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Você está em: Edições / Ed. 6/2017
 
Edição 6/2017
REPORTAGEM DE CAPA
CONSTANTE EVOLUÇÃO

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO
Capa: Marcelo Camargo/ABr

Equipamentos evoluíram na fabricação e qualidade, mas especialistas alertam para a necessidade da certificação compulsória

Em constante evolução e aperfeiçoamento, as mangueiras de combate a incêndio são equipamentos indispensáveis no trabalho diário desenvolvido pelos bombeiros e brigadistas. Sendo um duto flexível dotado de uniões, o uso adequado das mangueiras deve seguir normas brasileiras, no que rege à fabricação, manutenção, certificação e outros aspectos do produto. "Para o uso correto das mangueiras, devem ser observadas as normas vigentes até o momento, sendo a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) NBR (Norma Brasileira Regulamentadora) 11.861 (Mangueiras de Incêndio), Portaria 148 de 13 de março de 2015 do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), ABNT NBR 14.349 (Uniões para mangueiras), ABNT NBR 12.779 (Inspeção e Manutenção de Mangueiras) e as Instruções Técnicas das corporações de Bombeiros locais", destaca o engenheiro Mecânico, Luciano Fontes, gerente de produção da Metalcasty, empresa fabricante de mangueiras.

Entre os diferentes tipos de incêndio, divididos nas classes A, B, C e D, é necessário distinguir qual o tipo de mangueira correta para o atendimento da ocorrência. "De acordo com a ABNT NBR 11.861, o critério de escolha de mangueira de incêndio está em seu tipo, o qual garante desempenho apropriado e maior durabilidade da mangueira. Esta escolha deve obedecer a alguns critérios tais como, local destinado para uso da mangueira; pressão máxima de trabalho a que será submetida; e as condições de abrasividade", enfatiza Geraldo de Jesus, diretor da CM Couto Coutoflex, empresa fabricante de mangueiras.

De acordo com Maurício Feres, coordenador da Comissão de Estudos de Mangueiras de Combate a Incêndio e Acessórios da ABNT/CB 24 (Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio), "o uso de mangueiras de incêndio é recomendado em incêndios onde o uso da água como agente extintor é compatível com os materiais que estão em combustão". Por isto, é importante para o uso da mangueira de combate a incêndio, a identificação do tipo de edificação, o tamanho do risco, bem como das condições de uso em que o equipamento estará sendo submetido, principalmente no que diz respeito à abrasão e o contato com produtos químicos.



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ENTREVISTA
Gestão de emergências

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Arquivo Pessoal

Especialista e instrutor em emergências ressalta a importância de planejamentos estratégicos para controle de incidentes e desastres

Formador de instrutores pelo NSC (National Safety Council), dos Estados Unidos, há mais de 20 anos, e gestor de emergências, Randal Fonseca atualmente está participando do desenvolvimento de um sistema de informática, com softwares dedicados à Gestão de Emergências para empresas e comunidades de língua oficial portuguesa. Segundo ele, a função essencial do gestor de emergências é alertar as organizações e populações a manter estado natural de prontidão para responder a emergências de quaisquer magnitudes. "As ações em emergências não podem decorrer de improvisos. Elas precisam ser o resultado de planos estratégicos bem estruturados, testados e aprovados, para cada tipo de incidente que possa ocorrer em determinado local", afirma o especialista.

Em entrevista à Emergência, Fonseca fala sobre o despreparo dos gestores de empresas brasileiras, bem como das autoridades, no que diz respeito à gestão de emergências. Ele ainda ressalta técnicas e métodos utilizados no exterior, mostrando a importância de se ter profissionais qualificados e população informada para diminuir os danos causados pelos desastres.

