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Edição 8/2019
REPORTAGEM ESPECIAL

De olho no APH

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO CAPA: Alberto Coutinho/GOVBA

Em dois anos, pesquisa da Revista Emergência identifica pequeno aumento na estrutura e nos recursos humanos e materiais

Realizada a cada dois anos pela Revista Emergência, a pesquisa Cenário de Emergência - SAMU do Brasil identificou, em 2019, um pequeno aumento de 2,22% no número de municípios com bases do serviço, no país. Segundo o estudo, até maio deste ano, o SAMU contava com 2.153 bases espalhadas por 1.753 cidades brasileiras, ou seja, 38 municípios a mais se comparado à pesquisa realizada anteriormente. Sendo assim, o percentual de municípios com bases passou de 30,79% (2017) para 31,47% em 2019. Entretanto, há cidades que não possuem base física do SAMU, porém recebem a cobertura do serviço, fornecida pela unidade mais próxima. Atualmente, 3.608 cidades (64,78%) são abrangidas pelo órgão, o que representa um aumento de 5,87% (200 municípios), se comparado a 2017 (61,18%). Conforme o levantamento, a região Nordeste possui o maior número de municípios com base, totalizando 38,96% das cidades. Em seguida, aparece a Sul, com 30,14%, seguida pela Sudeste (27,76%), Norte (26,67%) e, por último, Centro-Oeste (23,98%).

Levando em consideração que a estrutura do serviço não é a mesma em todos os estados, para obter os dados apresentados, Emergência entrou em contato com os SAMUs Estaduais, Regionais e Municipais. No entanto, como nas pesquisas anteriores, houve situações em que os responsáveis não encaminharam as informações solicitadas, como é o caso do estado do Acre que, desde que é realizado o Cenário do SAMU nesta estrutura, nunca repassou as informações solicitadas nem justificou o motivo, ao contrário de outros estados.

Confira a reportagem completa na edição de agosto da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Lembranças da SCI

Por
Revista Emergência / Paula Barcellos

FOTO
Elza Aparecida dos Santos

Coronel e ex-subcomandante do Corpo de Bombeiros de SP relembra a realidade da Segurança contra Incêndio do final dos anos 60 em diante, destacando as evoluções conquistadas

O coronel Alfonso Antonio Gill presenciou algumas mudanças importantes nos últimos 50 anos no Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. Uso de EPIs e EPRs, novas tecnologias em equipamentos de combate a incêndio foram algumas das evoluções citadas pelo coronel que ingressou na corporação em 1967, em uma época em que um dos desafios eram a total ausência de literatura técnica nacional e dificuldade de acesso à internacional.

Ao longo de sua trajetória ocupou cargos importantes na corporação como diretor do CEIB (Centro de Ensino e Instrução do Corpo de Bombeiros), atual Escola de Bombeiros de Franco da Rocha, e subcomandante, o que lhe forneceu uma visão geral da Segurança Contra Incêndio no país. "Avançamos muito nas últimas décadas, mas ainda há muito a fazer e a aprender em termos de Segurança Contra Incêndio, seja estudando a nossa realidade, seja observando o que vem ocorrendo em outros países", reflete o, hoje, coronel da reserva.

Nesta entrevista à Emergência ele fala sobre os desafios da corporação no início de sua carreira, a realidade dos atendimentos, a evolução do serviço e da própria Segurança Contra Incêndio brasileira, a educação e a legislação na área e a construção do livro A Segurança contra Incêndio no Brasil, obra referência no setor, na qual foi um dos autores.

O SENHOR INGRESSOU NO CBPMESP EM 1967. QUAL ERA A REALIDADE NA ÉPOCA? QUAIS ERAM OS DESAFIOS E DIFICULDADES?
Muitas coisas mudaram nestes últimos 50 anos e não poderia ser diferente. Uma das poucas vantagens de se ficar mais velho é exatamente ter esta perspectiva de acompanhar as mudanças de longo prazo. Algumas das dificuldades à época eram a total ausência de literatura técnica nacional e dificuldade de acesso à internacional. A nossa "cartilha" era o "Fire Protection Handbook" da NFPA. Os bombeiros trabalhavam sem equipamento de proteção individual ou respiratória. Tudo era feito na "raça" e com base na vivência do dia a dia.

Confira a entrevista completa na edição de agosto da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Tragédia na Bahia

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Divulgação/Corpo de Bombeiros de Paulo Afonso

Rompimento de barragem causa inundações e deixa milhares de desabrigados

O forte volume de chuvas que atingiu a região nordeste do estado da Bahia, causou, no dia 11 de julho, o rompimento da barragem do Quati, em Pedro Alexandre/BA, e de pequenos açudes e rios da região, causando inundação não apenas na cidade onde fica localizada a barragem, como também no município de Coronel João Sá/BA. De acordo com a SEDEC/BA (Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia), 14,4 mil pessoas foram afetadas pela inundação. Até o fechamento desta edição, cerca de 3.500 pessoas estavam em abrigos ou casas de familiares. Ninguém ficou ferido.

Segundo a SEDEC/BA, assim que o órgão recebeu o alerta de rompimento entrou em contato com as Defesas Civis dos Municípios afetados. "Orientamos os coordenadores municipais para que, em conjunto com outras secretarias, evacuassem toda a população próxima à barragem do Quati e ao rio do Peixe. Paralelamente, engenheiros da Defesa Civil Estadual e de outros órgãos do Estado foram enviados imediatamente para os dois municípios", afirma a SEDEC. Como a região já estava com pequenos alagamentos devido às chuvas, muitas famílias já haviam saído de suas casas. As famílias que optaram pela evacuação preventiva tiveram apoio dos demais órgãos da prefeitura de Coronel João Sá e se instalaram "a priori" no Ginásio Municipal e em mais seis abrigos espalhados pela cidade.

