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Edição 6/2019
REPORTAGEM ESPECIAL
Facilidade no atendimento

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO CAPA: Soldado BM Jackson Jacques/CBMSC

Drones trouxeram mais segurança e agilidade aos profissionais que atuam nos atendimentos
à emergência


A utilização dos VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados), mais conhecidos como drones, já se tornou indispensável no atendimento de uma emergência. Recentemente, conforme descrito pelos entrevistados, este equipamento foi usado pelas corporações de bombeiros em ocorrências como: rompimento da barragem, em Brumadinho/MG, incêndio e desabamento de edifício no Largo do Paissandu, em São Paulo/SP, desabamento de dois prédios residenciais na comunidade de Muzema, no Rio de Janeiro/RJ, entre outros atendimentos. "O uso de drones no atendimento a emergências é de suma importância nos dias atuais. O equipamento permite filmagens e fotografias com melhores resoluções, melhorando a qualidade da identificação dos cenários acidentais, além de permitir repasse destas informações e dados em tempo real para o Centro de Comando. Desta forma, o comando da emergência pode tomar as melhores decisões e traçar estratégias e ações mais eficazes e assertivas para o atendimento da ocorrência", ressalta Marco Rocha, pós-graduado em Gestão de Emergências e Desastres e Segurança contra Incêndio e Pânico. No entanto, a função do drone vai muito além de filmar e fotografar. Em cenários de emergência, ele está sendo utilizado para resgatar e salvar vítimas, monitorar e reconhecer locais atingidos por um incêndio, desabamento, enchente, acidentes com produtos perigosos, entre outros sinistros, além de preservar a vida dos profissionais que atendem a todas estas ocorrências.

Confira a reportagem completa na edição de junho da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Foco na pesquisa

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Arquivo Pessoal

Presidente da ALBRASCI, coronel George Cajaty Barbosa Braga, fala sobre projetos na área de Segurança Contra Incêndio, ressaltando a importância de investimentos no setor

Dedicado à área de Segurança Contra Incêndio há mais de 25 anos, o coronel do Corpo de Bombeiros Militar do DF, George Cajaty Barbosa Braga, atual presidente da ALBRASCI (Associação Luso-Brasileira para Segurança Contra Incêndio), fala sobre metas e projetos da entidade no setor. Criada em 2010, a Associação tem como objetivo principal promover e desenvolver a Segurança Contra Incêndio, em Portugal e no Brasil, em relação à capacitação de profissionais e divulgação e conhecimento da área, bem como investigação e desenvolvimento tecnológico.

Em entrevista à Revista Emergência, o coronel George comenta sobre a importância de investimentos oriundos do governo e parcerias com outras entidades da área, para a evolução da Segurança Contra Incêndio como um todo no país, visando à segurança de pessoas, meio ambiente e patrimônio. Ele também cita os diversos trabalhos de pesquisa e fomento dos grupos de estudo dos quais é membro, voltados para a prevenção, combate e investigação de incêndio.

