Expo 2019 - Banner 01
Rava Campos Banner 1 - Abril 2019
Banner 01 - Laerdal 08-2019
 
 
    Eventos
    Geral
    Legal
    Leia na Edição do Mês
    Ocorrências
    Produtos & Serviços
    Últimas Notícias
Banner - 5 - Expo Proteção e Expo Emergência
Banner - 5 - Bombeiro Brasil
E Superguianet - Banner 5
Banner - 5 - APH
Banner - 5 - Workeshops Emergência


Você está em: Edições / Ed. 5/2019
 
Edição 5/2019
REPORTAGEM ESPECIAL
Foco na prevenção

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO CAPA : Colin Dewar/Shutterstock.com

Estudo traz estatísticas e estratégias de redução de incêndios florestais, ressaltando a importância de investimentos na área

Segundo estudos, todos os dias, em algum lugar do mundo (com exceção das regiões polares), milhares de hectares de florestas, cerrados, campos, plantios agrícolas, entre outros, sofrem com incêndios florestais. Somente no Brasil foram registrados, em 2017, cerca de 207.633 focos de calor, dado este que deixou o país com o primeiro lugar no ranking de países com maior número de focos por km². Estes dados foram retirados do estudo "Estratégias para redução de incêndios florestais no Brasil: uma proposta para os Corpos de Bombeiros do Brasil", realizado por militares do CBMMT (Corpo de Bombeiros do Mato Grosso) e apresentado no XVII Senabom 2018.

Levando em consideração que a prevenção e combate a este tipo de ocorrência é uma das inúmeras missões dos corpos de bombeiros, a pesquisa tem como objetivo apresentar algumas estratégias para redução de incêndios florestais no país, sob a ótica das corporações militares. "Embora no Brasil tenham sido registrados os mais altos índices de focos de calor em 2017, entre cinco países pesquisados, os órgãos responsáveis pelo enfrentamento, em particular os Corpos de Bombeiros, não utilizam estratégias adequadas, os registros inexistem ou são incompletos, e estas corporações destinam pouquíssimos recursos material, pessoal e financeiro em comparação com outros países", afirma o coronel Paulo André da Silva Barroso, Secretário Executivo do Comitê de Gestão do Fogo/SEMA e um dos autores da pesquisa. O estudo também teve a participação do capitão Leandro Jorge de Souza Alves.

Confira a reportagem completa na edição de maio da Revista Emergência.



----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ENTREVISTA
Novos projetos

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Comunicação Social/CMBSC

Novo comandante-geral do CBMSC fala sobre os planos de sua gestão, ressaltando projetos com a comunidade e a construção de um Laboratório do Fogo

Atuando no Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina há cerca de 32 anos, o coronel BM Edupércio Pratts foi nomeado, em 07 de fevereiro de 2019, novo comandante-geral da corporação. Em relação à sua gestão, Edupércio enfatiza a criação e continuidade de projetos de atividades operacionais e preventivas. "Uma das iniciativas do comando é fazer avançar a proposta para construção de um Laboratório do Fogo, estrutura que seria inédita no Brasil", ressalta. 

Em entrevista à Emergência, o coronel também fala sobre a criação do BOA (Batalhão de Operações Aéreas) e a importância da unidade no atendimento às vítimas e intervenções em locais distantes. Ele também comenta sobre o uso de novas tecnologias como drones (RPAs) e softwares para uso de profissionais e comunidade como um todo e sobre a criação de novos projetos comunitários em praias e escolas da região, fortalecendo assim a cultura de prevenção no Estado.

A PARTIR DE TODA A SUA TRAJETÓRIA, O QUE SIGNIFICA PARA O SENHOR ALCANÇAR O POSTO DE COMANDANTE-GERAL DO CBMSC?
Assumir o comando de uma Corporação como o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina é uma honra, a qual vem associada de grande responsabilidade com a segurança de toda população catarinense e dos turistas que visitam nosso Estado. Ao longo da minha carreira tive a oportunidade de atuar em diversas áreas da corporação, passando por diversas atividades operacionais e administrativas gerenciais, as quais me prepararam para este momento, para o qual estou motivado e dirigindo todos os meus esforços.

Confira a entrevista completa na edição de maio da Revista Emergência.



----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ATUALIZANDO
Desabamento no Rio

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Divulgação/CBMERJ

Operação de busca e salvamento das vítimas durou nove dias

Dois prédios residenciais desabaram, em 12 de abril, na comunidade de Muzema, no Rio de Janeiro/RJ. Ao todo, 21 pessoas morreram e dez ficaram feridas. Segundo o CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro), três pessoas socorridas por moradores, que não estão contabilizadas nos números acima, morreram em unidades de saúde. "O primeiro atendimento foi feito pelos militares do quartel de Jacarepaguá/RJ que, ao chegarem ao local, se depararam com dois prédios já desabados e com populares tentando socorrer algumas pessoas, entre elas, duas vítimas já em óbito", afirma a Assessoria de Comunicação do CBMERJ.

