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Edição 7/2019
REPORTAGEM ESPECIAL

Prédios desprotegidos

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO CAPA: Cristine Rochol/PMPA

Atualmente, as edificações históricas no Brasil permanecem sem sistemas contra incêndio, enfrentando dificuldades na implantação e adequação

Eram 19h30min, do dia 2 de setembro de 2018, quando as chamas atingiram o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro/RJ. Mesmo com o acionamento feito imediatamente, quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, o incêndio já havia se propagado rápido demais, destruindo a maior parte do acervo, de cerca de 20 milhões de itens, entre eles, fósseis, múmias, peças indígenas, registros históricos e obras de arte que viraram cinzas. De acordo com o laudo emitido pela Polícia Federal, o fogo teria começado em um dos aparelhos de ar condicionado localizados no auditório térreo do prédio de três andares. O Museu Nacional não possuía seguro, brigada de incêndio, assim como, diferentes equipamentos de proteção contra incêndio, como detector e alarme de incêndio, sprinkler, portas corta-fogo, entre outros. "O patrimônio histórico edificado, portanto, protegido por tombamento em alguma instância, normalmente não atende às exigências de segurança contra incêndio de regulamentações e normas, pois estas não existiam à época de sua construção", ressalta a arquiteta e urbanista, Rosaria Ono, coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Tecnologia da Arquitetura e Urbanismo da USP (Universidade de São Paulo). No caso do museu em questão, o prédio foi construído por volta de 1.800, como residência da família real portuguesa. Anos depois, a edificação foi tombada e transformada em museu, não sofrendo nenhuma mudança estrutural.

Mas, o incêndio do Museu Nacional não foi a primeira ocorrência do país em prédios com acervos de valor artístico, histórico e científico. Infelizmente, nos últimos anos, os brasileiros têm vivenciado grandes incêndios envolvendo estes tipos de edificações, o que já trouxe perdas irreparáveis para a ciência, a memória, a história do Brasil e para a humanidade como um todo.

Confira a reportagem completa na edição de julho da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Emergências pediátricas

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Arquivo Pessoal

Médico do GRAU (Grupo de Resgate e Atenção às Urgências) fala sobre as peculiaridades que envolvem as ocorrências com crianças

Especialista na área de Emergências Pediátricas há mais de dez anos, Mario Fuhrmann Neto, atualmente médico do GRAU (Grupo de Resgate e Atenção às Urgências), ressalta a importância do treinamento prático e da vivência para os profissionais que atuam no atendimento a emergências pediátricas. Segundo ele, além do conhecimento técnico é de extrema importância que o profissional controle suas emoções e ansiedade, visto que este tipo de ocorrência gera grande comoção, devido ao fato de a vítima ser criança.

Em entrevista à Emergência, Neto fala sobre as peculiaridades que envolvem as Emergências Pediátricas, considerando as características anatômicas e fisiológicas da criança, bem como protocolos de atendimento e procedimentos realizados durante e depois da ocorrência. O médico também ressalta a importância da preparação e da integração das equipes, alinhado ao uso de equipamentos adequados para este tipo de atendimento.

COMO O SENHOR ACABOU SE INTERESSANDO PELA ÁREA DE APH E PELAS EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS?
Quando eu estava na faculdade havia um projeto de Atendimento Pré-Hospitalar chamado de Projeto Alfa e eu comecei a fazer parte deste programa, conhecendo e me identificando com o pré-hospitalar. O APH é algo que te contamina, é uma adrenalina nova, não existe rotina, cada dia é uma nova ocorrência e isto é contaminante. Em relação às emergências pediátricas a escolha por esta área específica foi uma consequência. Na época da residência, quando eu estava fazendo Cirurgia Geral e precisava escolher uma especialidade, percebi que o cirurgião geral atende, evidentemente, o trauma grave, mas não se sente à vontade para atender uma criança traumatizada, por não ser pediatra. E o pediatra, por sua vez, também não se sente à vontade de atender à vítima de trauma grave. Sendo assim, achei que estudar emergência pediátrica, além de ser fascinante, era algo necessário diante da demanda.