COMO E POR QUE ACABOU SE ESPECIALIZANDO NA ÁREA DE SCI E COMO CLASSIFICA A PESQUISA NO BRASIL QUANTO A ESTE SETOR?
No meu caso particular, aconteceu de o Corpo de Bombeiros Militar ter criado o Quadro Complementar de Oficiais, em 1994, quando ainda me encontrava fazendo mestrado em Física de Estado Sólido na UnB (Universidade de Brasília). Nesta época, foram contratados diversos profissionais voltados para a área técnica como engenheiros Civil, Eletricista, Mecânico e Químico, além de um físico, com alguns deles sendo direcionados para trabalharem no Centro de Investigação e Prevenção de Incêndios (hoje Diretoria de Investigação de Incêndio). Tornando a história mais curta, foi natural que, sendo a investigação de incêndio baseada no conhecimento técnico-científico, em pouco tempo me voltasse para a realização da pesquisa em incêndio, inicialmente na área de comportamento do fogo e dinâmica do incêndio. Logo em seguida, com a finalização do meu doutorado (2001), e a aprovação de projetos de pesquisa, a partir de 2006, por agências financiadoras, e com a experiência adquirida ao trabalhar de 2009 a 2011 no grupo de Tecnologia de Combate a Incêndio, do antigo Building and Fire Research Laboratory (hoje Engineering Laboratory), do NIST (National Institute of Standards and Technology), foi possível criar uma estrutura de pesquisa que permite realizar ensaios de bancada em materiais e ensaios em tamanho real de incêndio. Atualmente, realizamos diversos trabalhos voltados para a prevenção, combate e investigação de incêndio. Infelizmente, a pesquisa nas áreas de SCI no Brasil, mesmo após incêndios graves como Gran Circus Norte-Americano, na década de 60, Joelma e Andraus, na década de 70, Grande Avenida, na década de 80, ou os mais recentes, como da boate Kiss, Ultracargo, bem como Museus da América Latina, Língua Portuguesa e Nacional, ainda é muito incipiente comparada ao resto do mundo, em especial América do Norte, Europa e Ásia. Isto é um retrato de como a Segurança Contra Incêndio é vista no nosso país, onde nem mesmo ela existe como área de pesquisa na CAPES e só muito recentemente ela foi inserida como área de pesquisa no CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Confira a entrevista completa na edição de junho da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Risco de rompimento

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Defesa Civil de MG/Google Maps

Movimentação de talude em Barão de Cocais preocupa órgãos de emergência

Na segunda semana de maio, a Mineradora Vale emitiu um documento ao Ministério Público de Minas Gerais, informando que um dos taludes da Mina de Gongo Soco, localizada em Barão de Cocais/MG, está se movimentando e corre o risco de romper. Desde a emissão do documento, a Defesa Civil e demais órgãos estão monitorando a região. Como parte de ações preventivas de engenharia, a Vale iniciou, em 16 de maio, a terraplenagem para construção da contenção em concreto onde há risco de rompimento.

O Diretor de Operações da Vale, Marcelo Barros, reafirmou que foram adotadas todas as medidas preventivas para qualquer cenário e informou que as últimas análises da movimentação do talude apontam para a maior probabilidade de um deslizamento do material para dentro da cava. "Hoje temos mais elementos de análise sobre o comportamento do maciço, nos mostrando que está acontecendo um deslizamento para o fundo da cava. Com isto, há uma grande possibilidade do talude se acomodar dentro da cava, sem maiores consequências", diz.

Confira a matéria completa na edição de junho da Revista Emergência.



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ARTIGO
Bombeiros e atividade física

AUTORES: Roberson Aender Rufino e Francisco Sallas Louzada da Silva

Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Estudo analisa os níveis e a frequência de atividades físicas desenvolvidas pelos militares pertencentes ao 3º Batalhão de Bombeiros Militares de Blumenau/SC


Atividade física é definida como qualquer movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos, que resulte em gasto de energia, conforme explica D. C. Nieman. Segundo M. T. Mello et. al., o funcionamento normal do organismo requer uma integração harmônica entre sistemas e funções. Como o desenvolvimento da espécie humana se deu em ambiente em que se alternavam períodos de movimento e de repouso, a atividade física agiu como força evolutiva, moldando o funcionamento do organismo.

Nos dias de hoje, apesar da importância deste fato, a atividade física está sendo negligenciada, talvez pelo automatismo das ações diárias. Deste modo, as pessoas não se dão conta da importância do movimento no funcionamento geral do organismo, limitando-se a valorizar suas funções mais aparentes como capacidade de transporte e locomoção, relegando o sistema musculoesquelético a um papel secundário, ressaltam M. T. Mello et. al.

Ainda nesta linha de pensamento, V. Raso, J. M. D’Andrea e M. D. Polito salientam que, "existem diversos estudos científicos consistentes do efeito agudo e crônico do exercício físico como importante recurso redutor da magnitude da maioria das alterações deletérias relacionadas a agravos, distúrbios, doenças e ao envelhecimento".   

Confira o artigo completo na edição de junho da Revista Emergência.



