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Você está em: Edições / Ed. 7/2012
 
Edição 7/2012

MATÉRIA DE CAPA
SOCORRO NA SELVA

Reportagem de Marcia Greiner
Capa: Johnson Barros / FAB

Operações complexas exigem treinamento, planejamento e dedicação para o sucesso do resgate

Dispara o sinal de alerta. Motores e rotores das aeronaves ligados, num som que se mistura à correria para a montagem de uma ­complexa operação logística para localizar e resgatar, no menor tempo possível, sobreviventes em meio à selva. É uma corrida contra o tempo e que pode ter diferentes obstáculos a serem vencidos como a densa floresta, condições meteorológicas, dificuldades na comunicação e até mesmo o desgaste físico e psicológico.

Estas cenas poderiam até ser de um filme de ação, mas, na verdade, não têm nada de ficção. Elas fazem parte da rotina dos militares dos esquadrões de busca e salvamento da FAB (Força Aérea Brasileira), aptos a cumprirem missões, 24 horas por dia, nos sete dias da se­mana. Hoje, o foco resgate na selva está a cargo das Unidades de Campo Grande/MS, Belém/PA e Manaus/AM.

Uma delas é o Segundo Esquadrão do Décimo Gru­po de Aviação, ou Esquadrão Pelicano como é mais conhecido, com base em Campo Grande, sendo o único que a atividade fim é a busca e salvamento. Entre tantos resgates marcantes, o acidente com o C-98 Caravan da FAB, ocorrido em 29 de outubro de 2009, é lembrado até hoje pelos militares deste comando.

Na época, o avião partiu do Acre transportando profissionais da área de Enfermagem da Funasa (Fundação Nacio­nal de Saúde) para aldeias indígenas na ­Região Amazônica. Mesmo com o aparelho em pane, os pilo­tos do C-98 driblaram árvores de mais de 50 metros de altura e conseguiram fazer um pouso de emergência no Ituí, um rio estreito e cheio de curvas no Vale do Javari, no Amazonas. Das 11 pessoas a bordo, nove sobreviveram, um militar e um da equipe da Funasa morreram.

Os procedimentos neste resgate se igualam a outros tantos já realizados em selva, embora, muitas vezes, os meios empregados levam em conta a especificidade de cada região. No entanto, um critério é idêntico para qualquer situação: a missão só é inicia­da quando for declarado algum tipo de emergência ou quando alguma aeronave ou embarcação não chega ao seu local de destino dentro do período estimado pelos órgãos de controle de tráfego ­aéreo.

Segundo o tenente Francis Guilherme Pereira, da área de comunicação do Esquadrão Pelicano, nenhuma aeronave tem permissão de decolar para uma missão de resgate sem o acionamento de um dos cinco Salvaeros - estão localizados em Brasília, Curitiba, Recife e Manaus, onde há dois. "Precisamos de coordenadas. Com uma posição geográfica, temos um padrão de área menor para ser coberto", explicou. Ainda segundo o militar, outra ferramenta que auxilia na localização é a mensagem automática de uma baliza de emergência, que é emitida para o satélite, por meio do ELT.

Entretanto, se não houver uma localização exata, a primeira aeronave a entrar em operação é a SC-105, também chamada Amazonas, que faz o sobrevoo do local do sinistro. Com uma equipe de 130 militares e oito helicópteros, o Esquadrão Pelicano possui dois aviões Amazonas, capazes de atingir qualquer ponto no território nacional e que têm capacidade para o embarque de até duas tripulações e uma autonomia de aproximadamente 13 horas de voo, o que aumenta muito as possibilidades de atuação e as probabilidades de encontrar sobreviventes no menor tempo possível.

Cálculos

Para o tenente-coronel Silvio Monteiro, ex-chefe da D-SAR (Divisão de Busca e Salvamento), da FAB, a localização de acidentes aéreos é uma ciência pura, pois os cálculos baseados em dados da rota prevista e atualização pela aeronave dos procedimentos aos órgãos de controle de tráfego aéreo são preciosos para a definição de uma área de busca, que, mesmo sem nenhuma informação extra, é construída a partir da LKP (Last Known Position), ou última posição conhecida do objeto de busca.

