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Você está em: Edições / Ed. 9/2018
 
Edição 9/2018
ATUALIZANDO
Tragédia no Rio de Janeiro

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fogo no Museu Nacional destrói 90% do local, acabando com 200 anos de história

Na noite do dia 2 de setembro, o Brasil parou para ver a maior tragédia museológica do país. Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional localizado na Quinta da Boa Vista, Zona Norte do Rio de Janeiro/RJ. Segundo informações das autoridades, o Corpo de Bombeiros foi acionado assim que as chamas foram identificadas. "Recebemos o chamado por volta de 19h e 30min e quando chegamos no local da ocorrência, o Museu já estava totalmente em chamas, com incêndio de média para grandes proporções", afirma o coronel Roberto Robadey Costa Júnior, comandante-geral do CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do RJ).

Segundo o comandante, 13 quartéis, 20 viaturas e cerca de 80 bombeiros atuaram no combate às chamas, que foram controladas apenas no fim da madrugada. "É um prédio antigo com uma grande carga de incêndio e muito material combustível como, por exemplo, assoalho de madeira e documentos, além do próprio acervo que continha espécies em vidros com álcool, entre outros objetos de fácil combustão", ressalta Robadey. Uma das maiores dificuldades relatadas pelo coronel, foi a escassez de água no início do combate. "Dois hidrantes que haviam perto do local estavam sem água. Então, acionamos a CEDAE (Companhia Estadual de Águas e Esgoto do RJ) e pedimos o apoio deles com carros pipas, além dos nossos que foram mobilizados de diversos quartéis. Além disto, também utilizamos a água do lago da Quinta da Boa Vista para reabastecer as nossas viaturas", afirma. Vale ressaltar que as viaturas da corporação chegam ao local abastecidas, o que permite o pronto combate, precisando de água apenas para o reabastecimento.

Confira a matéria completa na edição de setembro da Revista Emergência.



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REPORTAGEM ESPECIAL
Emergências nas alturas

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO: Por rawpixel.com/Shuttertock

Especialistas ressaltam as principais ocorrências médicas em voos e a preparação das companhias aéreas para prestar o melhor atendimento

"Estava em um voo de Salvador para o Rio de Janeiro e uma moça, de mais ou menos 25 anos, sentiu uma falta de ar muito forte. A menina era asmática e desenvolveu uma crise durante o voo. Diante da situação, me prontifiquei a prestar atendimento à vítima. Fiquei ao lado dela acalmando e checando seus sinais vitais e pedi à comissária que deixasse ao nosso lado, caso fosse necessário, um cilindro de oxigênio, que tem a bordo de toda aeronave. Além disto, pedi que avisasse ao comandante que solicitasse uma ambulância no momento do pouso. E assim aconteceu. Graças a Deus não foi preciso utilizar o oxigênio e, assim que pousamos, a menina foi atendida pela equipe que já se encontrava na pista". Este foi o relato de Rolland Duarte de Souza, médico credenciado da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), coordenador e professor do curso de Pós-Graduação em Medicina Aeroespacial da Universidade Estácio e Diretor Técnico Médico para Perícia Médica Aeronáutica na Clínica Cardiomex, passageiro do voo em questão.

Segundo a OACI (Organização da Aviação Civil Internacional), emergências como estas ocorrem todos os dias, no mundo inteiro. Somente no Brasil, em voos nacionais, são registrados pelas companhias aéreas dezenas de casos por mês. As ocorrências mais comuns relatadas são enjoos, vômitos, dores de cabeça, de estômago e nos ouvidos, falta de ar, sincope vasovagal (desmaio de origem neurológica), entre outras emergências clínicas envolvendo passageiros com doenças crônicas como, por exemplo, asma, bronquite, hipertensão, etc.

Confira a reportagem completa na edição de setembro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Ambientes inóspitos

Por
Revista Emergência / Paula Barcellos

FOTO
Lucio Bravin

Mergulhador e especialista em resgate em cavernas fala sobre as particularidades dos atendimentos nestes cenários

Graduado em Arquitetura e especialista em Planejamento Urbano, José Mário Ventura direcionou sua vida profissional por áreas completamente diferentes. "Eu me interessei por mergulho em 1992, quando um amigo me chamou para fazer o curso básico de mergulho, em São Paulo. Esta experiência foi fantástica e, desde então, sou um apaixonado pelo mergulho". Como consequência da evolução no mergulho, veio a atividade de resgate e primeiros socorros, já que é obrigatório que um instrutor de mergulho tenha treinamento como mergulhador de resgate e como primeiro socorrista.