Confira a entrevista completa na edição de julho da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Dia do Bombeiro

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
CBMTO

Comemorações em todo o país celebram os 163 anos de serviço

O dia 2 de julho, Dia Nacional do Bombeiro, é comemorado pelas corporações militares de todo o país, que realizam atividades em alusão à data, desde a última semana de junho até a primeira semana de julho. Neste ano o órgão, que surgiu em 1856 com a criação do CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro), completa 163 anos de serviços prestados à comunidade.

Para marcar a data o CBMERJ realizou uma grande festa aberta ao público, no dia 2 de julho, no Quartel Central. Conhecido como Casarão Vermelho, o espaço foi palco de exibições musicais da Banda Sinfônica da corporação, outorga de medalhas e simulado de salvamentos. A cerimônia também contou com a entrega do espadim Marechal Souza Aguiar aos cadetes do primeiro ano do Curso de Formação de Oficiais.

Confira a matéria completa na edição de julho da Revista Emergência.



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ARTIGO
PCR em adultos

AUTORAS: Tatiane Rodrigues e Vanessa Aparecida Campos*

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Estudo avalia o conhecimento teórico e prático do profissional de enfermagem diante de uma parada cardiorrespiratória

As doenças cardíacas estão entre as principais causas de morte do mundo. De acordo com dados apresentados pela OMS (Organização Mundial de Saúde), no ano de 2015, cerca de 17 milhões de pessoas morreram devido a doenças cardiovasculares. Os mais prováveis motivos que podem levar uma pessoa a ter uma PCR (Parada Cardiorrespiratória) podem ser divididos em cardíacos (síndromes coronarianas agudas, arritmias, miocardiopatias e valvulopatias) e não cardíacos (acidente vascular encefálico, embolia pulmonar, obstrução das vias aéreas e o abuso de substâncias).

Segundo C. M. Citolino Filho, a PCR caracteriza-se como o cessamento súbito das funções cardíacas, respiratórias e cerebral, o que se pode confirmar por meio de aferição de pulso central (carotídeo e fomoral) constatação de que a vítima está com dificuldade respiratória, e, principalmente, estado de inconsciência. O mesmo autor apresenta dados de que por ano são constatados aproximadamente 200 mil casos relacionados à PCR, sendo que a metade destes casos se dão dentro do ambiente hospitalar e a outra metade fora deste.

* Este artigo foi apresentado originalmente no Congresso Emergência RS, realizado em Porto Alegre/RS, dias 16 a 18 de agosto de 2018.

Confira o artigo completo na edição de julho da Revista Emergência.



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ARTIGO
Sinalização de Emergências

AUTOR: José Atilio Valentim

FOTO: Acervo Fotográfico Luminstant

Importância, os tipos e os destaques da norma relativa a este sistema

O incêndio é um dos piores acidentes que pode acontecer em uma edificação e sempre marca a história das cidades e países. No Brasil, os maiores incêndios da história aconteceram no Edifício Andraus (São Paulo/SP, 1972, com 16 mortos e 330 feridos), no Edifício Joelma (São Paulo/SP, 1974, com 187 mortos e mais de 300 feridos), na boate Kiss (Santa Maria/RS, 2013, com 242 mortos e 680 feridos) e no Largo do Paissandu (São Paulo/SP, 2018, com 7 mortos, 2 desaparecidos e 142 famílias desabrigadas, devido ao colapso total e desabamento do edifício que era ocupado de forma irregular).

O desastre no Edifício Joelma, em 1974, levou a uma mudança completa nos padrões de segurança predial e prevenção de incêndios. Uma semana depois da tragédia, um decreto da Prefeitura de São Paulo fixou normas sobre o tema. E, naquele mesmo ano, foram retomados os debates para revisar o Código de Obras de São Paulo, de 1934, que nunca havia passado por uma revisão que atualizasse a lei para a nova estrutura urbana. A partir disto, iniciou-se um movimento contínuo de criação e de aprimoramento de Leis e Normas por parte da ABNT e dos Corpos de Bombeiros Estaduais.

Confira o artigo completo na edição de julho da Revista Emergência.