A conexão destas informações, segundo ele, vem gerando resultados positivos. Tanto que das 280 operações em 2010 e outras 219 em 2011 realizadas em selva pelas ­Unidades de Busca e Salvamento - elos do Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico (Sistema SAR), que tem como elo central o DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro) - ninguém nunca foi deixado para trás, seja sobrevivente ou não.


Confira a reportagem completa
na edição de julho 
da Revista Emergência   
                  




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ENTREVISTA
TRAUMA EM PAUTA

Por Priscilla Nery
Foto: Priscilla Nery

Vice-presidente da SBAIT fala sobre o Trauma no Brasil e ressalta a importância de entidades para a qualidade do atendimento a doentes graves

Às vésperas do World Trauma Congress 2012 - evento que acontece em agosto, no RJ, e tem por objetivo discutir a assistência à doença e ações capazes de melhorar a qualidade e conhecimento científico a respeito - o mé­dico Gustavo Fraga acredita que o momento é propício ao debate sobre o Trauma, em especial no Brasil. Uma das razões disto são ações do Governo Federal, que tem dado passos para a formação de uma Re­de de Trauma no país.

"Esta é a medida que mais reduz o número de óbitos, aumenta a quantidade de doentes que poderiam potencialmente ser salvos e até reduz sequelas", analisa. Em entrevista à Emergência, o cirurgião comenta a im­portância de entidades como a SBAIT (Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado), Ligas do Trauma e da Disciplina de Cirurgia do Trauma da Unicamp. Alerta ainda para a falta de investimento em atendimento intra-hospitalar e reabilitação de pacientes traumatizados.

Revista Emergência: Como coordenador científico do World Trauma Congress, como o senhor avalia a importância dele para o trauma no país?

Gustavo Fraga:
O World Trauma Congress surgiu num momento muito importante da SBAIT, que está comemorando 30 anos em 2012. Este con­gresso foi uma iniciativa da própria Sociedade, ou seja, do Bra­sil. Nós ob­servamos que o país está em evi­dência hoje, se desenvol­vendo econômica, social e também ci­entificamente. Isto começa a atrair a atenção dos outros países do mundo. A SBAIT lançou a proposta de fazer o congres­so mundial junto ao brasileiro - o X Congresso da SBAIT e o XIV Congresso Brasileiro das Ligas do Trauma (CoLT) - há mais de dois anos. A primeira coisa que fizemos foi verificar qual seria a aceitação da ideia de um congresso mundial no Brasil entre as sociedades inter­nacionais de Trauma. Para a nossa sur­presa, a aceitação foi grande.

Em curto espaço de tempo, com o apoio do profes­sor Raul Coimbra, cirurgião bra­sileiro que atua em San Diego e vice-coordenador do Comitê de Trauma do Colégio Americano de Ci­rurgiões, conse­gui­mos mobilizar as dez maiores sociedades de Trauma do mundo, que estão apoiando este evento do ponto de vista institucional, nos ajudando na organização e logística. Ou seja, já em sua primeira edição, é um evento que tem tudo para nascer forte.


Confira a entrevista completa
na edição de julho 
da Revista Emergência   
                  




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CENÁRIO DE EMERGÊNCIA
NORTE EXIBE DESAFIOS ÚNICOS

Grandes distâncias, extensas áreas de mata, municípios de difícil acesso e comunidades ribeirinhas são particularidades que impõem dificuldades diárias aos serviços de emergência que se organizam na região

O atendimento às urgências acarreta uma estratégia particular na Região Norte. Mesmo uma ocorrência aparentemente comum, incorporada ao cotidiano de serviços de outros territórios, pode gerar desafios únicos aos estados que circundam a Amazônia. Com extensas áreas alagadas, o ingresso em comunidades ribeirinhas, muitas vezes, se dá somente por meio da ambulancha, embarcação que substitui a ambulância na via aquática. Manaus/AM, Porto Velho/RO, Macapá/AP e Belém/PA são cidades que contam com o componente fluvial da Rede SAMU 192.

É na Região Norte onde o SAMU está menos presente no Brasil. No Amazonas, Amapá, Roraima e Rondônia, embora tenha bases no interior, sua estrutura concentra-se na capital. No Acre, são duas centrais de regulação do serviço. Há ainda três no Tocantins, o estado caçula da Região Norte, e outras quatro no Pará, onde o serviço tem a maior estrutura em atuação. No total dos sete estados, o SAMU tem bases em 14,47% dos municípios, com 191 veículos e 3.446 profissionais.