A atividade de mergulho levou a uma outra descoberta apaixonante: o espeleoresgate, ou seja, o resgate em cavernas. "No meio dos anos 90, fui morar em Brasília. O Distrito Federal e o Estado de Goiás são ricos em cavernas, algumas delas submersas. As cavernas surgem na minha vida pela primeira vez pelo mergulho em cavernas e, mais tarde, em 2016, o resgate em cavernas "secas" também ganha seu lugar nas minhas atividades, quando já tinha uma boa vivência em diversos tipos de cavernas (submersas, verticais, etc.) e participei de um curso de espeleoresgate para cavernas secas e um voltado para cavernas alagadas", destaca Ventura.

Em entrevista à Emergência, Ventura utiliza seu conhecimento no resgate em cavernas secas e alagadas para retomar uma das operações mais emocionantes dos últimos anos neste cenário, o da equipe de futebol na Tailândia, além de falar sobre a realidade brasileira dos atendimentos nestes ambientes e das particularidades de segurança da atividade de mergulho.

O ESPELEORESGATE GANHOU UM GRANDE DESTAQUE COM A OCORRÊNCIA NA TAILÂNDIA. COMO O SENHOR AVALIA O CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS DE ATENDIMENTO BRASILEIROS EM GERAL SOBRE ESTE AMBIENTE E AS TÉCNICAS DE RESGATE APLICADAS?
É importante ressaltar que não existe uma fórmula mágica para o espeleoresgate, cada caso requer uma avaliação técnica e, a partir dela, são tomadas decisões que visam atingir o objetivo com o menor risco possível. No Brasil o espeleoresgate tem vindo a se organizar na esfera civil nos últimos anos, com resultados muito promissores. Não posso falar sobre a esfera profissional, já que não tenho como avaliar o conhecimento das equipes.

Confira a entrevista completa na edição de setembro da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Explosão na Usiminas

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Reprodução G1

Brigada de Incêndio da empresa e Corpo de Bombeiros atuaram em parceria

Uma explosão na Usiminas, em Ipatinga/MG, deixou 34 pessoas feridas e fez com que a usina fosse evacuada, na tarde do dia 10 de agosto. Segundo a Assessoria de Imprensa da empresa, a primeira preocupação da companhia foi garantir a segurança das pessoas (colaboradores e comunidade entorno) e, por isto, a usina foi imediatamente evacuada e suas operações paralisadas. Todos os feridos, nenhum em estado grave, foram socorridos e levados ao hospital do município pelo serviço médico da Usiminas.

O 11º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais fica em frente à usina em questão. Desta forma, assim que houve a explosão, a unidade entrou em contato com a brigada de incêndio da empresa e se deslocou até o local. "Quando entramos, percebemos que a usina já estava evacuada, o local já estava sinalizado e os bombeiros da Usiminas faziam o resfriamento de uma tubulação próxima ao gasômetro e efetuavam medições de gás. Após a confirmação de que não havia nenhuma anormalidade com relação aos gases, ajudamos no rastreamento no local. Paralelamente, uma unidade do CBM se dirigiu ao hospital para catalogar os dados das vítimas socorridas", explica o tenente Neymar Gomes, que participou da ocorrência.

Confira a matéria completa na edição de setembro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Edificações escolares

AUTORES: Vinicius Cesar de Sousa e Francisco de Assis da Silva Junior

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Cenário de escolas estaduais em relação à Segurança Contra Incêndio e Pânico

São notáveis os casos de incêndio já ocorridos e que ainda continuam ocorrendo em edificações, sendo que tais acontecimentos marcam negativamente a história e a vida de pessoas. Eventos adversos em edificações que reúnem grande quantidade de público são ainda mais impactantes, principalmente nos locais em desacordo à legislação de prevenção e combate a incêndios. No Brasil, são inúmeros registros de incêndio em edificações, destacando o ocorrido em 2013 na Boate Kiss em Santa Maria/RS, onde cerca de 600 pessoas ficaram feridas e 242 pessoas morreram. Tal fato se relaciona ao não atendimento à legislação de Segurança Contra Incêndio.

Em outubro de 2017, ocorreu um incêndio em uma creche na cidade de Janaúba/MG. Um vigia da escola com graves transtornos psicológicos começou o incêndio de proporções incontroláveis ateando combustível pela edificação, nos alunos e em seu próprio corpo. A creche não possuía medidas de proteção contra incêndio e a cidade, por ser de pequeno porte, cerca de 66.800 habitantes, não possui corpo de bombeiros. Foram vítimas do incêndio crianças e adultos, entre eles uma professora que ao tentar proteger seus alunos, acabou tomada pelas chamas. É possível que tal fatalidade não ocorreria se a escola em Janaúba fosse devidamente equipada com meios preventivos e se seus funcionários fossem treinados em como agir em situações de sinistro e incêndio.

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Emergência.






