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Você está em: Edições / Ed. 8/2018
 
Edição 8/2018
REPORTAGEM ESPECIAL
Proteção imediata

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO: HP Productions/Shutterstock

Mesmo presente no Brasil há mais de 100 anos, os sprinklers sofrem com projetos e instalações inadequados, além de falta de manutenção e certificação

Os sprinklers, conhecidos também como chuveiros automáticos, são os primeiros a atuarem em caso de incêndio. Discretos, instalados nos tetos de empreendimentos como edifícios comerciais, industriais e residenciais, eles funcionam ao estímulo do calor do incêndio, como uma forma de proteção de patrimônios e de vidas humanas. Segundo pesquisas, eles têm demonstrado ser o melhor equipamento disponível no combate/controle aos focos de incêndio.

Quando o foco de incêndio começa, é essencial que o primeiro combate seja feito em até quatro minutos. Por isto que um sistema de sprinklers bem projetado, instalado e manutenido é a solução mais eficiente de controle até a chegada do Corpo de Bombeiros, pois o flashover passa de um a quatro minutos para 20 minutos, tempo suficiente para as corporações chegarem até o local, controlarem ou apagarem o incêndio. Mas, segundo especialistas, a realidade do sprinkler no Brasil, apresenta alguns desafios quanto ao projeto, instalação, manutenção e certificação, tópicos que estão correlacionados com a qualificação dos profissionais deste mercado, assim como as normas e as legislações que ainda não estão abrangendo todos estes itens para oferecer à sociedade um produto de qualidade, que irá cumprir com o seu papel.

Confira a reportagem completa na edição de agosto da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Respeito ao tentante

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Arquivo pessoal

Idealizador do curso de Abordagem Técnica à Tentativa de Suicídio ressalta a importância da abordagem humanizada neste tipo de ocorrência

Atuando no Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo há 18 anos, o capitão Diógenes Martins Munhoz, especialista em atendimento à tentativa de suicídio, fala sobre as técnicas utilizadas durante um atendimento, ressaltando sempre o respeito que o profissional de emergência deve ter com a vítima. "Nenhum ser humano quer morrer, nem mesmo o tentante ao suicídio. Procurar a morte é a última forma que ele achou de pedir socorro e cabe a nós, sociedade como um todo, escutar e ajudar".

Em entrevista à Emergência, Munhoz fala sobre o Curso de Abordagem Técnica à Tentativa de Suicídio, da ESB (Escola Superior de Bombeiros), em Franco da Rocha/SP, do qual é criador e idealizador. Diante do sucesso do curso, que é referência em todo o Brasil, o capitão lançou, neste ano, um livro sobre o assunto voltado ao atendimento realizado pelos profissionais de emergência. "Sou apenas aquele que escreveu algumas linhas, representando o trabalho de vários profissionais que nos ajudaram a chegar até aqui", conclui.

QUAL A SUA TRAJETÓRIA DENTRO DA CORPORAÇÃO?
Eu entrei no Corpo de Bombeiros Militar no ano de 2000 para 2001, quando fiz o curso de bombeiros para oficiais na ESB (Escola Superior de Bombeiros), em Franco da Rocha/SP. Me formei em 2002 e fui trabalhar no posto de bombeiro de Cubatão/SP, onde fiquei atuando por um ano. Em 2003, fui convidado para trabalhar na ESB, na qual trabalho há 15 anos. Atualmente, sou coordenador de diversos cursos e comandante da 2º companhia, sendo responsável pela formação dos soldados do Estado de São Paulo. Em 2015, fui idealizador do curso de abordagem técnica à tentativa de suicídio, lançando neste ano, o primeiro livro brasileiro voltado aos profissionais de emergência, relacionado à área.

Confira a entrevista completa na edição de agosto da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Desafio e emoção

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Reprodução G1/Fantástico

Meninos e técnico de futebol são resgatados após 17 dias presos em caverna


O mundo inteiro se emocionou com o trabalho de busca e resgate de um time de futebol, composto por 12 meninos (entre 11 e 16 anos) e seu técnico, que ficaram presos em uma caverna, na Tailândia. O drama iniciou em 23 de junho, quando o grupo resolveu visitar a caverna Tham Luang Nang Non. Enquanto estavam lá dentro, fortes chuvas atingiram a região, inundando diversas partes da caverna.

No dia seguinte, após desconfiarem que o time havia ficado preso no local, as equipes de emergência começaram as buscas. "O ambiente cavernícola em si pode ser considerado bastante hostil, podendo oferecer diversas dificuldades. No caso da Tailândia, os trechos não alagados ficavam distantes da entrada da caverna, obrigando as equipes a percorrer um caminho por um relevo muito acidentado e com lances verticais, curso de rio ativo com alguns poços, trechos de teto baixo, onde o espaço entre a lâmina de água e o teto era reduzida, além da ausência de luz (próprio de toda caverna)", explica Diego Ferreira, Espeleólogo e espeleorresgatista, integrante da Comissão de Espeleorresgate da Sociedade Brasileira de Espeleologia.

Confira a matéria completa na edição de agosto da Revista Emergência.