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ARTIGO
Novas tecnologias

AUTOR: Clayson Marlei Figueiredo*

FOTO: Por Konstantini Tronin; Shutterstock

O uso de aeronaves remotamente pilotadas em ações relacionadas aos incêndios florestais

A indústria de produtos florestais oferece um vasto número de empregos e contribui com bilhões de dólares para a riqueza econômica de um país, segundo Chi Yuan et. al. Porém, todos os anos, milhões de hectares de floresta são danificados por incêndios e uma grande quantidade de pessoas, instalações e dinheiro são gastos. Por isto, tornaram-se um grave perigo natural que ameaça sistemas ecológicos, propriedades, economias, infraestrutura e vidas.

No Canadá, por exemplo, as florestas cobrem uma vasta área de terra que é mais de 10% das florestas do mundo. Conforme relatado pelo Insurance Bureau do Canadá, o custo total estimado foi de US$ 3,58 bilhões pelo incêndio florestal ocorrido no Forte McMurray, Alberta, em maio de 2016. Este desastre é considerado o mais caro para as seguradoras na história do país, de acordo com a CBC News.

* Este artigo foi originalmente apresentado no II SPCIF Internacional (Simpósio de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais da Região Serrana, do Estado do Rio de Janeiro), ocorrido dias 05 a 08 de junho de 2018, em Petrópolis/RJ.

Confira o artigo completo na edição de julho da Revista Emergência.








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NEWS EXPO EMERGÊNCIA

Expo Emergência conta com workshops

Por
Redação Revista Emergência

FOTO: Paula Barcellos

Durante os três dias serão abordados cinco temas importantes para o setor

Faltam poucos dias para co­meçar a Expo Emergência (11ª Feira de Resgate, Atendimento Pré-Hospitalar, Combate a Incêndio e Emergências Químicas). O evento, que acontece paralelamente à 8ª Expo Proteção (Feira Internacional de Saúde e Segurança no Trabalho), será realizado nos dias 7 a 9 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. Os participantes poderão contar com uma programação extensa com workshops, palestras e competições para aprimorar os conhecimentos técnicos dos profissionais.

Nesta edição, a programação técnica contará com diferentes eventos, entre eles, os Workshops de Emergência e Proteção Contra Incêndio. Nesta edição, a atualização contará com cinco temáticas diferentes, entre elas, perigos e riscos associados aos gases, ministrada por Edson Haddad, Químico e mestre em Gestão Ambiental. O foco do workshop é apresentar os conceitos básicos sobre os perigos e os riscos ao homem associados aos gases asfixiantes, inflamáveis, tóxicos e corrosivos. "É essencial se manter atualizado com as principais técnicas de resposta às emergências envolvendo gases para que as equipes de resposta não sejam surpreendidas por um determinado comportamento que pode ser previsto a partir do conhecimento dos perigos associados a esses materiais", enfatiza Haddad. Além deste tema, os workshops abordarão ainda: "Suporte Básico de Vida e Situações Especiais"; "Técnicas Avançadas de Combate a Incêndio em Unidades Petroquímicas e Petrolíferas"; Ação do Primeiro no Local para Acidentes Rodoviários com Produtos Perigosos"; e, "Elaboração de PAE (Plano de Atendimento a Emergências) para Plantas Industriais de Alto Risco". As inscrições podem ser realizadas no site www.expoemergencia.com.br.

Confira a matéria completa na edição de julho da Revista Emergência.






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Fórum Revista Emergência

Cada vez mais, serviços de atendimento pré-hospitalar, públicos e privados, recebem diversos chamados de ocorrências envolvendo crianças. Em entrevista à revista Emergência, o médico Mario Fuhrmann Neto, especialista em Emergências Pediátricas, ressalta que apesar de as técnicas de atendimento serem iguais as de um adulto, as crianças possuem características anatômicas e fisiológicas diferentes, que devem ser levadas em consideração durante o atendimento. Segundo Neto, diante de tais particularidades, é de extrema importância a preparação dos profissionais e a integração das equipes de emergência, bem como o uso de equipamentos adequados para este tipo de atendimento. Na sua opinião, os profissionais de atendimento pré-hospitalar estão preparados para atender às emergências pediátricas? Entre em nosso fórum de discussão, acesse www.facebook.com/groups/APH.Revista.Emergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
 

 
 
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