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Edição 9/2019
REPORTAGEM ESPECIAL

Passagem segura

REPORTAGEM DE
Revista Emergência / Bruna Klassmann

FOTO CAPA: Nemar Gil Limeira Neto

Mesmo sem acidentes graves em túneis brasileiros, o país conta com normas atualizadas para proteção contra incêndio em túneis rodoviários, urbanos, metroviários e ferroviários

Os túneis, passagens subterrâneas que possibilitam ou facilitam o acesso a um determinado local, atualmente, utilizados por diferentes meios de transportes, são espaços que podem ser cenários para diversos acidentes. "O principal tipo de acidente em túnel é o incêndio que gera muito calor e fumaça, podendo gerar danos humanos, com possível fatalidade, e danos materiais, quer para a estrutura do túnel, quer para veículos", destaca Anthony Brown, coordenador da Comissão de Estudos de Túneis do CB 24 (Comitê Brasileiro Contra Incêndio) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e diretor da empresa RISIKO Análise de Segurança.

Conforme divulgado em veículos de comunicação no país, os túneis brasileiros têm sofrido com as ocorrências de incêndios, mesmo que sem muita frequência e em pequenas proporções. Como exemplo, no dia 17 de janeiro de 2019, um carro pegou fogo no Túnel Max Feffer, passagem da avenida Cidade Jardim sob a avenida Brigadeiro Faria Lima, na cidade de São Paulo/SP. Na ocasião, ninguém se feriu, mas devido ao fogo foi necessário bloquear as pistas do túnel para o trabalho do Corpo de Bombeiros, e a grande quantidade de fumaça no local, chegou a assustar as pessoas que ali circulavam. O túnel ficou fechado por mais de uma hora, o que gerou congestionamentos de veículos nas vias ao seu redor.

De acordo com os especialistas, assim como esta ocorrência, outros casos foram registrados em túneis rodoviários, urbanos, metroviários e ferroviários no mundo todo. De modo geral, em alguns casos não houve feridos, já em outros, mortes e pessoas intoxicadas por causa da fumaça do incêndio. Muitos casos que ocorreram no passado em diferentes países, serviram como lição para a mudança de leis e normas na segurança contra incêndio em túneis, o que deixou os locais mais seguros e equipados.

Confira a reportagem completa na edição de setembro da Revista Emergência.



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ENTREVISTA
Emergência e Trauma

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Valdir Lopes

Médico cirurgião e coordenador do curso de Pós-Graduação de Medicina de Emergência fala sobre as conquistas da especialidade e o atendimento ao trauma no país

Com atuação em Medicina de Emergência e Cirurgia do Trauma há mais de 15 anos, o médico Bruno Monteiro Tavares Pereira fala sobre os efeitos que a especialidade trouxe para o atendimento pré-hospitalar no Brasil, ressaltando a importância de treinamentos e reciclagens por parte dos profissionais da área de saúde. "O reconhecimento da Medicina de Emergência como especialidade é um fato que está revolucionando o setor. Hoje, a Emergência é vista pelos profissionais como um mercado de trabalho e isto é ótimo".

Em entrevista à Emergência, Pereira também relata sua experiência internacional no Ryder Trauma Center, em Miami, destacando os procedimentos realizados pela Medicina de Guerra que podem ser aplicados ao Atendimento Pré-Hospitalar. O cirurgião ainda ressalta a importância da cultura de prevenção junto à comunidade para a redução de ocorrências envolvendo traumas no país.