Confira a matéria completa na edição de agosto da Revista Emergência.



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ARTIGO
SCI em favelas

AUTOR: NFPA Journal Latinoamericano*

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Como um projeto para instalar alarmes de fumaça em favelas na África do Sul promete um futuro mais seguro para o país e para milhões de pessoas ao redor do mundo

Antenas de satélites aparecem em um número surpreendente de telhados em Wallacedene, um assentamento informal na Cidade do Cabo (África do Sul). As parabólicas vistas na visão de satélite do Google Maps, são um dos poucos sinais de conforto moderno em uma área densamente povoada que parece uma favela. Localizada na extremidade Leste da Cidade do Cabo, a cerca de 20 quilômetros da costa do Atlântico Sul, Wallacedene tem mais ou menos 36 mil habitantes. A favela cobre uma área de cem campos de futebol, resultando em uma densidade populacional que é seis vezes e meia maior do que a de Nova Iorque. Residências e comércios não são mais que barracos, construídos com telhas de metal corrugado, chapas de aglomerado e outras sobras. O lixo é atirado nos espaços livres e ao longo das estreitas ruas.

Assentamentos informais como Wallacedene são encontrados por todo o mundo, a maioria em países em desenvolvimento, mas também no mundo desenvolvido, resultado da pobreza e aglomeração nas áreas urbanas. Em um artigo publicado em 2009, no Planning Theory Journal, informalidade é definida como "um estado sem regulamentação, no qual a propriedade, o uso e a finalidade da terra não podem ser definidos e mapeados de acordo com qualquer conjunto de regulamentações ou leis."

* Reproduzido com autorização do NFPA Journal Latinoamericano® copyright © 2018, National Fire Protection Association, Quincy, MA. Todos os direitos reservados. www.nfpajla.org. O artigo, de autoria de Angelo Verzoni, foi publicado originalmente no NFPA Journal Latinoamericano, na edição de dezembro de 2018, páginas 36 a 45.

Confira o artigo completo na edição de agosto da Revista Emergência.



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ARTIGO
Decisões emergenciais

AUTORES: Thiago Paes de Barros De Luccia, Carmem Fabiana Rodrigues de Araujo e Armando Cesar Cerejeira Rodrigues

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

A escolha pela remoção imediata ou pelo atendimento no local em um cenário de APH

No atendimento pré-hospitalar, muitas vezes, decidir o momento certo para se fazer a remoção de uma vítima é uma tarefa difícil. Na literatura médica que trata do atendimento pré-hospitalar da vítima politraumatizada, que pode estar em PCR (Parada Cardiopulmonar), ou não, existe um questionamento de qual seria a melhor conduta a se tomar: remover a vítima rapidamente para o hospital ou estabilizá-la na cena do trauma e só então levá-la ao hospital? Em inglês este questionamento é resumido na sentença: "Scoop and run or stay and play?". "Scoop and run - não tardar e partir" seria a remoção rápida, logicamente seguindo os protocolos estabelecidos pelo PHTLS e ATLS (focando na manutenção das vias aéreas, controle de sangramentos externos e choque, imobilizações básicas, etc). "Stay and play - ficar e agir" envolve múltiplas ações que podem ser realizadas na cena da ocorrência, que abrangem desde intubação orotraqueal e administração de drogas a descompressões torácicas e cesáreas perimortem de emergência.

A ligação entre tempo de chegada ao hospital e o bom desfecho de vítimas gravemente feridas, se deu historicamente pela comparação dos atendimentos dos soldados dos EUA nas Guerras da Coréia (1950 a 1953, com  33.729 mortes de soldados dos EUA segundo a ONU, conforme consta no Acervo Estadão) e do Vietnã (1955 a 1975, com 58 mil mortes de soldados dos EUA, segundo Q. Le). Na Guerra da Coréia, o tempo médio de chegada ao hospital era de cinco horas, enquanto que na do Vietnã era de uma hora, conforme S. Taran. Percebeu-se que quanto antes o ferido chegasse ao hospital melhor seriam suas chances de recuperação.

Confira o artigo completo na edição de agosto da Revista Emergência.





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Fórum Revista Emergência

No dia 14 de julho, uma família composta por quatro pessoas foi encontrada morta dentro de um apartamento, na cidade de Santo André/SP. De acordo com a Polícia, o aquecedor a gás estava sem chaminé e as janelas estavam todas trancadas, no momento em que as vítimas foram localizadas. A suspeita é de que elas tenham morrido de asfixia por inalação de monóxido de carbono, gás resultante de algum processo de combustão incompleta. Este não foi o primeiro caso divulgado pela imprensa neste ano. Segundo especialistas, a maioria das pessoas desconhecem os perigos que os aquecedores podem provocar, caso não tenham uma manutenção adequada. O Químico Edson Haddad, em sua coluna desta edição (página 16), fala sobre os cuidados que devem ser tomados, bem como o comportamento e os efeitos causados pelo monóxido de carbono, um gás inodoro, incolor e extremamente tóxico. Na sua opinião, como encontra-se o conhecimento da sociedade em relação ao risco dos aquecedores? Entre em nosso fórum de discussão, acessando www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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