Por nove dias consecutivos, cerca de cem militares por dia trabalharam na busca e resgate pelos desaparecidos. Segundo os bombeiros, o cenário de desabamento de edificação é um dos mais complexos, com vítimas presas pelas estruturas de concreto. "Num primeiro momento, foram utilizadas técnicas de busca do tipo humana, com o método de chama e escuta, e do tipo canina, utilizando o binômio (homem-cão)", explica o órgão. De acordo com o CBMERJ, um helicóptero foi utilizado para o resgate das vítimas. "Devido às condições desconhecidas das estruturas dos prédios entorno, os pilotos tiveram que realizar uma manobra na qual a aeronave não pousa".

Confira a matéria completa na edição de maio da Revista Emergência.



----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO
Segurança dos cidadãos

AUTOR: Francisco Luiz Telles de Macêdo

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Bombeiros refletem sobre a hipótese de se implantar no Brasil o enchimento fracionado de botijões de GLP

A sociedade brasileira tem acompanhado, com profunda tristeza e preocupação, o noticiário recente acerca de trágicos acontecimentos que resultaram em centenas de vítimas, muitas delas fatais, além de gravíssimos danos ao meio ambiente, à atividade econômica e à própria existência de inúmeras comunidades.

A ocorrência destes sucessivos desastres torna-se ainda mais lamentável porque eles poderiam ter sido evitados - ou no mínimo bastante atenuados - se as regras e os procedimentos de segurança tivessem sido levados a sério pelas empresas e pelos profissionais responsáveis em cada caso. Não se pode abrir mão do estrito cumprimento das normas que têm sido desenvolvidas e implantadas ao longo de décadas de experiência e conhecimento técnico. Não se pode de modo algum flexibilizar o rigor da fiscalização para favorecer interesses que colocam em risco a vida dos cidadãos. Nem sempre simplificações normativas trazem os benefícios almejados.

Confira o artigo completo na edição de maio da Revista Emergência.



----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO
Atendimento a queimaduras

AUTORES: Alexandre Paulino dos Santos e Natália Garcia Pires

Foto: Por Microgen; Shutterstock

Percepção da equipe de atendimento pré-hospitalar quanto à assistência de queimados

As queimaduras são lesões frequentes que geram sequelas físicas, fisiológicas e emocionais. Mesmo quando não levam a óbito, o sofrimento físico causado, muitas vezes, requer tratamentos que duram meses ou mesmo anos. Independentemente da extensão, todas as queimaduras são graves, lembram P. M. Prudente, R. C. Gentil, o Ministério da Saúde e o PHTLS. De acordo com o Ministério da Saúde, queimadura é definida como lesões decorrentes de agentes térmicos, químicos ou elétricos capazes de produzir calor excessivo que danifica os tecidos corporais e acarreta em morte celular, explicam o Ministério da Saúde e E. C. S. Vale.

No Brasil, estudos sobre o índice de incidentes com queimaduras apontam que estes vêm crescendo gradativamente, chamando a atenção dos profissionais de saúde para tal fato, relata C. O. Souza. Acidentes envolvendo queimaduras acontecem, na maioria das vezes, em ambiente domiciliar e estão relacionados a líquidos, tendo como maior público-alvo crianças e adultos do sexo masculino, esclarecem C. O. Souza, F. P. S. Oliveira, E. A. P. Ferreira e S. S. Carmona.

Confira o artigo completo na edição de maio da Revista Emergência.





---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO
Mudanças na lei

AUTOR: Fábio Pereira de Lima

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Análise da aplicação do Poder de Polícia pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul

Após a tragédia da boate Kiss, em Santa Maria no Rio Grande do Sul, em 2013, que provocou comoção nacional e conscientização sobre prevenção, com muita persistência e engajamento do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul), a Lei 4335/2013 foi aprovada e regulamentada meses depois do incêndio.

Desde o dia 27 de janeiro de 2013 o país não foi mais o mesmo. A tragédia ocorrida na boate Kiss, que vitimou 242 pessoas, provocou mudanças rigorosas nas legislações de Segurança Contra Incêndio em todo país. O Mato Grosso do Sul foi um destes estados, vindo a aprovar a Lei 4335/2013 em 10 de abril de 2013, considerada uma das mais rigorosas do país pelo seu teor. O destaque é que ela institui amplo Poder de Polícia ao Corpo de Bombeiros Militar do MS o que a legislação anterior não possuía.

Confira o artigo completo na edição de maio da Revista Emergência.




---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
ARTIGO
Em cumprimento

AUTOR: NFPA Journal Latinoamericano*

Foto: Justin Kral/Shutterstock

Quando um espaço oculto precisa ser protegido por sprinklers?