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ARTIGO
Sprinklers sem certificação

AUTOR: Thais Tabernero Gomes

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

As responsabilidades civil e criminal no uso de chuveiros automáticos não certificados

Aparentemente, um sprinkler pode parecer um equipamento simples e sem alto rigor técnico. No entanto, ele é o "gatilho" que dispara automaticamente todas as ações de um Sistema de Proteção Contra Incêndio por Chuveiros Automáticos, cujo objetivo principal é a necessidade de proteger a vida e/ou patrimônio em um determinado local. Por isto, deve ser um dispositivo confiável e capaz de garantir os resultados esperados. Para produzir um único sprinkler certificado são necessários cerca de 150 processos de fabricação e de controle de qualidade. Ou seja, desde o recebimento da matéria-prima até a remessa do produto montado para o mercado são executadas 150 etapas, sendo que 80% delas são referentes ao controle de qualidade.

Portanto, executar um projeto sem a exigência de um sprinkler certificado, que garanta um sistema de segurança eficiente, obedecendo todas as legislações e regras, tem um risco altíssimo e implicações muito graves para todos os envolvidos neste projeto, sejam contratantes ou contratados. Se a liberação acontece por meio de uma vistoria sem cumprimento desta exigência, poderá haver prejuízo para todas as partes, já que a legislação vigente presume que agiram assumindo o risco de produzir um resultado danoso, mesmo que não tenha havido intenção. Por isto, sob a ótica penal, caso ocorra uma emergência e o sistema não funcione, causando danos à vida e ao patrimônio, pode-se configurar a prática de crime com dolo eventual.

Confira o artigo completo na edição de junho da Revista Emergência.





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ARTIGO
RCP de Alto Desempenho

AUTOR: Juliano de Figueiredo Silvério Alves

Foto: Mateus José Ferreira de Morais

A importância de fornecer uma técnica de alta qualidade para aumentar as chances de salvar uma vida

As diretrizes e recomendações sobre RCP (Ressuscitação cardiopulmonar) definem a maneira mais eficaz de realizar a RCP. Ainda assim, há uma lacuna na qualidade entre diretrizes recomendadas e a performance realizada pela maioria dos provedores. Na maioria dos casos, não estamos realizando a RCP tão bem quanto podemos. A RCP de alto desempenho é um conceito simples que melhora o desempenho da RCP por meio de habilidades de alta qualidade junto com a prática de abordagem em equipe, aumentando a chance de sobrevivência. Com o desenvolvimento dos conceitos de RCP de alto desempenho e habilidades de alta qualidade claramente definidas, a realização eficaz de uma abordagem de alto desempenho está se disseminando amplamente entre as organizações do SME (Serviço Médico de Emergência) nos EUA e em todo o mundo. Estes conceitos e habilidades podem ser aplicados por provedores do EMS (Emergency Medical Service) em locais de trabalho como em clubes, parques, piscinas, praias, por agentes da lei, bombeiros, seguranças, consultórios médicos e odontológicos, assim como em instalações diversas por meio de pessoas da comunidade.

Confira o artigo completo na edição de junho da Revista Emergência.




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ARTIGO
Desafios futuros

AUTOR: José Ananias Duarte Frota

Foto: Ten-Cel BM Watanabe e Ten-Cel BM Ricardo Esteves/CBMRJ

Desastres recentes pelo país alertam para as necessidades de fortalecimento do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil

Sobre o Estado de Calamidade Pública no Estado do Rio de Janeiro, em decorrência de fortes chuvas em abril passado, podemos avaliar a conjuntura atual e os futuros desafios do atual Governo Federal para a efetivação do Sistema Nacional de Proteção de Defesa Civil em nosso Brasil.

A realidade brasileira, neste contexto de desastres, pode ser caracterizada pela frequência dos desastres naturais cíclicos, especialmente as inundações em todo o país, seca na região Nordeste, e um crescente aumento dos desastres humanos, devido ao crescimento urbano desordenado, às migrações internas e ao fenômeno da urbanização acelerada sem a disponibilidade dos serviços essenciais.

É dever do Estado garantir a segurança global da população brasileira diante dos desastres. Isto significa estabelecer condições mínimas para o exercício pleno dos direitos fundamentais inscritos na Constituição Federal, dentre os quais o direito à vida, à saúde, à segurança pública e à incolumidade, em todas as circunstâncias.