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ARTIGO
Desafios na profissão

AUTOR: Rafael Manzatto

FOTO: Por Volodymyr Baleha/Shutterstock

Condutores de ambulância comprometem-se físico e mentalmente para atender os mais diversos tipos de ocorrências, muitas vezes sozinhos


A escolha deste tema se deve à grande importância dos serviços pré-hospitalares para a sociedade como um todo, e que são executados em diversos tipos de veículos, sejam eles terrestres, aquáticos ou aéreos; mostrar a realidade da qualidade destes serviços, em especial os realizados nos municípios onde não funciona o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência); e a maneira como as administrações públicas de saúde vêm se preocupando com este assunto e com a qualidade dos serviços.

O objetivo geral deste trabalho é levantar questões operacionais já estipuladas em portarias do Ministério da Saúde, mas que na prática não estão sendo adotadas pelos gestores de saúde.  O objetivo específico é denunciar a irresponsabilidade de gestores de Saúde Pública, com relação ao gerenciamento dos serviços de atendimento pré-hospitalar móvel. Um dos problemas apontados neste trabalho é: as necessidades e as dificuldades dos motoristas e condutores de ambulância estão sendo levadas a sério?

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Sucesso na compartimentação

AUTOR:
Clovis D’ Agostini

FOTO:
Bruna Klassmann

A importância de seguir um projeto de construção baseado nas normas, utilizando materiais e sistemas de Proteção Passiva Contra Incêndio certificados e aplicados conforme o fabricante

Com o aumento dos cuidados com a proteção à vida, as situações de incêndio são cada vez mais estudadas e estão cada vez mais em evidência. Para que o conjunto de proteção contra incêndio seja eficaz, a edificação deve atender aos seguintes quesitos: treinamento, detecção, proteção ativa (sprinklers, extintores, etc.) e proteção passiva (elementos incorporados harmoniosamente às construções e que contêm o incêndio no seu local de origem durante o sinistro sem necessidade de ação humana).

Talvez pelo fato de a Proteção Passiva Contra Incêndio ter sido mais difundida apenas nas últimas décadas e não possuir o impacto direto que o combate ativo ao incêndio proporciona, as características técnicas e os benefícios obtidos com a compartimentação de ambientes ainda não estão intimamente ligados aos usuários das edificações em geral. Exceção às portas corta-fogo, presentes na grande maioria das edificações de uso comercial, residencial e industrial (mesmo que muitas sejam deixadas abertas com travas inadequadas).

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Salvando vidas com as próprias mãos

AUTORES:
Felipe Ferreira Gonçalves e Marcela Karnikowski

FOTO:
Arquivo ABRAMEDE/RS

A importância de toda a sociedade ter conhecimento em procedimentos de reanimação

Estima-se que, das causas evitáveis de morte, as doenças cardiovasculares, em especial o IAM (Infarto Agudo do Miocárdio), são as campeãs do mundo. A PCR (Parada Cardiorrespiratória) pode acontecer a qualquer momento, com qualquer pessoa e em qualquer lugar. Os números são assustadores. Sabe-se que, aproximadamente, 85 por cento das PCR que ocorrem em ambiente extra hospitalar são em domicílios. Destas, cerca de 50 por cento são presenciadas por crianças e adolescentes sem a presença de um adulto por perto.

No Brasil, a maioria das vítimas de PCR não recebem atendimento adequado ou não recebem nenhum atendimento a tempo de terem suas vidas salvas. Diante de uma PCR, o tempo até que se inicie manobras simples de ressuscitação é valioso. O indivíduo acometido sofre com isquemia cardíaca, cerebral e em todos os seus órgãos. A cada minuto que passa, as chances de sobrevivência sem sequelas diminuem drasticamente. Estima-se que a cada minuto sem reanimação, as chances de sobrevivência são reduzidas em 10%. Em dez minutos sem atendimento, podemos afirmar que quase todos os pacientes estarão mortos.

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Emergência.



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Fórum Revista Emergência

Segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), com poucas chuvas e vegetação mais seca, os meses de agosto e setembro são considerados os mais críticos em relação às queimadas no Brasil. Na última atualização divulgada pelo órgão, em 14 de agosto, o país tinha 1.434 focos de incêndio e, até agosto deste ano, o Brasil registrou o maior número de incêndios florestais em toda a América do Sul, ou seja, 36.486 ocorrências. As regiões mais afetadas nesta época são Centro-Oeste e Norte. Para diminuir o número de ocorrências e minimizar os danos causados pelas queimadas, diversos órgãos e entidades da área realizam projetos com foco na prevenção. No estado do Tocantins, por exemplo, existe o Comitê do Fogo, grupo composto por diversos órgãos que realiza ações integradas de controle e combate às queimadas. Diante do atual cenário no país, na sua opinião, como encontram-se as ações de prevenção e combate a incêndios florestais em sua região? Entre em nosso fórum de discussão, acesse www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



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