Uma pergunta frequente que recebemos sobre a NFPA 13, Instalação de Sistemas de Sprinkler, e sobre a localização dos sprinklers, diz respeito aos espaços ocultos não combustíveis. Percorrendo o corredor de qualquer edifício de escritório, hospital ou outra propriedade comercial que tenha um forro suspenso, você verá provavelmente sprinklers que protegem o espaço ocupado abaixo do forro. Mas eles são necessários no espaço acima do forro? O Capítulo 8 fornece uma lista abrangente dos espaços ocultos acima deste tipo de forro suspenso que não requerem sprinklers. O arranjo mais comum incluído na lista é também aquele que levanta mais perguntas.

A NFPA 13 permite a omissão de sprinklers nos espaços ocultos que são formados por materiais não combustíveis e materiais combustíveis limitados, sempre que tenham "uma carga combustível mínima". Em outras palavras, num espaço oculto sem sprinklers, o piso, o teto, as paredes e os elementos estruturais do espaço devem ser constituídos por materiais não combustíveis ou por quantidades limitadas de materiais combustíveis. Isto não proíbe a presença de outros materiais no espaço sempre que não sejam parte do piso, do teto, das paredes ou dos elementos estruturais e não existam em quantidades que já não podem ser consideradas "mínimas" pela autoridade competente.

*Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright © 2018, National Fire Protection Association, Quincy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. O artigo, de autoria de Matt Klaus, foi publicado originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de setembro de 2018, páginas 10 a 11.

Confira o artigo completo na edição de maio da Revista Emergência.




---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
NEWS EXPO EMERGÊNCIA

7º Seminário Nacional de APH

Por
Redação Revista Emergência

Foto: Paula Barcellos

Evento acontecerá dentro da programação da Expo Emergência

Está chegando a próxima edição da Expo Emergência (11ª Feira de Resgate, Atendimento Pré-Hospitalar, Combate a Incêndio e Emergências Químicas). Os interessados em participar do evento que acontecerá nos dias 7 a 9 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, podem solicitar o seu crachá gratuitamente no site www.expoemergencia.com.br. O evento que acontece paralelamente à 8ª Expo Proteção (Feira Internacional de Saúde e Segurança no Trabalho), contará com expositores, que apresentarão as últimas novidades em produtos e serviços ao setor de Emergência. Além disto, a Expo Emergência contará com uma extensa programação de workshops, palestras e competições para aprimorar os conhecimentos técnicos dos profissionais participantes.

Entre os destaques da programação, no dia 9 de agosto, acontece o Seminário Nacional de Atendimento Pré-Hospitalar de Emergências e de Resgate de Acidentados. O evento que chega na sua 7ª edição, tem como tema os desafios e as tendências do APH no Brasil. "Para este ano, temos a expectativa de um público maior durante o evento, visto que foi feito um levantamento em algumas redes sociais, para ver quais são os temas que são sugeridos pelos profissionais que estão diretamente atuando nos serviços de APH e que podem ser abordados durante o evento", destaca o médico Antonio Onimaru, coordenador do SAMU 192 de Embu das Artes/SP e um dos coordenadores do Seminário de APH.

Confira a matéria completa na edição de maio da Revista Emergência.






--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Fórum Revista Emergência

Com o objetivo de aumentar a segurança contra incêndio em edificações e áreas de risco destinadas aos estabelecimentos assistenciais de saúde, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) publicou, no dia 15 de abril, a NBR 16.651 - Proteção contra incêndios em estabelecimentos assistenciais de saúde (EAS), elaborada pelo Comitê de Proteção Contra Incêndio em Hospitais, do CB-24 (Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio). O documento estabelece requisitos nas áreas de proteção passiva e ativa, capacitação, treinamento e procedimento em emergências. Além disto, a norma recomenda áreas de refúgio, que devem ser devidamente compartimentadas por barreiras corta-fogo e fumaça, com acesso direto a pelo menos uma escada, rampa ou saída para área externa, evitando a evacuação de pacientes conectados a máquinas, em caso de uma emergência. A norma pode ser adquirida em https://www.abntcatalogo.com.br/norma.aspx?ID=415152. Na sua opinião, a NBR 16.651:2019 trará as devidas melhorias necessárias neste setor? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/APH.Revista.Emergencia/, ou www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
Expo 2019 - Banner 06
 

 
 
© Copyright 2009 - Revista Emergência. Todos direitos reservados.
Rua Domingos de Almeida, 218 - 93.510-100 - Novo Hamburgo - RS - Brasil. Central de Atendimento: 51 2131.0400
Outras Publicações Revista Emergência Nossos Eventos Eventos Emergência SuperGuiaNet Loja Virtual Legislação
Entidades Estatísticas Download Fale Conosco
Loft Digital