Outro recurso de resposta emergencial bastante utilizado na região são as motos. Amazonas, Pará e Rondônia, mais recentemente, possuem equipes de moto-resgate para atuação dentro da estrutura de seus corpos de bombeiros. As corporações militares são o mais antigo serviço de emergência local. Como instituições veteranas, estão o Corpo de Bombeiros do Amazonas (1876) e o Corpo de Bombeiros do Pará (1882). A corporação paraense também possui o maior efetivo em atuação: 3.120 homens - 50,08% do total de bombeiros na região.

Atualmente, há unidades de bombeiros em 12,91% das cidades na Região Norte. São 89 postos instalados em 58 municípios. O serviço é ofertado por um contingente de 6.229 bombeiros, o que representa a presença de um militar para cada grupo de 2.546 habitantes. Na soma dos estados, há um déficit de 9.636 homens para que a região alcance a recomendação da ONU, de um bombeiro a cada mil habitantes.

Já por parte das coordenadorias de Defesa Civil, há situações díspares. Em Roraima, apenas a capital possui uma COMDEC. No Amapá, todos os 16 municípios têm a estrutura, embora o órgão estadual indique que a operacionalização efetiva do serviço aconteça apenas em cinco cidades. Já em Rondônia, só há coordenadorias nas cidades que possuem subgrupamentos de bombeiros, pois são estas unidades que cumprem com a função.

Considerando toda a Região Norte, há coordenadorias de Defesa Civil estabelecidas em 53,67% dos municípios. Elas contam em sua estrutura com uma estimativa de 1.025 profissionais e 250 viaturas. Na história da região, há desastres de causas humanas e naturais, com destaque às constantes cheias de rios da região, incêndios florestais (como o que destruiu 40 mil km² em Roraima, em 1998) e quedas de aeronaves. Já as vias fluviais, muito utilizadas para o transporte de passageiros, registram grandes naufrágios. Entre eles, estão as embarcações Novo Amapá (Rio Cajari/AP, 1981, 333 vítimas), Sobral Santos (Óbidos/PA, 1981, 300 óbitos), Ana Maria VIII (Manicoré/AM, 1999, 71 mortes) e Comandante Sales (Manacapuru/AM, 2008, 48 mortes).

* Dados informados por corporações, órgãos e serviços.

Clique aqui e confira o Cenário de Emergência de cada estado da Região Norte.


Confira a matéria completa
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MANGUEIRAS DE INCÊNDIO
MARCOS NA QUALIDADE

Por Paula Barcellos
Foto: Arquivo Aparecido Baldoria

Normalização e certificação marcam crescimento do mercado brasileiro de mangueiras de incêndio

Ferramentas indispensáveis e integrantes de um sistema de combate a incêndio, as mangueiras trilha­ram um caminho de constante ­evolução que envolveu a produção, normalização até a certificação dos produtos. Um processo de crescimento que ainda permanece e reforça a importância deste equipamento no mercado de combate a incêndio desde seu surgimento.

"A mangueira surgiu devido à necessi­dade de se transportar água para o local de incêndio. As primeiras mangueiras de incêndio foram feitas de couro costurado com grampos de metal e a perda de água por vazamento era enorme, o que tor­­nava o trabalho dos bombeiros ­muito difícil. Foi a necessidade de salvar vidas e preservar patrimônios que fez com que a mangueira de incêndio evoluísse ao que ela é hoje, é sua aplicação que reflete a importância aos usuários, fabricantes e para toda a sociedade", destaca So­lange Mafra, gerente de produção e ma­nu­tenção da Kidde Brasil, unidade Vinhedo, fabricante de mangueiras.

"De fa­to, a mangueira de incêndio veio suprir a necessida­de de conduzir a água nas operações de combate a incêndio e atualmente encontra aplicação em diversos locais de uso: edificações residenciais, comerciais, industriais, em navios e, claro, no Corpo de Bombeiros", completa Maurício Feres, coordenador da Co­missão de Mangueiras de Combate a Incêndio e A­ces­sórios da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) / CB-24 (Comitê Brasileiro de Segurança contra Incêndio).

