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Você está em: Edições / Ed. 8/2017
 
Edição 8/2017
SAMU em pauta

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Capa: Franklin Antunes/SAMU 192 DF

Pesquisa da Revista Emergência identifica, em dois anos, aumento de 6,39% no número de municípios com bases do serviço

Segundo a pesquisa Cenário de Emergência - SAMU do Brasil, realizada a cada dois anos pela Revista Emergência, até o mês de ju­nho deste ano, o número de municípios brasileiros que contam com bases do serviço é de 30,79% (1.715 cidades), identificando um aumento de 103 cidades, equivalente a um crescimento de 6,39% se comparado à pesquisa realizada em 2015, que constatou um total de 1.612 municípios (28,94%) com bases do SAMU. No que diz respeito à cobertura, o aumento foi de 6,37% (204 cidades), totalizando 61,18% municípios abrangidos contra 57,52% há dois anos. Conforme os dados coletados, hoje, 3.408 cidades brasileiras são atendidas pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e 1.715 contam com, pelo menos, uma base do serviço, contabilizando 2.146 bases, 91 a mais que na pesquisa anterior. Como pode ser observado, houve incremento de novos municípios no sistema, mas algumas cidades reduziram o número de suas bases.

Conforme o levantamento, atualmente a região Nordeste aparece no topo da lista com 37,29% dos municípios com bases do serviço. Em seguida, aparece o Sul (29,55%), seguido de Norte (27,56%), Sudeste (26,86%) e Centro-Oeste (26,12%). Normatizado pelo Governo Federal em 2003, o SAMU, geralmente acionado por telefonia de discagem rápida (192), foi criado para prestar serviço de atendimento pré-hospitalar à população brasileira. A pesquisa tem como objetivo principal apresentar a estrutura do órgão no país, os recursos humanos e materiais, bem como atendimentos realizados.



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ENTREVISTA
Evolução e conhecimento

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Priscilla Nery

Arquiteta e urbanista com especialização em Segurança Contra Incêndio fala sobre a capacitação dos profissionais, ressaltando a importância da especialização no Brasil

Especialista em saídas de emergência e proteção passiva há quase 30 anos, a professora Rosaria Ono, doutora em Arquitetura e Urbanismo pela USP (Universidade de São Paulo), possui amplo conhecimento em Segurança Contra Incêndio. Com seu primeiro estágio no Laboratório de Ensaios de Fogo do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), dedicou grande parte da sua carreira a pesquisas. "Por ser uma área que envolve muitas pesquisas e tecnologia, me identifiquei muito, além de trabalhar também com coleta de dados estatísticos, outro setor para o qual fui treinada e atuo desde que comecei", afirma.

Em entrevista à Emergência, Rosaria fala sobre a importância da evolução da Segurança Contra Incêndio no Brasil, ressaltando a formação e a capacitação dos profissionais de Engenharia e Arquitetura no setor. A professora também comenta sobre as suas experiências profissionais e as ações e eventos realizados pelo GSI (Grupo de Fomento à Segurança contra Incêndio), grupo no qual é co-fundadora e atual coordenadora.   

COMO INICIOU SEU INTERESSE PELA ÁREA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO?
O meu primeiro contato foi durante a graduação. Fiz arquitetura na USP (Universidade de São Paulo) e no terceiro ano do curso eu me inscrevi para fazer um estágio no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), no qual fui chamada para estagiar no Laboratório de Ensaios de Fogo. O professor Ualfrido Del Carlo, que na época era pesquisador do Laboratório e diretor da Faculdade de Arquitetura, sugeriu que o IPT contratasse um grupo de alunos de arquitetura para que estes tivessem mais proximidade com a área. Eu fiz parte deste grupo, estagiando no laboratório por três anos, ou seja, até a minha formatura. Como havia um contato entre o Laboratório de Fogo do IPT e uma universidade japonesa, após me formar consegui uma bolsa de estudos de mestrado no Japão. Depois do mestrado, fiz diversos estágios na área, me especializando no segmento de proteção passiva, mais especificamente em saídas de emergência. Sempre senti uma afinidade muito grande pela Segurança Contra Incêndio por ser uma área muito voltada à tecnologia, além de ter tudo a ver com o projeto arquitetônico. Outro setor para o qual eu fui treinada e atuo desde que comecei é em relação à coleta e tratamento de dados estatísticos de ocorrências de incêndios.



