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Entrevistas
HELENA DOS SANTOS REIS - Chefe da Casa Militar e Coordenadora Estadual de Defesa Civil do Estado de SP ressalta a importância da cultura de prevenção a desastres
Atuando na Polícia Militar desde 1989, a coronel Helena dos Santos Reis assumiu, em janeiro deste ano, a chefia da Casa Militar e da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Estado de São Paulo. Natural do município paulista de São José do Rio Preto, Helena é a segunda mulher a comandar o órgão. Seu maior objetivo durante a gestão é fomentar a cultura de prevenção a desastres e contribuir para a formação de comunidades resilientes. "Um dos nossos focos é criar programas preventivos, a fim de reduzir a mortalidade e os impactos econômicos e materiais recorrentes relacionados aos desastres", afirma a coordenadora.

Em entrevista à Revista Emergência, coronel Helena ressalta a importância da capacitação contínua dos agentes de Defesa Civil para minimizar os danos causados por eventos como deslizamentos, enchentes, vendavais, entre outros. Para ela, é preciso estimular as coordenadorias municipais para que estas possam trabalhar em conjunto com a população na busca de ações e projetos que tenham como foco a resiliência do local e da comunidade.

PERFIL HELENA DOS SANTOS REIS
Graduada em Direito pela UNICSUL (Universidade Cruzeiro do Sul/SP), coronel Helena iniciou sua carreira na Polícia Militar de SP em 1989, se formando no Curso de Formação de Oficiais em 1992. Possui mestrado (2008 a 2009) e doutorado (2011) em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública pelo Centro de Altos Estudos Superiores, departamento da Academia de Polícia Militar do Barro Branco, e pós-graduação em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância (2009 a 2010), pela Universidade Federal Fluminense. Ao longo de sua carreira assumiu diversos cargos importantes como Chefe da 3ª Seção do Estado Maior da Polícia Militar do Estado de SP (2013 a 2015), comandante da Escola Superior de Sargento (2015) e comandante do Policiamento do Interior 5 de São José do Rio Preto/SP (2015 a 2016). Em janeiro de 2017, assumiu o cargo de Secretária Chefe da Casa Militar e Coordenadora Estadual de Defesa Civil do Estado de São Paulo.

QUAIS SÃO AS SUAS PRINCIPAIS METAS E OBJETIVOS PARA ESTA GESTÃO?
Ao longo das últimas quatro décadas, a CEDEC/SP (Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de São Paulo) enfrentou vários desafios para melhorar o atendimento à população paulista, aprimorando-se na Construção de uma cultura na qual a prevenção é o foco e divulgando, assim, a importância de preparar toda sociedade para as situações adversas. Neste contexto, minhas principais metas são: contribuir para a formação de comunidades preparadas e resilientes por meio de fortalecimento e capacitação das defesas civis municipais, auxiliando na construção de uma cultura prevencionista, com a participação do cidadão; e trabalhar as prioridades da gestão de risco, criando programas com foco em ações preventivas e mitigatórias, a fim de reduzir a mortalidade relacionada a desastres e os impactos econômicos e ambientais decorrentes, impulsionando a governança local.

QUAIS AS MAIORES DIFICULDADES E AVANÇOS DA DEFESA CIVIL ESTADUAL?
A mudança periódica dos agentes municipais de defesa civil, devido à troca de gestão após as eleições, dificulta a consolidação de uma política estadual de gestão de risco e desastres e consequentemente gera morosidade na formação da cultura de percepção de risco e prevenção na comunidade. Para minimizar esta dificuldade, a Defesa Civil do Estado de São Paulo procura estimular e capacitar suas coordenadorias municipais para que estas possam trabalhar em conjunto com a população. O objetivo principal é buscar mecanismos de convivência com as situações de risco já instaladas, como a operacionalização dos PPDCs (Planos Preventivos de Defesa Civil) para deslizamento de terra, inundação e ressaca marítima. Outro desafio é a criação de projetos que envolvam a participação de moradores de área de risco. Um bom exemplo é o projeto "Comunidade Resiliente", ação piloto realizada na cidade de Campinas/SP, com coordenação da Defesa Civil Estadual, que usa o mapeamento comunitário de risco para integrar comunidade e órgão público no monitoramento do risco e ações iniciais de resposta aos desastres. Em relação aos avanços, temos progredido quanto ao uso de tecnologias para monitoramento constante, por meio de pluviômetros automáticos, telemetria, que, somados às previsões meteorológicas, permitem a produção de alertas mais precisos sobre os riscos, emitidos por e-mail e SMS pelo nosso Núcleo de Gerenciamento de Emergência aos agentes municipais e órgãos de emergência. Todas estas informações possibilitam a atuação antecipada em eventos naturais (chuvas, tempestades, enxurradas, ressacas, etc.).

Por
Revista Emergência / Luana Cunha

FOTO
Golden Business

Confira a entrevista completa na edição de maio da Revista Emergência.
 
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