Norma

Uma das evoluções mais significativas em qua­lidade e quantidade para o mercado de man­gueiras de incêndio foi causada pela norma brasileira ABNT NBR 11861 - Mangueira de Incêndio - Requisitos e Mé­todos de Ensaio. "O produto vem evoluindo com publicações da norma desde 1992, sendo que ela foi revisada em 1998 aumentando ainda mais o controle do processo de fabricação e desempenho da mangueira", reflete Renato Vidal, gerente de Mar­keting do Grupo CM Couto Couto­flex, fabricante de mangueiras.

Segundo especialistas e fabricantes, a re­visão de 98 foi um marco importante neste segmento, pois a partir disto a mangueira foi definida como "equipamento de combate a incêndio constituí­do essencialmente por um duto flexível dotado de uniões" - engates colocados nas extremidades da mangueira de incêndio que permitem a conexão com o hidrante, o esguicho, canhões monitores e com outras mangueiras.

"Antes disto, o duto flexível sem as uniões era co­mer­cializado normalmente como mangueira de incêndio. Sendo assim, pequenas empresas sem capacitação técnica reque­rida adquiriam este duto flexível e colocavam as uniões sem um controle de processo confiável e sem realizar o ­teste hidrostático que é obrigatório em 100% das mangueiras de incêndio para ­garantir que não haverá escape das uniões com a mangueira sob pressão. A partir da nor­ma, ninguém mais poderia comercia­lizar somente duto flexível sem as ­uniões", explica Solange.

Para Marcelo Tomaz, engenheiro da In­masp, fabricante de mangueiras, esta mu­dança causou uma grande evolução pa­ra o mercado, principalmente para as duas pontas da cadeia produtiva. "Por um lado o fabricante, que ao comercia­lizar o produto com união obteve uma diminuição considerável de reclamações provenientes de clientes que ao utilizarem a mangueira percebiam ­vazamentos próximos à união, ou até mesmo o de­sempatamento da mangueira. Por outro la­do, o consumidor com um ganho de qua­lidade e uma maior confiabilidade no produto adquirido", revela.


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QUEIMADURAS
REAÇÃO EM VÁRIAS FRENTES

Por Rafael Geyger
Foto: Divulgação / SBQ

Alta incidência de queimaduras mobiliza entidades e alerta para a necessidade de prevenir ocorrências e qualificar o atendimento

Com um milhão de casos notificados por ano, as queimaduras lideram as causas externas de morte no Brasil, ­ficando atrás apenas de causas violentas, como acidentes de trânsito e homicídios, alerta a SBQ (Sociedade Brasileira de Queimaduras). O incidente, especialmente nos lares, tem nas crianças a principal vítima e, quando não leva ao óbito, gera se­quelas funcionais, estéticas e psicológicas.

O enfrentamento deste cenário envolve diversas variáveis, alertam especialistas ouvidos por Emergência. Ele passa por campanhas preventivas, restrições ao álcool líquido, educação do ­leigo na conduta com o queimado e qualifica­ção do atendimento pré-hospitalar e da sua relação com o serviço hospitalar.

Parte destas questões foi alvo de ações em 6 de junho, Dia Nacional de Luta Con­tra as Queimaduras, incluindo mobilizações em vias públicas pela SBQ, os lançamentos do livro "Queimaduras: Atendimento Pré-Hospitalar" e de uma no­va tiragem do gibi da Turma da Mônica "Prevenindo Queimaduras", além de um fórum online sobre a redução de acidentes com álcool, em parceria com a ONG Criança Segura.

Conforme a vice-presidente da SBQ, Ma­ria Cristina do Vale Freitas Serra, chefe do CTQ (Centro de Tratamento de Queimados) do Hospital Souza A­guiar e pediatra do CTQ do Hospital do Andaraí, ambos no Rio de Janeiro, a en­tidade e suas regionais atuam de forma contínua em três estratégias: ­educacional (mudança de comportamento), legislati­va (garantir as medidas de prevenção) e tecnológica (modificar o ambiente ou o produto que levam ao trauma).

Uma das preocupações da SBQ, afirma Maria Cristina, é com a disparidade na assistência ao queimado, da abordagem inicial pelo serviço pré-hospitalar até seu tratamento final no hospital de referência - interface que nem sempre é marcada por um atendimento correto e linear.

Com o objetivo de normatizar a assis­tência ao paciente queimado nas primeiras 24 horas, a SBQ criou o Curso Nacional de Normatização ao Paciente Queimado. Baseado em capacitação da Sociedade Internacional de Queimaduras, possui oito módulos e teve a edição mais recente em Porto Velho/RO, em 23 de junho.