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ATUALIZANDO
Avanços no setor

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Divulgação/Instituto Sprinkler Brasil

Segurança contra Incêndio é reconhecida como área de conhecimento

O CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, reconheceu a Segurança Contra Incêndio como área de conhecimento no Brasil. A inclusão foi anunciada durante a reunião da Frente Parlamentar Mista de Segurança Contra Incêndio, realizada no dia 7 de julho, em Brasília/DF. "A decisão é uma conquista significativa, resultado do trabalho liderado pela Frente Parlamentar, além de ser um pleito do setor há vários anos. O reconhecimento certamente contribuirá com o desenvolvimento de pesquisas e geração de conhecimento na área", afirma Marcelo Lima, coordenador do grupo e diretor-geral do ISB (Instituto Sprinkler Brasil).

Segundo Lima, um dos objetivos é que a produção acadêmica esteja suprida com conteúdo qualificado sobre o tema e com profissionais devidamente formados, em conformidade com a legislação brasileira que, na opinião dele, também precisa de atualização em relação à segurança contra incêndio. "Outro ponto relevante é o fato do CNPq ter reconhecido a área dentro de um escopo mais amplo e não apenas dentro de engenharia, podendo ser expandido para outros setores de pesquisa como saúde, humanas e os demais cursos de exatas", explica.



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ARTIGO
Resposta a desastres

AUTORES:
Marcio José de Macêdo Dertoni e Airton Bodstein de Barros

FOTO:
Arquivo UFF

Artigo traz modelo de plano de contingência para municípios brasileiros

Enchentes, enxurradas, deslizamento de encostas, estiagens, tornados, incêndios florestais, vazamentos de produtos químicos, rompimentos de barragens, só para citar os mais conhecidos, são alguns dos eventos que podem provocar desastres nos municípios brasileiros. Os recursos de resposta da maior parte dos municípios brasileiros não foram dimensionados com base nas necessidades de resposta aos desastres, mas na disponibilidade de recursos financeiros e de investimento ou na cessão de recursos dos governos estadual e federal. Da mesma maneira, a maioria dos municípios brasileiros não dispõe de pessoal técnico capacitado para desenvolver o conhecimento da natureza e da dinâmica dos desastres. Este quadro aponta para as principais razões de os municípios estarem mais vulneráveis aos desastres do que a técnica e o conhecimento atuais permitiriam. A alocação de recursos financeiros e materiais, embora necessária, não é suficiente devido à escassez de conhecimento e de pessoas capacitadas.

PROBLEMA
Todo manual de defesa civil, de emergências ou de assistência humanitária, define que tudo começa com um bom planejamento, identificando-se os potenciais cenários de desastres, as estratégias de resposta, os recursos necessários e a realização de exercícios simulados. 



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ARTIGO
Problema no túnel

AUTOR:
NFPA Journal Latinoamericano*

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares | Estúdio Boom

Incidentes com fogo e fumaça no metrô de Washington D.C. mostram as dificuldades quanto à segurança nos transportes subterrâneos em todo o mundo

Em 12 de janeiro de 2015, em Washington D.C, um trem da Linha Amarela do sistema de transporte subterrâneo Metrorail em direção à Virgínia saiu da estação do centro L’Enfant Plaza, uma das estações mais concorridas do sistema, em direção à Pentagon Station. Era a hora do rush e o trem levava, aproximadamente, 380 passageiros. Passados 800 pés da estação L’Enfant Plaza, o trem parou bruscamente devido à presença de fumaça no túnel, de acordo com um relatório do National Transportation Safety Board - Conselho Nacional de Segurança do Transporte (NTSB, da sigla em inglês). Com o trem parado no túnel, a fumaça cada vez mais densa começou a infiltrar-se nos vagões. Os passageiros começaram a ter problemas para respirar, e alguns compartilharam inaladores. Algumas pessoas caíram e uma mulher de 61 anos de Alexandria, Virgínia, morreu. No total, 91 pessoas foram afetadas, a maioria por inalação de fumaça, incluindo passageiros, socorristas e empregados da Washington Metropolitan Area Transit Authority - Autoridade de Trânsito da Área Metropolitana de Washington (WMATA, da sigla em inglês), de acordo com o relatório do NTSB.

*Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright © 2016, National Fire Protection Association, Quincy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. O artigo, de autoria de Alexander Reid, foi publicado originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de setembro de 2016, páginas 42 a 47.




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Fórum Revista Emergência

No começo do mês de julho, a Segurança contra Incêndio foi reconhecida como área de conhecimento pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Segundo especialistas e pesquisadores da área, o reconhecimento trará diversas mudanças ao setor como, por exemplo, estruturação nos cursos de formação, melhor qualificação profissional e maior investimento em desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao tema. Além disto, a decisão também contribuirá com os Corpos de Bombeiros que poderão realizar estudos nos campos de prevenção, combate e investigação de incêndio, em parceria com universidades e entidades da área. Na sua opinião, quais avanços o reconhecimento da Segurança contra Incêndio trará para o setor? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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