COMO O SENHOR SE INTERESSOU PELA ÁREA DE EMERGÊNCIA?
Meu pai é cirurgião e eu sempre quis ser médico e a área da emergência sempre me chamou muita atenção, principalmente pelo fato de salvar e ver o resultado imediato. Me formei em Medicina em 2003 e no segundo ano da faculdade fiz um curso no Anjos do Asfalto e ali tive certeza da área que eu queria seguir. Posteriormente, fiz residência em Cirurgia Geral e Cirurgia do Trauma. Em 2007, fui para Buenos Aires fazer pós-graduação de Medicina de Emergência, pois, na época, não existia no Brasil. Eu sentia esta necessidade de entender melhor o doente crítico na sala de emergência. Foi por isto que busquei a pós-graduação, na qual eu esqueci um pouco da cirurgia e aprendi muito sobre sala de emergência. Em 2008, fui para os Estados Unidos, onde tive a experiência com treinamento de guerra. Em relação a trabalhos, logo após me formar e ainda na residência médica, trabalhei no Corpo de Bombeiros de Humaitá/RJ, como médico bombeiro e depois fui trabalhar em uma concessionária de rodovia, na qual fiquei por quase seis anos. Foi um longo período de APH e um direcionamento da carreira para urgência, emergência e trauma. De 2013 a 2016 assumi a codiretoria do Comitê de Desastres da Sociedade Panamericana de Trauma, obtendo mais experiência com o ADMR (Advanced Disaster Medical Response Course) e começando a estudar cenários catastróficos.

Confira a entrevista completa na edição de setembro da Revista Emergência.



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CENÁRIO DE EMERGÊNCIA | SAMU BRASIL
Cenário do SAMU

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Alberto Coutinho/GOVBA

Com estrutura diferente em alguns estados, órgãos regionais e municipais passam separadamente dados solicitados

Conforme observado na matéria Cenário de Emergência - SAMU do Brasil 2019, publicada na edição de agosto da Revista Emergência, em alguns estados brasileiros a estrutura do órgão divide-se em SAMUs Regionais e Municipais. Desta forma, em federações que não possuem uma coordenação estadual, bem como informações da estrutura completa do SAMU no estado (recursos humanos e materiais), para obter as informações apresentadas na reportagem é preciso entrar em contato com cada órgão, seja ele municipal ou regional. Tendo em mãos as informações solicitadas por meio de um questionário, os dados são inseridos em uma tabela, obtendo a soma total do Estado.

Confira a matéria completa na edição de setembro da Revista Emergência.



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ATUALIZANDO
Brasil em chamas

Por
Redação Revista Emergência

FOTO
Mayke Toscano/SECOM-MT

Ações incluem combate, monitoramento e responsabilização de infratores

Todos os anos, em determinadas épocas, algumas regiões do país sofrem com queimadas e incêndios florestais. Entretanto, neste ano, segundo dados divulgados pelo Programa Queimadas, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o número de ocorrências no Brasil aumentou 82% em relação ao mesmo período de 2018. De janeiro a agosto de 2019 foram registrados 71.497 focos de calor, contra 39.194 no ano passado. A região da Amazônia é a mais afetada. Até o fechamento desta edição, sete estados (AC, AM, MT, PA, RO, RR e TO) haviam solicitado apoio federal nas operações de combate a incêndio. 

No Mato Grosso, um dos estados mais afetados, em apenas um dia foram registrados cerca de 722 focos de calor. De acordo com o coronel Paulo André da Silva Barroso, Secretário Executivo do Comitê Estadual de Gestão do Fogo, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, uma das maiores dificuldades é a limitação de recursos materiais e humanos para atender toda a demanda. "Quanto mais tempo levamos para começar o combate, mais tempo demoramos para apagar o fogo por completo", complementa o coronel. Segundo Barroso, somando todas as agências envolvidas nas ações de combate, o Estado conta com 87 veículos, dois aviões, um helicóptero e 1.327 combatentes (entre civis e militares), atuando na operação.  

Confira a matéria completa na edição de setembro da Revista Emergência.



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ARTIGO
Proteção Passiva

AUTOR: Emanuel de Almeida Pastl

ILUSTRAÇÃO: Beto Soares/Estúdio Boom

Artigo avalia a capacidade das novas edificações da construção civil do RS em atender as exigências legais de selagem corta-fogo

A vida humana tornou-se mais confortável, prática e segura com o desenvolvimento tecnológico. A ciência que desenvolve as medidas de proteção contra incêndio também cresce continuamente em conhecimento e novas tecnologias que visam proteger a vida e o patrimônio. Felizmente, as legislações, códigos de obras e normas estão sistematicamente em revisões e alterações para incorporar este desenvolvimento constante. É muito comum que ocorram estas revisões após grandes incêndios de prejuízos econômicos e vidas perdidas, segundo A. Almeida e C. R. G. Franzoloso, como, por exemplo, a Lei Kiss no Rio Grande do Sul.