Confira o artigo completo na edição de junho da Revista Emergência.




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ARTIGO
Responsabilidades definidas

AUTORES: Flávia Constantino da Vitória e Manoel Isidro de Miranda Neto

Foto: Rogério Calçada

Desenvolvimento de matriz de responsabilidade para desastres envolvendo transporte rodoviário de produtos perigosos

Antes do período de expansão industrial, o Brasil tinha como principal sistema de transporte o modal ferroviário, fazendo a ligação entre o interior e os principais portos do país. Entretanto, com o desenvolvimento da indústria brasileira, houve a necessidade de expansão dos meios de transporte de carga, especialmente dentro do território nacional, interligando estados e municípios, e devido ao alto custo de construção de ferrovias foram sendo construídas rodovias. Foi então, naquele período, criada uma malha rodoviária mais extensa, possibilitando, assim, de forma dinâmica, a ligação entre estados e municípios no Brasil. Com o passar dos anos, os governos federais e estaduais (em parceria) foram ampliando a rede de rodovias e as interligando.

Hoje, o modal rodoviário é o mais utilizado no Brasil. Segundo o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, a malha rodoviária brasileira, até dezembro de 2017, era de 1,53 milhões de km, contemplando rodovias federais, estaduais e municipais.

Confira o artigo completo na edição de junho da Revista Emergência.




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NEWS EXPO EMERGÊNCIA

Destaque ao Bombeiro Brasil

Por
Redação Revista Emergência

Foto: Paula Barcellos

Evento integrado à Expo Emergência, contará com palestras e competições


Está se aproximando a Expo Emergência (11ª Feira de Resgate, Atendimento Pré-Hospitalar, Combate a Incêndio e Emergências Químicas), que acontecerá nos dias 7 a 9 de agosto no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. O evento, que acontece paralelamente à 8ª Expo Proteção (Feira Internacional de Saúde e Segurança no Trabalho), contará com uma extensa programação de workshops, palestras e competições para aprimorar os conhecimentos técnicos dos profissionais. Entre os destaques está o Bombeiro Brasil, que reúne em sua programação o Congresso Bombeiro Brasil, o Desafio Indoor de Bombeiros Militares e Civis e o Rescue Brasil. O evento tem como correalização a Fundabom (Fundação de Apoio ao Corpo de Bombeiros) e patrocínio da Liquigás e 3M. "O evento é um dos pontos altos da feira, servindo como troca de informações e experiências entre os bombeiros do Brasil e eventuais visitantes da América Latina", destaca o coronel Rogério Bernardes Duarte, presidente da Fundabom e coordenador-geral do Congresso Bombeiro Brasil.

Em relação ao Congresso Bombeiro Brasil, o coronel Duarte cita que durante os três dias estão programadas oito palestras, abordando temáticas como: a experiência de Brumadinho/MG, abordagem técnica na tentativa de suicídio, proteção passiva contra incêndio, entre outras. "O Congresso também prevê a apresentação de seis trabalhos acadêmicos a serem selecionados ainda", comenta.

Confira a matéria completa na edição de junho da Revista Emergência.






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Fórum Revista Emergência

Nos últimos, anos o Brasil tem se deparado com grandes incêndios como, por exemplo, boate Kiss, Ultracargo, Museu da América Latina, Museu Nacional, entre outros, sendo que a grande maioria ocorreu por falha ou falta de sistemas de proteção contra incêndio, bem como negligência dos responsáveis pelas edificações. Diante deste cenário, algumas corporações de bombeiros militares e instituições privadas, em parcerias com laboratórios de pesquisa, estão desenvolvendo estudos voltados para a prevenção, combate e investigação de incêndio. Entretanto, segundo especialistas, o país ainda engatinha em relação à pesquisa na área de Segurança Contra Incêndio, se comparado ao resto do mundo. Além disto, também há pouco investimento em recursos humanos e materiais, bem como estudos e capacitação profissional. Na sua opinião, de que forma o país pode melhorar as pesquisas em relação ao setor? Entre em nosso fórum de discussão, acessando www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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