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Você está em: Edições / Ed. 7/2018
 
Edição 7/2018
REPORTAGEM ESPECIAL
Foco nos bombeiros

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO: Hélio Campos Fotografia

Em dois anos, pesquisa da Revista Emergência identifica mais 174 municípios com postos do serviço, passando a uma cobertura nacional de 19,28%

Realizada a cada dois anos pela Revista Emergência, a pesquisa Cenário de Emergência - Bombeiros do Brasil identificou, em 2018, um aumento de quase 20% no número de municípios com postos dos bombeiros. Segundo o estudo, até maio deste ano, o serviço estava presente em 1.074 cidades brasileiras, ou seja, 174 municípios a mais se comparado à pesquisa realizada em 2016, o equivalente a um aumento de 19,33%. Ao todo, são 1472 postos, sendo 1.315 de bombeiros militares, espalhados por 931 cidades, 108 de voluntários, distribuídos em 94 cidades, e 49 de comunitários, presentes em 49 municípios. Desta forma, a cobertura de municípios com postos de bombeiros passou de 16,16% (2016) para 19,28% das 5.570 cidades brasileiras, ou seja, um avanço importante. Entretanto, apesar do progresso, 4.496 municípios continuam sem postos de bombeiro instalados, nos quais o serviço é fornecido pela unidade mais próxima do local da ocorrência, seja ela militar, voluntária ou comunitária. Vale ressaltar que o atendimento deve preconizar uma distância que permita o acesso em poucos minutos, o que fica mais difícil se o posto fica localizado em outro município. 

Segundo o levantamento, a região que possui o maior número de municípios com postos é a Sul, com 39,04% das cidades, sendo 28,46% com presença física de corporações de bombeiros militares, 6,47% voluntários e 4,11% comunitários. Em seguida, aparece a Sudeste com 19,78% (18,76% militar e 1,02% voluntário), seguido pelo Centro-Oeste (17,99%), Norte (15,33%) e, por último, Nordeste (7,02%).

Confira a reportagem completa na edição de julho da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Gestão de risco

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Estudio Ilha 3

Comandante da operação de Busca e Salvamento no desastre de Mariana/MG ressalta a importância da cultura prevencionista e a preparação dos profissionais

No ano em que o desastre com a barragem da Samarco, em Mariana/MG, completa três anos, o tenente Leonard de Castro Farah, comandante da operação de busca na época, fala sobre os desafios e as ações realizadas pelas equipes de resgate, ressaltando a importância do conhecimento e especialização dos profissionais. Atuando no CBMMG (Corpo de Bombeiros Militar de MG) há 14 anos, Farah é especialista em Redução de Risco e Desastres e, atualmente, comanda a Companhia Operacional de Busca e Salvamento do BEMAD (Batalhão de Emergências Ambientais e Respostas a Desastres) do CBMMG.

Em entrevista à Revista Emergência, o tenente fala sobre a importância de se ter uma cultura prevencionista no país, ressaltando as mudanças que ocorreram depois da tragédia de Mariana, e o que ainda falta mudar. Farah também compartilha suas experiências dentro da corporação, a criação e importância do BEMAD para o estado e o trabalho realizado pela Companhia.

PODERIA CONTAR UM POUCO SOBRE A SUA TRAJETÓRIA DENTRO DO CBMMG?
Eu entrei no Corpo de Bombeiros, como soldado, em 2004. Logo que ingressei, já comecei a fazer diversos cursos como salvamento em altura, combate a incêndios florestais, credenciamento em mergulho, busca e salvamento, entre outros. Em 2009, me formei no curso de Oficiais e como o curso de bombeiros de Minas Gerais equivale ao curso superior, me formei em Gestão de Catástrofes, me especializando cada vez mais nesta área. Com o passar do tempo, tive a oportunidade de fazer duas pós-graduações, uma em Gestão de Emergências e Desastres (2014), e outra em Defesa Civil (2015). Em 2015 comecei o mestrado em Engenharia Geotécnica de Desastres Naturais e em 2017 fiz a especialização de Disaster Management Course, no Japão. Dentro do Corpo de Bombeiros Militar de MG, desde que entrei, sempre atuei no serviço operacional, comandando alguns pelotões. Em 2011 fui convidado a comandar uma Companhia Operacional, que possui um número maior de militares. E em 2014, comecei a comandar a Companhia de Busca e Salvamento do BEMAD (Batalhão de Emergências Ambientais e Respostas a Desastres), na qual atuo até o momento.

Confira a entrevista completa na edição de julho da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Dia do Bombeiro

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
CBMTO

Serviço completa 162 anos com comemorações em todo o Brasil

Celebrado no dia 2 de julho, o Dia do Bombeiro é comemorado pelas corporações militares de todo o Brasil, que realizam diversas atividades alusivas à data. As comemorações geralmente começam na última semana de junho e contam com uma extensa programação, envolvendo homenagens aos combatentes, atividades esportivas, competições, apresentações, entre outras ações. Além de festejar e homenagear os soldados do fogo, os eventos têm como objetivo promover a integração entre os profissionais, a capacitação das equipes e a interação com a população, por meio de eventos abertos ao público.