PERFIL RANDAL FONSECA
Graduado em Análise de Desenvolvimento de Sistemas pelo IAG (Instituto de Administração e Gerência da PUC-Rio), em 1968, e graduado em História (Licenciatura plena) e pós-graduado em História Sociocultural pela FESB (Fundação Municipal de Ensino Superior de Bragança Paulista/SP), em 2005 e 2007 respectivamente. Fonseca possui diversas especializações na área de Emergência e obteve o mais alto grau de formação como instrutor de mergulho autônomo em 1989, pela SSI (Scuba Schools International) e instrutor de emergências médicas (1994) e condução defensiva (2000) pelo NSC (National Safety Council), ambas instituições americanas. Ao longo destes anos participou de diversas operações de busca e salvamento aquático e subaquático, desenvolveu e implantou sistemas de Emergências Médicas e Planos de Ações em Emergências para empresas nacionais e multinacionais e traduziu, editou e publicou materiais didáticos do NSC. Além disto, Randal Fonseca acaba de lançar o livro Emergências Complexas - Gestão para resiliência.

COMO E QUANDO INICIOU O SEU INTERESSE PELA ÁREA DE EMERGÊNCIA?
Em 1973, apareceu uma oportunidade de trabalho numa companhia de aviação com sede em Dallas, a Braniff Airways. Neste mesmo ano, o presidente Richard Nixon promoveu o SEM (Sistema de Emergências Médicas), adotando a Estrela da Vida como símbolo para substituir a cruz abóbora sobre o fundo branco que confundia com o símbolo da Cruz Vermelha e, nesta época, os tripulantes das aeronaves foram incluídos como os primeiros leigos a aprenderem RCP (Ressuscitação Cardiopulmonar). Em 1977, ainda trabalhando na Braniff Airways, aprendi a mergulhar com equipamento de respiração autônoma e decidi voltar ao Brasil para fundar a primeira escola de mergulho dedicada exclusivamente à observação da vida marinha. Por ser uma atividade de risco, os cursos de mergulho incluem ensinamentos de resgate e salvamento, primeiros socorros, RCP e administração de oxigênio. Foi assim que entrei em contato com o NSC (National Safety Council - Conselho Nacional de Segurança) e firmei, em 1994, um acordo para traduzir os programas de resposta a emergências para o idioma português. Hoje, estou trabalhando no desenvolvimento de softwares que possibilitam determinar vulnerabilidades a riscos, emitir relatórios com soluções de tratamento para alcançar níveis razoáveis de resiliência a desastres, a custos pré-definidos, por meio do compartilhamento de recursos entre empresas e comunidades integradas em rede. Os sistemas de monitorização operam com tecnologia de Internet das Coisas (que conecta dispositivos eletrônicos sem intervenção humana), formando núcleos cooperativados de auxílio mútuo por regiões.



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ATUALIZANDO
Unificação do serviço

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
CBV Três Marias

Proposta coloca corporações não militares sob responsabilidade do CBMMG

Está em tramitação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais o PL 3.862/2016, de autoria do Governador Fernando Damata Pimentel. Segundo a proposta, as atividades das corporações voluntárias e civis, entre outras não militares, ficarão sob responsabilidade do CBMMG (Corpo de Bombeiros Militar de MG), sendo coordenadas e fiscalizadas pela corporação. 

As corporações voluntárias, que estão presentes há 20 anos no estado, se mostram um pouco apreensivas diante da proposta. "Entendemos que é importante a regulamentação dos serviços de bombeiros. No entanto, o PL 3.862/2016 está vinculando todo o serviço prestado ao CBMMG, o que nos preocupa, uma vez que a maior parte destas instituições prestam atendimento em municípios que não possuem unidade dos bombeiros militares, pois estes não estão presentes em todo o estado", explica Fabrício de Oliveira Coelho, presidente da Associação de Bombeiros Voluntários de Três Marias/MG. Segundo ele, o fortalecimento do trabalho dos voluntários em conjunto com os militares tem como objetivo cobrir esta lacuna do serviço.