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ARTIGO
Londres chama

AUTOR: NFPA Journal Latinoamericano*

FOTO: Alex Donohue/Shutterstock

Problemas que causaram o incêndio da Grenfell Tower podem existir em todo o mundo, por isto a NFPA desenvolve ferramentas para lidar com as fachadas combustíveis

Em 1666, Londres ardeu. As chamas varreram a cidade como um tsunami, desalojando 70 mil dos 80 mil residentes. Inesperadamente, poucas pessoas morreram; houve apenas seis mortes confirmadas. Avanço rápido até 2017, quando um incêndio recente muito menor ocorrido em Londres foi muito mais letal. Pelo menos 80 pessoas morreram no incêndio de 14 de junho na Grenfell Tower no oeste de Londres, tornando-o o incêndio mais mortífero na história britânica. Depois de 351 anos de avanços no âmbito da Segurança Contra Incêndio e da proteção da vida, por que o número de mortos foi tão superior ao do grande incêndio de Londres?  A resposta se encontra, em parte, nos métodos de construção modernos.

No âmbito de um projeto de reforma, executado em 2015 e 2016, na Grenfell Tower, um edifício de apartamentos de 24 andares construído em 1974, as paredes exteriores foram renovadas aplicando um sistema divulgado por muitos meios de informação como uma combinação de painéis compostos de alumínio e plástico de polietileno e espuma isolante, ambos considerados combustíveis. Quando uma geladeira no quarto andar provocou um incêndio, as chamas encontraram um caminho até o exterior do edifício, incendiando os materiais combustíveis do sistema de fachada, que canalizou rapidamente as chamas para cima. O incêndio não só subiu rapidamente e rodeou os lados do edifício, como também se propagou de fora para dentro, destruindo toda a estrutura.

* Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright© 2017, National Fire Protection Association, Quincy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. O artigo, de autoria de Angelo Verzoni, foi publicado originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de dezembro de 2017, páginas 28 a 33.

Confira o artigo completo na edição de agosto da Revista Emergência.



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ARTIGO
Aconselhamento Psicológico

AUTOR:
Jussara Xaviér

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Estudo apresenta resultados sobre o papel do psicólogo no Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina

Uma das maneiras de se estudar o bem-estar humano nas organizações é por meio de indicadores referentes à qualidade de vida no trabalho. Por meio destes, procura-se melhores formas de organizar o trabalho, proporcionando satisfação na execução de tarefas e, consequentemente, um aumento na produtividade organizacional.

A busca pela qualidade de vida envolve muitas questões relacionadas ao trabalho, como: remuneração, condições físicas, ambiente de trabalho, expectativas sociais, relacionamentos interpessoais, entre outras que influenciam diretamente na vida do ser humano.

O psicólogo que se insere no contexto organizacional encontra um campo de atuação vasto, que inclui ações ligadas à gestão e compreensão dos comportamentos de pessoas, grupos e estruturas organizacionais. Para A. P. Duran, cabe ao psicólogo produzir conhecimentos e atuar no sentido de reduzir as dificuldades nas relações. Assim, o psicólogo deve ser capaz de aprender, desenvolver e aplicar conhecimento gerado por meio da Psicologia.

Confira o artigo completo na edição de agosto da Revista Emergência.



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ARTIGO
Líder na Urgência e Emergência

AUTORAS:
Ariana Silveira Noronha e Andrea Diez Beck

ILUSTRAÇÃO:
Beto Soares/Estúdio Boom

Pesquisa evidencia principais características da atuação do enfermeiro neste serviço

O termo liderança ficou conhecido na primeira metade do século XIX e as pesquisas atuais evidenciam a liderança a um processo de influência em uma cultura organizacional e com a relação interativa entre o líder e o seguidor. As habilidades necessárias para um líder eficiente são dinâmicas e mudam constantemente em resposta à rápida transformação em que vivemos, revelam B. L. Marquis e Carol J. Huston.

O mercado de trabalho exige deste profissional tal aptidão, envolvendo sua capacidade para tomada de decisões, influenciar pessoas com uma postura visionária e assumir riscos, principalmente dentro de instituições de saúde, onde o serviço de enfermagem interage com todas as equipes multidisciplinares, numa interdependência que, em maior ou menor grau, exige competência, disposição e habilidade de relacionamento destacam L. Barbosa e M. Melo.

Confira o artigo completo na edição de agosto da Revista Emergência.








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Fórum Revista Emergência

Conforme relatório divulgado pelo Ministério da Saúde, a taxa de suicídio aumentou gradativamente no Brasil, entre o período de 2000 e 2016. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) o suicídio acomete cerca de 800 mil pessoas, no mundo, sendo a segunda morte no planeta entre jovens de 15 a 29 anos. Atualmente, as emergências à tentativa de suicídio no Brasil, são atendidas pelos Corpos de Bombeiros Militares, com auxílio do SAMU e da Polícia Militar, quando necessário. Diante disto, para atender o tentante e ter sucesso durante a ocorrência, corporações de todo o país estão se especializando neste tipo de atendimento, que exige técnicas de abordagens específicas, incluindo, acima de tudo, o respeito pela pessoa que está precisando de ajuda naquele momento. Na sua opinião, como está a preparação dos órgãos de emergência na sua região para atender este tipo de ocorrência? Entre em nossos fóruns de discussão, acesse www.facebook.com/groups/APH.Revista.Emergencia/ ou www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro dos grupos, solicite a sua participação.



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