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Você está em: Edições / Ed. 8/2012
 
Edição 8/2012

MATÉRIA DE CAPA
UNINDO FORÇAS

Reportagem de Rafael Geyger
Capa: Jerúsia Arruda - SAMU Macro Norte/MG

SAMU e Bombeiros dão exemplos de integração, otimizando o atendimento e garantindo a integridade de vítimas

Quatorze de outubro de 2007 e 1º de julho de 2009. As duas datas ficaram tristemente marcadas no APH brasileiro, em razão da morte de vítimas em meio a divergências entre os serviços que deveriam atendê-las. São episódios que mereciam o esquecimento, mas que são lembrados todos os dias, por gestores e profissionais do SAMU e do Corpo de Bombeiros em todo o Brasil, pa­ra que não se repitam. Os dois casos ocorreram em Minas Gerais e expuseram um abismo existente, até então, entre as duas instituições.

Minas, contudo, virou o jogo. Da integração ausen­te, o estado começa a virar referência positiva. Atualmente, há centrais integradas de recebimento de chamados e despacho de viaturas entre os dois órgãos. Também ambulâncias de um, estrategicamente, ocupam a base de outro. Há, ainda, profissionais de plantão no serviço que agora é parceiro, em especial nos ba­talhões de operações aéreas.

Estas três frentes já são encontradas em semelhante estágio de parceria em outros estados brasileiros e E­mergência apresenta algumas destas experiências nes­ta reportagem, mas, em Minas, o sucesso da iniciativa dá ao país uma lição de que integrar é possível, mesmo quando o cenário parece bastante desfavorável.

"Após alguns eventos lamentáveis, envolvendo servidores de ambas as instituições, foram instaurados procedimentos administrativos para apurar as circunstâncias em que os fatos se deram e apontar eventuais responsabilidades. Contudo, paralelamente, já se desenvolviam as conversações com vistas à celebração de convênios entre os serviços. Com a assinatura dos de­vidos convênios e seu cumprimento, a parceria entre as instituições se fortaleceu e tende a se intensificar e se disseminar pelo estado", aponta o major Sebastião Carlos Fernandes Reis, chefe da Seção de Planejamento e Operações do Estado-Maior do CBMMG (Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais).

Segundo ele, comandantes de unidades operacio­nais da corporação são estimulados a reproduzir em sua área de atuação as experiências de sucesso já existentes com as coordenações do SAMU em Belo Horizonte, Contagem e Montes Claros (regio­nal Macro Norte, que integra 86 municípios e abrange 1,6 milhão de pessoas).


Confira a reportagem completa
na edição de agosto 
da Revista Emergência   
                  





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ENTREVISTA
ABORDAGEM INTEGRAL

Por Rafael Geyger
Foto: Juliano Rangel

Consultor em gerenciamento de risco e resposta a emergências analisa os desafios do Brasil na profissionalização do setor

Michel Cadenas possui uma visão ampla da área de Segurança e Emergência. Sua formação em Segurança Pública, Ma­te­mática e Física, aliada à atuação como bombeiro militar, ins­trutor de cursos e consultor em gerenciamento de risco e resposta e­mergencial, concederam a ele uma expertise teórica e prática para a operação nas fases pré, pós e também durante um desastre.

Em razão de sua experiência profissional, ele conhece em detalhes os processos industriais de prevenção e resposta a acidentes, as ca­racterísticas do serviço de bombeiros, tanto militares quanto civis, além de aspectos pertinentes à gestão de desastres e às emergências mé­dicas. Por isto, fala com desenvoltura sobre atendimento pré-hospitalar, defesa civil e proteção e combate a incêndio.

Em fase de conclusão do curso de Medicina, Cadenas espera poder ofe­recer uma solução completa na empresa que fundou em 1999, em Curitiba/PR, e que leva seu sobrenome. Segundo ele, a profissiona­lização do setor de Emergência no Brasil passa pela concentração de esforços em três frentes: mudança cultural de percepção do risco e a­ção emer­gen­cial (iniciando nas escolas), embasamento teórico-científico (aumento da colaboração das universidades no processo) e vontade política.

Revista Emergência: Como iniciou seu envolvimento com a área de Segurança e Emergência?