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ARTIGO
Epidemiologia em APH

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares | Estúdio Boom

AUTOR:
Wender Antonio de Oliveira*

Estudo propõe a criação de um banco de dados nacional de Urgência e Emergência para auxiliar na gestão do SAMU

Com os avanços da tecnologia com aplicação na prevenção, diagnóstico e tratamento de enfermidades, podemos aprimorar a assistência integral ao paciente. Nesta ótica, o tema que concerne à humanização sobre os serviços de saúde vem sendo cada vez mais debatido entre profissionais da área, fomentando um pensamento para que tal humanização seja passível de implantação de maneira indissociável no antes, durante e após o atendimento ao paciente. Neste sentido, o denominado APH (Atendimento Pré-Hospitalar) figura como um objeto de atenção por parte da sociedade de maneira geral, tanto por meio dos veículos midiáticos, quanto - e especialmente - junto aos profissionais envolvidos nesta modalidade de atendimento. Assim, os órgãos do governo passam a lançar seu enfoque na organização deste tipo de atenção à saúde, apresentando este modelo como um assunto em debate, a fim de organizar melhor a discussão em todos os meios.

O Ministério da Saúde determina o APH como a assistência que é prestada em nível inicial de atenção aos portadores de quadros agudos, clínicos, traumáticos ou psiquiátricos, enquanto ocorrem fora do ambiente hospitalar, podendo resultar em sequelas ou mesmo no óbito do paciente. Um dos principais cuidados que concernem ao APH é quanto ao traumatismo cranioencefálico, uma agressão ao cérebro que não é de natureza degenerativa ou congênita, mas sim, causada por conta de força física externa, que pode causar um estado reduzido ou mesmo alterado de consciência, resultando no comprometimento de habilidades cognitivas, funcionamento físico, distúrbios de funcionamento comportamental ou emocional.

* Este artigo foi originalmente publicado na Revista de Saúde da Faciplac - RSF, volume 3, n.2 (2016).



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ARTIGO
Recarga de GLP

AUTOR:
Adriano Horta Loureiro

FOTO:
Arquivo Distribuidora Supergasbras

Enchimento remoto parcial de botijões gera risco para o consumidor e para a população

Em 2011, orgulhosamente a Nigéria declarou que estava instalando unidades remotas de enchimento total ou parcial de recipientes de GLP, conforme quantidade desejada pelo consumidor, com destaque na rapidez com que se enche um recipiente e que podem ser cheios vasilhames de qualquer capacidade.

Esta "suposta" rapidez tornou invisíveis as questões técnicas, necessárias para garantir a segurança do operador, da operação e dos consumidores. Ou seja, procedimentos de segurança foram negligenciados e desprezados.

Era questão de tempo para toda esta operação resultar em uma tragédia, e o tempo chegou cerca de quatro anos depois. No Natal de 2015, uma tragédia envolvendo este enchimento remoto de recipientes em uma comunidade da Nigéria, matou mais de cem pessoas após a explosão do veículo que realizava a operação.

No Brasil, é cogitada a hipótese de aprovação, pelos órgãos reguladores, de enchimento remoto e parcial ou enchimento em postos de combustíveis de recipientes transportáveis. O funcionamento de centenas de milhares de pontos de envasamento espalhados pelo país poderá trazer, além de aumento do custo unitário, uma incalculável quantidade de fraudes impossíveis de serem detectadas e combatidas como, por exemplo, botijões com 2 kg sendo vendidos como se tivessem 4 kg, o que, além do prejuízo ao consumidor, implica em risco para sua segurança.



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ARTIGO
Atuação integrada

AUTORES:
Raphael do Couto Pereira e Airton Bodstein

FOTO:
Rafhael do Couto Pereira

A experiência da Coordenação Civil-Militar na passagem do furacão Matthew no Haiti

Um furacão de classe 4, com ventos de mais de 235km/h atingiu o Haiti violentamente em 2016, país mais pobre do continente americano, causando a maior crise humanitária desde o terremoto de 2010, pois aliado a isto o número crescente de casos de cólera e desnutrição já vinham aumentando. Mas a preparação e a rápida resposta proporcionada pela aplicabilidade do conceito da Coordenação Civil-Militar e a capacidade expedicionária do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais proporcionaram o posicionamento do efetivo militar na área de maior risco e com populações mais vulneráveis, antes da passagem do furacão, para ações preparatórias e de resposta ao desastre. O Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais (GptOpFuzNav) é uma organização por tarefas, nucleada por tropa de Fuzileiros Navais, constituída para o cumprimento da missão específica agrupando os seus elementos componentes de acordo com a natureza de suas atividades. No Haiti, a Marinha do Brasil possui um GptOpFuzNav atuando em conjunto com as tropas do Exército e Aeronáutica.