O Dia do Bombeiro surgiu em 1856, com a criação da primeira corporação, o CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro). Para comemorar os 162 anos, o órgão realizou diversas atividades que iniciaram com a caminhada pelo centro do Rio, no dia 1º de julho, aberta ao público. A festa também contou com a tradicional demonstração profissional no Quartel Central, entrega de medalhas para civis e militares que, de alguma forma, contribuíram para o desenvolvimento da instituição, e lançamento do Anuário 2017, publicação que mostra em números as atividades da instituição. Além disto, a corporação também promoveu, em diversas unidades do estado, um curso de prevenção para a comunidade. Em São Paulo, o CBPMESP (Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de SP) realizou, no dia 1º de julho, a Corrida dos Bombeiros e, em seguida, um ato solene no Parque da Independência com diversas atividades envolvendo todas as corporações do Estado e comunidade local.

Confira a matéria completa na edição de julho da Revista Emergência.




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ARTIGO
Sistema water mist

AUTOR: Edgard Lyncoli

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Eficiência, funcionamento, aplicações, normalização, além de mitos e verdades sobre a avançada tecnologia de combate a incêndio

A tecnologia de combate à incêndio por sistema water mist, conhecido como sistema de água em névoa, se originou há mais de 30 anos e foi inicialmente introduzido ao mercado como uma opção em substituição aos sistemas para extinção de incêndio por agentes químicos, como o Halon 1301, que causavam danos à camada de ozônio, seguindo o protocolo de Montreal. No entanto, para a época era considerado um sistema muito caro, principalmente para atender projetos em grandes ambientes, portanto, devido aos extensivos e onerosos testes de aprovação à época, foi quase abandonado. Com isto, seu foco começou a tomar outra direção que era o dimensionamento do sistema para uso em aplicação local, destinado a proteger máquinas e equipamentos, em que sistemas autônomos, mantidos por pressurização com cilindros seriam economicamente viáveis para estas aplicações.

Ao longo do tempo, a tecnologia foi se aprimorando por empenho dos fabricantes, permitindo, atualmente, encontrar diferentes sistemas e aplicações, atendendo a projetos em grandes ou pequenos equipamentos com aplicação local, assim como pequenos ou grandes ambientes com inundação total.

Confira o artigo completo na edição de julho da Revista Emergência.



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ARTIGO
Brigada de incêndio

AUTOR:
Tiago Jahn

FOTO: Tiago Jahn

Importância da equipe diante das peculiaridades do comportamento humano em sinistros

Este trabalho tem como tema o papel do brigadista de incêndio em relação ao comportamento humano em incêndios, principalmente como peça-chave na minimização do pânico, controlando situações e gerando condições para que as pessoas presentes em um sinistro de incêndio alcancem as rotas de fuga e saída de emergência de forma segura e rápida, além de efetivamente combater princípios de incêndio, garantindo segurança ao patrimônio.

Quando se fala em comportamento humano em incêndios deve-se analisar qual a capacidade de o público presente na edificação utilizar e se situar frente aos preventivos de segurança presentes. Querer que as pessoas se adaptem ao sistema de segurança implantado é algo mais complexo, quando os sistemas de segurança é que deveriam estar sempre buscando se adaptar às reações e decisões tomadas por pessoas em momentos de pânico. De acordo com A. I. Seito et. al., "atualmente, no Brasil, se tem dado mais ênfase ao projeto do sistema de segurança contra incêndios e sua implantação, ao invés de quem e como este sistema vai ser utilizado, seja pela equipe de emergência ou pelo usuário das edificações".

Confira o artigo completo na edição de julho da Revista Emergência.



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ARTIGO
Segurança contra incêndio

AUTORA:
Camila Guello

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares/Estúdio Boom

Tragédias recentes como a do prédio Wilton Paes de Almeida incentivam reflexões sobre as responsabilidades da sociedade para a SCI

Ao longo da história, sempre nos deparamos com tragédias causadas por incêndios. Casos recentes como o edifício Wilton Paes de Almeida, Boate Kiss e Museu da Língua Portuguesa sempre causam, com razão, muita comoção. Mas como evitar que estes episódios se repitam?

Muita coisa tem sido feita, não há como negar. Temos a Lei Federal 13.425, aprovada em 30 de março de 2017, conhecida como Lei Kiss, revisão das Instruções Técnicas do Estado de São Paulo que passaram a vigorar em 13 junho de 2018, Norma 15.575:2013 - Norma de Desempenho de Edificações Habitacionais, grupos de estudos e associações compostas por profissionais da área que tratam deste assunto. Porém, a dúvida de quem é o responsável ainda impera. Quem seria o responsável por garantir a segurança contra incêndio de uma edificação? Seria quem projeta? Quem executa? Quem aprova? Quem vistoria?

Confira o artigo completo na edição de julho da Revista Emergência.




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Fórum Revista Emergência

Segundo matéria publicada na editoria "Atualizando" desta edição, em maio, a Abramca (Associação Brasileira dos Condutores de Ambulância) apresentou a representantes do Ministério da Educação, uma proposta do Curso Técnico para Condutores de Ambulâncias. Segundo o presidente da instituição, o principal objetivo, além de promover a capacitação da categoria, é buscar uma formação técnica para todos os condutores do Brasil. O MEC considerou a proposta importante e, em breve, será realizado um projeto piloto experimental, para a estruturação da grade curricular definitiva. Até o final deste ano, a Abramca, por meio do Instituto Onofre, deve indicar a escola que servirá como base experimental para a capacitação. Na sua opinião, o que o curso precisa abordar para a melhor qualificação e capacitação dos condutores de ambulância? Entre em nosso fórum de discussão, acesse www.facebook.com/groups/APH.Revista.Emergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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