foram criados para eliminar focos de incêndio logo no seu início, ou seja, para princípios de incêndio. Eles substituíram os baldes de água na prevenção de edificações, os quais eram construídos de chapa de zinco nº 24, e colocados a cada 75m² de área construída. Se naquele quadrante existiam líquidos inflamáveis ou combustíveis, próximos a motores, por exemplo, então eram preenchidos com areia, segundo Orlando Secco.

Francisco Celestino Ferigolo diz que, pedagogicamente, dividimos os incêndios, quanto ao combustível, em quatro classes, a saber: Classe A (madeira, papel, tecidos), que queimam em profundidade e deixam resíduos, brasas, sendo que o método mais adequado à extinção nesta classe é o resfriamento; Classe B (Líquidos e gases inflamáveis), que  queimam em forma de nuvem, sendo que o método mais adequado à extinção nesta classe é abafamento ou a extinção química; Classe C (material eletricamente energizado), que oferece risco de eletrocussão, sendo que o método mais adequado à extinção nesta classe é o abafamento; e Classe D  (metais pirofóricos, como magnésio, alumínio e ligas leves), sendo que o método mais adequado à extinção nesta classe é o abafamento ou a extinção química. No entanto, há divergência entre as classes de incêndio na Europa, América e Ásia.




Veja a bibliografia usada neste artigo.





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ARTIGO
Enfrentando o câncer

AUTOR:
NFPA Journal Latinoamericano*

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares/Estúdio Boom

Corpo de Bombeiros de Boston adota práticas destinadas a proteger os bombeiros contra a doença

Numa tarde radiante da Nova Inglaterra, em julho de 2016, o bombeiro de Boston (Massachussetts, Estados Unidos) Glenn Preston, e seu filho de oito anos, Jake, contavam piadas no carro a caminho de Fenway Park para assistir, como todos os anos pai e filho juntos, ao jogo dos Red Sox. Quando subiram à autoestrada, o telefone de Preston começou a tocar. Ao ver um número desconhecido na identificação de chamadas ele se preparou para as más notícias.

Dois dias antes, os médicos do Centro Médico Dana Faber, em Boston, tinham feito uma biópsia de uma massa do tamanho de uma laranja extraída do peito de Preston. Para não preocupar sua família, ele não tinha falado da biópsia com a esposa nem com seus quatro filhos pequenos. Durante semanas ele se esforçou para esconder a respiração superficial e o cansaço extremo quase constantes. Ele não tinha mencionado as dores no peito ou como, às vezes, quando espirrava, sentia como se lhe tivessem atirado um arpão no peito, caindo de joelhos.

* Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright© 2017, National Fire Pro­tection Association, Quin­cy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. O artigo, de autoria de Jesse Roman, foi publicado originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de junho de 2017, páginas 26 a 33.




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Fórum Revista Emergência
Segundo dados registrados pelo Corpo de Bombeiros de Boston (Massachusetts/EUA), a cada três semanas, um bombeiro da cidade recebe um diagnóstico de câncer ocupacional. O artigo da NFPA, divulgado nesta edição, traz estatísticas e fatos sobre a doença que afeta a categoria. Conforme estudos, desde 1990, cerca de 190 bombeiros de Boston morreram da doença, consequência da exposição a produtos químicos cancerígenos absorvidos pelos pulmões, olhos, nariz e pele, durante combate a incêndios. Diante dos fatos, o Corpo de Bombeiros de Boston adotou diversas ações como fornecer e obrigar o uso de equipamentos de proteção individual, disponibilizando também dois conjuntos para cada profissional, reduzindo a exposição ao equipamento sujo e garantindo um conjunto limpo no início de cada turno, entre outras atividades em parceria com demais órgãos públicos. Na sua opinião, que ações estão sendo feitas para evitar que doenças como esta afetem os profissionais brasileiros? Entre em nosso fórum de discussão, acesse www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
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