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Leia na Edição do Mês
Como realizar um plano de Emergência nos locais de trabalho
Data: 16/04/2012 / Fonte: Revista Emergência

No Brasil, ainda há poucos bancos de dados sobre acidentes que forneçam conteúdos sufi­ci­entes para permitir diagnósticos mais a­profundados sobre emergências em ge­ral e incêndios em particular. Os levantamentos estatísticos sobre acidentes, nor­malmente, são feitos pelo corpo de bom­beiros dos estados e do Distrito Fe­deral.
 
Cada um deles adota uma forma própria de registrar as emergências, ­embora exista uma norma da ABNT. O uso da NBR 14.023 - Registro das atividades de bombeiros - ou outra com a mesma finalidade seria o primeiro passo para uma padronização de tais dados. Embo­ra a NBR 14.023, publicada em 1997, pos­sa estar desatualizada, a melhor solu­ção é aperfeiçoá-la e adotá-la como padrão para todos os registros de ocorrências de incêndio. O resultado disto seria a obtenção de um mínimo de padroniza­ção de dados sobre incêndios no Brasil e outros tipos de emergência.
 
Para a tomada de decisões é imprescindível a existência de um banco de dados confiável, que forneça as informa­ções necessárias para o aperfeiçoamento da segurança contra incêndio no Brasil. Enquanto isto não acontecer, pesqui­sadores continuarão a usar dados de ou­tros países que não refletem a realidade brasileira.
 
Mesmo considerando os diferentes mé­­todos de tabulação de dados adota­dos pelos estados do Brasil, foi possível à Secretaria Nacional de Segurança Pública registrar, em 2004, 137.779 incêndios no Brasil, segundo dados do Ministério da Justiça.
 
De acordo com O. L. Leal, a partir deste fato, levanta-se a seguinte questão: quantos destes incêndios poderiam ter con­sequências bem menores, se as pessoas envolvidas tivessem desenvolvido os necessários Planos de Emergência? São poucos os trabalhos em língua portuguesa sobre o assunto e, de modo geral, eles abordam questões pontuais.
 
Reconheçam-se as dificuldades de um trabalho abrangente, pois seria necessário abordar as características de cada edi­ficação, dos diferentes tipos de ocupação, dos diferentes tipos de cenários e as­sim por diante.
 
Craig E. Colten afirma que a literatura consagrou que os acidentes com poder de impactar o meio ambiente são classificados como naturais (tornados, terremotos, deslizamentos de encostas), tecnológicos (incêndios, explosões e vazamentos de produtos perigosos) e atos de terrorismo.
 
Normalmente, para estes tipos de e­mer­gência é chamado, inicialmente, o CB (Corpo de Bombeiros). Embora haja escassa legislação que regulamente o as­sunto, para fins deste trabalho propõem-se os níveis a seguir: emergência pequena que o próprio sinistrado administra; emergência média em que há atuação só do CB e de equipes da empresa sinistra­da; emergência grande em que há atuação do CB, de outros órgãos ou do PAM (Plano de Auxílio Mútuo); e emergência ampliada, quando a área vizinha é a­fetada, exigindo mobilização de recursos para a área, tornando-se caso de De­fesa Civil.
 
Carlos Machado de Freitas cita que, se­gundo a ONU, os termos emergências pequenas, médias, grandes e ampliadas podem ter como referências a quantidade de vítimas imediatas advindas do evento. O Plano Apell apresenta outro parâmetro de classificação segundo a magnitude do evento (produtos perigosos envolvidos) e a territoriedade (manancial, indústria química ou rodovia).
 
* Este artigo foi publicado originalmente no livro "A Segurança Contra Incêndio no Brasil", com o título "Processo de Elaboração de Plano de Emergência". O texto sofreu algumas adaptações em função do projeto gráfico e editorial, mas segue com o conteúdo originalmente proposto. Nesta edição, publicaremos a primeira parte do artigo.

Ilustração: Beto Soares/ Estúdio Boom

Confira o artigo completo na edição de abril da Revista Emergência   

Comentários
geovano aparecido das neves Denuncie este comentário
preciso de um modelode um plano de emegencia PAE
e um programa de gerenciamento de risco PGR
Jean Evaristo Denuncie este comentário
Boa matéria.
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