Outro movimento pela padronização é o Protocolo de Tratamento de Emergência das Queimaduras, lançado em 2011 pelo CFM (Conselho Federal de Medicina). Disponível no site www.portalmedico.org.br, também será oferecido pelo Ministério da Saúde em forma de cartilha a médicos de todo o país.


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PREVENSUL 2012
PARANÁ MAIS ATUALIZADO

Foto: Rafael Geyger

Feira atrai grande público e fomenta debates por qualificação profissional no estado

A sede de conhecimento por tec­nologias e soluções em resposta emergencial e prevenção de acidentes levou mais de 9.000 pessoas à 15ª PrevenSul (Feira de Saúde, Segurança do Trabalho e Emergência), realizada de 30 de maio a 1º de junho no Expo Unimed, em Curitiba/PR. Em 2013, a feira volta a Porto Alegre/RS, de 17 a 19 de abril, na Fiergs.

A iniciativa, realizada pela Proteção E­ventos, com a promoção das revistas E­mergência e Proteção, teve ainda uma sé­rie de eventos paralelos de ­qualificação e atualização profissional. O sucesso do evento foi comemorado pela organização, que o definiu como a melhor Pre­venSul já realizada no Paraná.

"Acredito que a presença dos profissionais confirma a importância que o evento tomou para a Região Sul do Brasil", afirma Alexandre Gusmão, diretor da Proteção Publicações e Eventos. Co­mo diferencial desta edição, ele destaca a experiência da Caravana PrevenSul, que visitou cinco cidades paranaenses pa­ra promover o evento, motivando a or­ganização de grupos do interior do es­tado, que se deslocaram até Curitiba du­rante a feira.

Gusmão também lembra que a programação paralela reuniu renomados pa­lestrantes, contando com a participação de um público interessado em atualizar seus conhecimentos. "Foi uma demonstração da maturidade dos profissionais da região", diz.

Para ele, além da troca de ­experiências e a realização de negócios, o melhor do evento é a marca que ele deixa nos seus participantes. "Os profissionais de SST e Emergência são muito dedicados em de­senvolver seu papel com qualidade e um evento como a PrevenSul alimenta a todos com uma energia positiva que dá ainda mais força para que cada um en­frente seu dia a dia com mais qualifica­ção e motivação", completa.

Para Michel Cadenas, fundador da em­presa Cadenas Consultoria e Treinamento, a chuva que caiu na capital parana­ense não impediu que o evento fosse um sucesso de público e de ­organização. Ele acredita que o tema segurança seja incipiente e, ainda, não desperte a discus­são rotineira. Neste sentido, em sua avaliação, a feira gera uma nova ­perspectiva.

Na mesma linha de raciocínio, o instrutor de combate a incêndio Marco Au­rélio Rocha, membro da Rede Sul-Bra­si­leira de Urgência e Emergência, destaca a adesão de novas empresas à feira. "Hou­ve uma diversificação muito boa, pois os participantes e visitantes puderam contar com palestras, simulados, demonstrações e exposição de equipamentos e materiais que visam atender as mais diversas áreas da emergência", diz.

O coordenador técnico da Defesa Civil de Curitiba, Nelson de Lima Ribeiro, também vê o evento pelo viés da oportu­nidade. Segundo ele, órgãos, serviços e a própria comunidade da região tiveram na PrevenSul a chance de conhecer equipamentos modernos para o atendimento a emergências, que geram segurança a todos.

De opinião semelhante, o coordenador de treinamentos do PAM de São Jo­sé dos Pinhais/PR, Sérgio Calado, acredita que a feira implique em melhorias para a região, principalmente em conhecimento. "Você conhece equipamentos novos, técnicas diferentes e até profissionais do mercado com os quais não tem contato no dia a dia", diz.

A presença na PrevenSul de profissio­nais ligados a indústrias foi destacada por Carlos Barbouth, instrutor em espa­ços confinados e presidente da Survival Systems do Brasil. Ele diz ter detectado grande interesse na área de ­comunicação em emergências, especialmente em espaços confinados. Afirma que o ­público vai à feira em busca de novidades e, mui­tas vezes, acaba identificando soluções que estão sendo utilizadas com ­sucesso.


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