Michel Cadenas: Em 1996, entrei na academia do Guatupê, da Polícia Militar do Paraná, e passei a compor o quadro de oficiais do Corpo de Bombeiros, on­de fiquei até 2009. Gostei muito da área de socorro emergencial à vítima, do a­tendimento ao trauma e decidi que iria seguir a car­reira médica na área de Emergência. Em 2007, ingressei na Me­dicina e, em 2009, não consegui compa­tibi­lizar as atuações como acadêmico e como ofi­cial do Corpo de Bombeiros. Acabei deixan­do a instituição, mas mantenho a parte de pes­quisa e desenvolvimento nos cursos que mi­nistramos.

Revista Emergência: Como as outras graduações cursadas auxiliaram neste processo?

Cadenas: A formação de bombeiro me ajudou a enxer­gar a emergência. Na sequência, fiz a graduação em Matemática e, depois, em Física. Na é­poca, eu já trabalhava com consultoria empresarial, então a Matemática ajudou a siste­matizar o conhecimento e a Física a en­tender os processos industriais. Só que as três gra­duações não eram suficientes pa­ra que eu pudes­se dar uma so­lução integral para a empresa nas consultorias de ge­ren­ciamento de risco e emergência. O fator huma­no sempre estava presente e, então, a Medicina complementa este conjunto de ha­bilidades.


Confira a entrevista completa
na edição de agosto 
da Revista Emergência   
                  





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DIA DO BOMBEIRO
JUSTA HOMENAGEM

Por Lucas Möller
Foto: 1º SGT BM Marcelo Ciro/CBMERJ

Bombeiros de todas as regiões participaram de festividades em alusão à data

Profissionais de todo o país participa­ram das comemorações do Dia do Bombeiro Brasileiro, celebrado em 2 de ­julho. Nesta data, em 1856, o Imperador Dom Pedro II criou o Corpo Provisório de Bom­beiros da Corte, no Rio de Janeiro, na época, distrito federal.

O grupo reuniu sob uma mesma administração as diversas seções que até en­tão existiam para o serviço de extinção de fogo nos Arsenais de Guerra e de Ma­rinha, Repartição de Obras Públicas e Casa de Correção.

Várias foram as formas de homenagear estes homens e mulheres que, por ve­zes, arriscam suas próprias vidas para salvar vidas alheias. Condecorações, atividades esportivas e desfiles foram algumas delas.

Sudeste

No Rio de Janeiro, sede da corporação mais antiga do Brasil, foi comemorado também o aniversário de 156 anos da instituição. Para celebrar as duas ocasiões, o CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro) realizou, no Quartel do Comando-Geral, uma bela solenidade com a presença de autoridades, entre elas o vice-governador Luis Fernando Pe­zão e o secretário de Estado de Defe­sa Civil e comandante do CBMERJ, coronel Sérgio Si­mões.

Durante a cerimônia, os cadetes ­recém-ingressos receberam o espadim Marechal Souza Aguiar, símbolo da honra dos fu­turos oficiais, e prestaram o solene ju­ramento que os qualifica como bombei­ros militares. Ao término da ­solenidade, foi realizado um simulado operacional, on­de os bombeiros demonstraram suas habilidades em situações de atropelamento, combate a incêndio, salvamento em altura e escalada.

O coro­nel Sérgio Simões falou sobre a honra de ser bombeiro. "Homenageamos os ca­de­tes, que recebem o espadim Marechal Souza Aguiar, símbolo da ­dignidade e da honra do Cadete Bombeiro Militar. Além disso, reverenciamos a todos os bom­beiros militares, oficiais e praças, que nos antecederam na condução desta caserna tão especial."


Confira a matéria completa
na edição de agosto 
da Revista Emergência   
                  





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ARTIGO
PREVENINDO DESASTRES

Autor: Paulo Renato Martins Vaz
Foto: Arquivo Esdec

Estado do Rio de Janeiro desenvolve o seu Mapa de Ameaças Naturais, cumprindo metas estabelecidas no Marco de Ação de Hyogo

O MAH (Marco de Ação de Hyo­go) é o instrumento mais importante para a implemen­tação da redução de riscos de desastres que 168 Estados Membros da ONU, incluindo o Brasil, adotaram em 2005. Seu objetivo geral é aumentar a resiliência das nações e comunidades frente aos desastres ao alcançar, para o ano de 2015, uma redução considerável das perdas que ocasionaram os desastres, tanto em ter­mos de vidas humanas quanto aos bens sociais, econômicos e ambientais das comunidades e dos países.