Este artigo tem por objetivo descrever como as capacidades expedicionárias de uma tropa profissional e a coordenação interinstitucional entre civis e militares, pela Coordenação Civil-Militar, são essenciais para as ações de preparação e resposta aos grandes desastres. Podendo ser um modelo para as ações de integração entre militares, órgãos e agências envolvidas na Defesa e Segurança Civil no cenário brasileiro.



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EXPO EMERGÊNCIA
Expo Emergência será um evento Cárdioprotegido

AUTOR:
Redação Revista Emergência

FOTO:
Valdir Lopes

Projeto visa garantir assistência pré-hospitalar integral aos participantes

Entre os dias 16 e 18 de agosto, acontecerá no Expo Center Norte, em São Paulo/SP, mais uma edição da Expo Emergência - 10ª Feira de Resgate, Atendimento Pré-Hospitalar, Combate a Incêndio e Emergências Químicas. A solicitação gratuita dos crachás já pode ser realizada por meio da Loja Virtual Proteção (www.lojavirtualprotecao.com.br). O evento acontecerá paralelamente à Expo Proteção - 7ª Feira Internacional de Saúde e Segurança do Trabalho. As feiras contarão com mais de 300 expositores que apresentarão as últimas novidades em produtos e serviços disponíveis nos mercados. Sendo os maiores eventos de SST e Emergência do Brasil, as feiras contarão com uma programação extensa de seminários, debates, workshops e cursos técnicos para aprimorar e enriquecer os conhecimentos técnicos dos profissionais das áreas participantes. Nos três dias de eventos, são esperados mais de 50 mil visitantes.

A Expo Emergência contará com uma novidade nesta edição de 2017. Durante a feira será desenvolvido o projeto Cárdioprotegido, que visa garantir uma assistência pré-hospitalar integral a incidentes cardiorrespiratórios, como a parada cardiorrespiratória, aumentando as chances de sobrevivência das vítimas. O projeto tem como objetivo garantir o SBV (Suporte Básico de Vida) e Suporte do DEA (Desfibrilador Externo Automático), além de garantir a chegada do equipamento ao local do incidente em até cinco minutos, conforme preconizado pelas leis números 13.945/05 e 14.621/ 07 e pelo decreto nº 46.914/06 do município de São Paulo/SP. 

As feiras têm entrada gratuita e ficarão abertas das 13 às 21 horas, durante os três dias. Sendo realizadas pela Proteção Publicações e Eventos, a Expo Emergência e Expo Proteção são promovidas pelas revistas Emergência e Proteção, com o patrocínio da Metalcasty. Mais informações no site www.expoemergência.com.br ou entre em contato pelos telefone (51) 2131-0400 / (11) 4062-5454 / (11) 3129-4580 ou pelo e-mail treinamento@protecaoeventos.com.br.



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Fórum Revista Emergência

As ocorrências de acidentes domésticos registradas pelos órgãos de emergência têm aumentado muito nos últimos anos, principalmente com crianças. Diversos fatores dentro de uma residência podem contribuir para um acidente como móveis ou objetos pontiagudos, escadas, tapetes, tomadas elétricas sem proteção, fogão, baldes com água, entre outros. Segundo especialistas, desenvolver uma cultura de prevenção pode ser uma das soluções para diminuir os números. Diante desta necessidade, o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás criou o Laboratório de Prevenção em Acidentes Domésticos, composto por um cenário que representa vários cômodos de uma casa, no qual são ministradas palestras gratuitas, com demonstrações práticas, para adultos e crianças, com objetivo de orientar a população sobre os riscos existentes no dia a dia. Assim como a corporação goiana, outros órgãos também desenvolvem projetos neste sentido. Na sua opinião, como se encontram as ações de prevenção aos acidentes domésticos em sua região? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/defesa.civil.revista.emergencia/ ou www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro dos grupos, solicite a sua participação.



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