Após a segunda maior tragédia no Brasil em número de vítimas em incêndios, chamada de "Incêndio da Boate Kiss", a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul viu a importância do fortalecimento da Segurança Contra Incêndio. Com o advento da Lei Complementar nº 14.376, de 26 de dezembro de 2013, ou como popularmente passou a denominar-se "Lei Kiss", os municípios perderam a capacidade de legislar na questão de prevenção de incêndio. As leis municipais foram sobrepostas pela Lei Kiss. Este diploma legal, além de alterar os sistemas de alvarás, responsabilidades, etc., trouxe novas medidas de proteção contra incêndio. Uma das novas medidas é a compartimentação, na qual se inclui selagem corta-fogo. Hoje, em âmbito nacional, o marco legal que está em vigor é a Lei Federal nº 13.425, de 30 de março de 2017, porém as medidas de proteção contra incêndio, no Rio Grande do Sul, mantêm-se similares às da Lei Complementar nº 14.376.

Confira o artigo completo na edição de setembro da Revista Emergência.



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EXPO EMERGÊNCIA
Sucesso alcançado

Por
Redação Revista Emergência

FOTO: Valdir Lopes

Novos eventos e muita variedade em produtos e serviços fizeram parte da 11ª edição da Expo Emergência

A satisfação dos expositores e a grande participação do público nos corredores e nos eventos da Expo Emergência (11ª Feira de Resgate, Atendimento Pré-Hospitalar, Combate a Incêndio e Emergências Químicas) e Expo Proteção (8ª Feira Internacional de Saúde e Segurança no Trabalho) confirmam o sucesso de mais uma edição das feiras. Realizadas pela Proteção Publicações e Eventos, e promovidas pelas Revistas Proteção e Emergência, elas ocorreram dias 7 a 9 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP e reuniram durante os três dias mais de 39 mil visitantes, que tiveram acesso às últimas novidades em produtos e serviços voltados à SST e Emergência, e nos eventos técnicos dos setores 2.700 participantes. Tudo isto num momento incerto da economia brasileira. "Este ano a feira atingiu seus objetivos totalmente, apesar do momento complicado pelo qual passa o país em termos econômicos. Gostaria de destacar alguns pontos altos do evento. Um deles foi a geração de negócios entre visitantes e expositores num momento delicado da economia. Contribuímos para a aproximação de clientes e fornecedores num ano em que o Brasil está retomando o seu crescimento. E em relação à Expo Emergência, outro ponto foi o sucesso do Bombeiro Brasil, reunindo 600 bombeiros militares e civis de todo o país para conhecer e treinar novas técnicas e tecnologias de atendimento a emergências. Enfim, um grande evento, que consolida a importância da Expo Proteção e Expo Emergência e antecipa uma grande edição para 2021", destaca Alexandre Gusmão, diretor da Proteção Publicações e Eventos.

Confira a matéria completa na edição de setembro da Revista Emergência.





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Fórum Revista Emergência

A Proteção Passiva Contra Incêndios, que consiste em medidas de proteção estrutural do edifício, incluindo materiais para compartimentação, bem como saídas de emergência e rotas de evacuação, cresceu muito nos últimos dez anos. Conforme a ABPP (Associação Brasileira de Proteção Passiva), as medidas de proteção passiva têm como objetivo elevar o tempo de resistência ao fogo de estruturas, reduzir a propagação de chamas e emissão de fumaça nos materiais de acabamento e revestimento, promover a compartimentação vertical e horizontal, confinando o fogo em um determinado ambiente, limitar os riscos das chamas, da fumaça e dos gases quentes, bem como limitar a radiação térmica de um incêndio. Com a finalidade de proteger a vida humana, o meio ambiente e o patrimônio, novas tecnologias surgem a todo momento. Na sua opinião, como encontra-se a aplicação de medidas de proteção passiva nas edificações do país? Entre em nosso fórum de discussão, acessando www.facebook.com/groups/incendio.emergencia.quimica.revistaemergencia/ e dê a sua opinião. Se você ainda não é membro do grupo, solicite a sua participação.



Edição do Mês
 
 

 
 
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