O MAH oferece cinco áreas priori­tá­rias para a tomada de decisões, em iguais desafios e meios práticos para aumentar a resiliência das comunidades vulneráveis aos desastres, no contexto do desenvolvimento sustentável. Entre estas prioridades, destaca-se neste estudo a se­gun­da: conhecer o risco e tomar medidas. Com o propósito de reduzir suas vul­ne­rabilidades frente às ameaças naturais, os países e comunidades devem conhecer o risco que estão enfrentando e tomar medidas com base neste conhecimento. Esta compreensão do risco precisa de investimentos nas capacidades científicas, técnicas e institucionais para observar, registrar, investigar, analisar, prever, modelar e elaborar mapas de ameaças naturais.

O estudo da variável "ameaça" tem por objetivo identificar e caracterizar os acon­te­ci­mentos e eventos adversos que po­dem ocorrer numa região ou cenário de­terminado, permitindo-se, com o estudo do grau de vulnerabilidade dos cor­pos e sistemas receptores, a avaliação, a hierarquização dos riscos de desastres e a definição das áreas de maior risco. O es­tudo das ameaças de desastres está in­se­rido no contexto da Avaliação de Riscos de Desastres, que, por sua vez, é um dos eixos principais do aspecto global de Prevenção de Desastres.

Portanto, o objetivo deste trabalho é apresentar o Mapa de Ameaças Naturais do Estado do Rio de Janeiro e disse­minar informação estatística e epi­de­miológica visando à redução dos riscos de desastres.

Clique aqui para visualizar a Figura 2 - Mapa de Ameaças Naturais do Estado do Rio de Janeiro por municípios.

* Este artigo foi apresentado no IX Fórum Nacional de Defesa Civil, ocorrido em Angra dos Reis/RJ, de 4 a 6 de junho, na categoria Trabalhos Científicos, com o título original "Mapa de Ameaças Naturais do Estado do Rio de Janeiro".


Confira o artigo completo
na edição de agosto 
da Revista Emergência   
                  





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EXPERIÊNCIAS
UMA AVENTURA NA NASA

Por Rafael Geyger
Foto: Arquivo Cefas Queroìs

Instrutor da Força-Tarefa Brasileira conta como o voluntariado em resgates abriu portas para uma capacitação nos EUA

Até 2008, Cefas Queroìs, 37 anos, era professor de Físi­ca em Ceilândia/DF, mas o desastre no Vale do Itajaí/SC, em novembro daquele ano, modificou sua vida. Ele apostou no sentimento altruísta que o inquietava e decidiu ajudar os catarinenses. Iniciou na triagem de donativos e acabou auxiliando resgates. A cada operação, crescia a certeza de que este seria seu meio de vida, o que ganhou força em missões voluntárias no Morro do Bumba/RJ (2010) e na Serra do Rio de Janeiro (2011).

O auge, no entanto, veio em 2012. Em maio, Cefas recebeu o certificado de Instrutor de Preparação e Resposta em ­Busca e Resgate para Situações de Desastre pela Nasa, a agência espacial norte-americana. Sua aceitação como o primeiro brasi­leiro no curso de resgate em estruturas colapsadas US&R/ CSSR (Urban Search And Rescue / Collapsed Structure Search and Rescue) é uma experiência particular que Cefas dividiu em entrevista à Emergência.

Ele permaneceu nos EUA de 16 de abril a 5 de maio, quando cursou capacitações complementares de resgate e produtos perigosos no FBI e nos Bombeiros de Oakland e de Nova York. Em breve, realizará no Brasil um curso com a chancela da Nasa, assessorado por instrutores norte-americanos. ­Assim, cumprirá a promessa feita ainda em solo americano: oferecer ao país a oportunidade que a Nasa lhe concedeu.

Revista Emergência: Como ingressou na área de resgate?

Cefas Queroìs:
Em 2008, estava no auge da profissão. Tenho li­cenciatura em Física pela Universidade Católica de Brasília e dava aula em Ceilândia. Ao final do ano, vi notícias de que a situação era terrível em Santa Ca­tarina (tragédia no Vale do Itajaí). Fiquei horrori­zado e queria saber como ajudar.

Revista Emergência: Tinha alguma experiência até então?

Queroìs:
Eu tinha noção de rapel e de primeiros socorros, mas nenhuma técnica. Procurei a administração de Cei­lândia e me foi oportunizado ajudar com os dona­ti­vos, na triagem e arrecadação. Achei ótimo, mas que­ria ir a Santa Catarina. Foi uma campanha muito gran­de e eu chegava a trabalhar quase 20 horas por dia. O oficial bombeiro viu minha empolgação e disse para eu ir junto a Santa Catarina entregar os donativos.


