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Leia na Edição do Mês
Mário Jorge de Castro Kodama: cenário diferenciado

Clóvis Ferreira/Digma Imagem
Data: 19/03/2019 / Fonte: Revista Emergência/Paula Barcellos

Coordenador de APH de concessionária fala sobre as especificidades do atendimento em rodovias e do preparo dos profissionais para estes acidentes

"O APH requer uma dedicação extra do seu tempo e, muitas vezes, é preciso abrir mão de coisas importantes para atingir um grau satisfatório de conhecimento, proficiência e experiência". É assim que o médico, coordenador de APH da concessionária CCR AutoBAn, coordenador-médico do SAMU Jundiaí/SP e membro do GRAU Campinas/SP, Mário Jorge de Castro Kodama, se refere à carreira pela qual se apaixonou instantaneamente.

Atuando na concessionária AutoBAn, que abrange o Sistema Anhanguera-Bandeirantes, um dos principais corredores viários do estado de São Paulo, o coordenador de APH chama a atenção para as particularidades do atendimento em rodovias. "O APH em ambiente rodoviário requer treinamento específico (sinalização e segurança viária) e capacitação permanente, pois envolve situações diferentes daquelas encontradas no APH urbano, como acidentes de cinemática relevante, incidentes com múltiplas vítimas, entre outros".

Sobre o preparo do APH na referida empresa de concessão, a realidade dos acidentes de trânsito no país, além dos desafios do SAMU e do GRAU nas respectivas regiões em que atua, o médico concedeu a seguinte entrevista.

COMO E POR QUE O SENHOR SE INTERESSOU PELA ÁREA DE APH?
Durante a residência de Cirurgia Geral no Hospital de Caridade São Vicente de Paulo em Jundiaí, recebíamos uma grande quantidade de pacientes vítimas de trauma, pois o serviço é referência na região. Quando as equipes de APH chegavam no hospital, eu gostava muito de recebê-los e percebi que o paciente que era bem atendido no ambiente extra-hospitalar possuía melhores desfechos. Na época, acabei conhecendo o coordenador-médico do SAMU de Jundiaí e perguntei como poderia fazer parte da equipe. Após terminar a residência de Cirurgia Geral, iniciei minha carreira no APH como plantonista do SAMU e, posteriormente, fui convidado para fazer parte da equipe médica da CCR AutoBAn. A paixão pelo APH foi instantânea e desde então venho atuando e buscando novos desafios na área. O APH requer uma dedicação extra do seu tempo e, muitas vezes, é preciso abrir mão de coisas importantes para atingir um grau satisfatório de conhecimento, proficiência e experiência. Costumo dizer que não importa a cor do seu macacão e sim o quanto você está disposto a se dedicar para buscar o melhor atendimento para os seus pacientes.

Confira a entrevista completa na edição de março da Revista Emergência.
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