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ARTIGO
FORMAÇÃO INTERNACIONAL

Autores: Carlos Álvarez Leiva e Juana Macías Seda
Foto: SAMU International

A experiência do Mestrado em Enfermagem de Urgências, Emergências, Catástrofes e Ação Humanitária na Universidade de Sevilha

A Medicina de Emergência surge a partir do desenvolvimento alcançado na tecnologia para a clínica, o que permitiu prolongar a vida além de limites imaginados, mediante a subs­tituição da ventilação, a desfibrila­ção precoce, o uso padronizado de drogas vasoativas e a organização na recepção hospitalar de pacientes em estado crítico.

A inovação biotecnológica incorporou uma série de intervenções que mostra resultados positivos na sobrevivência de pa­cientes que outrora não subsistiam. Is­to ocorreu de forma tão intensa que extrapolou os limites dos hospitais e se pro­pagou dentro da comunidade.

Apesar destas conquistas, a complexi­dade em gerenciar situações de emergência continua sendo um desafio para o sistema de saúde pela ocorrência de ne­cessidades assistenciais em ocasiões que demandam recursos de saúde de for­ma extraordinária. Ademais, tratam-se de situações impactantes nas quais as de­cisões devem ser tomadas rapidamente, o que requer ajuste a processos metodológicos claramente definidos e regulamentados e exige um bom nível de au­tomação. Isto abrange adquirir uma sistemática ativa de avaliação, estratificar o risco individual inicial de cada paciente e executar as ações específicas corres­pondentes. Portanto, a formação especí­fica em Urgências, Emergências e Catás­trofes é imprescindível para assegurar as competências e habilidades dos profissionais que prestam os primeiros socorros às vítimas.

Esta abordagem foi totalmente defendida pelo médico Carlos Álvarez Leiva que in­tro­du­ziu o treinamento de emergência na Universidade de Sevilha, Espa­nha, determinando um marco ao imple­men­tar, em colaboração com a Uni­ver­si­dade, o primeiro Mestrado em Emergências, no ano de 1993. Desta forma, assegurou a formação de médicos e enfermeiros nesta área da Saúde. Atualmente, tal filosofia se expandiu e consolidou em todo o país, tanto que a maioria das universidades espanholas oferece Mes­trado em Urgências e Emergências den­tro de seus programas acadêmicos.

* Este trabalho foi um dos premiados no Seminário APH de 2011, durante a Expo Emergência, ocorrida em São Paulo/SP.


Veja a bibliografia usada neste artigo.


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ARTIGO
SAÍDA DE EMERGÊNCIA

Todos os direitos reservados ao National Safety Council -
www.nsc.org
Foto: Divisão de Comunicação Social dos Bombeiros de SP

Como trabalhadores devem planejar para o inesperado

A maioria das pessoas não vai para o trabalho, pensando: "Hoje é o dia em que algo horrível acontecerá". Mesmo assim, a possibilidade de um desastre natural, incêndio, ameaça de bomba, blecaute, vazamento de gás, derramamento de substâncias químicas ou até mesmo um ataque terrorista está sempre presente. Como os funcionários reagem a tais ameaças pode significar a diferença entre a vida e a morte, sem falar das perdas patrimoniais da empresa.

A OSHA (Occupational Safety and Health Administration) exige que todas as empresas desenvolvam e produzam um Plano de Ação em Emergência, que os locais de trabalho possuam equipamentos extintores de incêndio e que as pessoas sai­bam como desocupar as edificações durante uma emergência. As empresas com mais de dez funcionários devem ter um plano escrito. Enquanto as com menos de dez funcionários podem comunicar o plano oralmente.

Apesar das exigências, os especialistas afirmam que muitos empregadores não se preparam adequadamente. "A questão é que a maioria das empresas nunca, de fato, desenvolveu um Plano de Ação em Emergência, e as que porventura o fizeram na maioria nunca exercitou", afirma Brock Long, diretor da Agência de Gerenciamento de Emergência do Alabama, em Clanton. "Muitas vezes, o que vemos é que, nos casos em que desenvolveram Planos para A­ção em Emergência, eles foram produzidos em um período entre as emergências e a maioria do pessoal não foi treinada."

* Esta é uma tradução do artigo original "Emergency Exit - Planning for the Unexpected", de autoria de Ashley Johnson, publicado originalmente na Revista Safety & Health, do National Safety Council, em setembro de 2010. A tradução é de Randal Fonseca, editor/tradutor dos livros do National Safety Council no Brasil. Este artigo não tem fins comerciais. Foi reproduzido com finalidade e propósito exclusivamente educacional.


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Edição do Mês
 
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