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Você está em: Edições / Ed. 12/2009
 
Edição 12/2009

MATÉRIA DE CAPA: DISTORÇÕES AO VOLANTE
Reportagem: Rafael Geyger
Foto: Fabio Guzzardi

Equívocos na formação e na contratação de profissionais expõem fragilidades na condução de veículos de emergência

Quando o assunto é legislação, capacitação e funcionamento dos serviços de Urgência e Emergência brasileiros, profissionais do setor sabem que atuam em uma estrutura ainda em construção e, também por isso, sujeita a conflitos diversos. Símbolo desse cenário de distorções, a condução de veículos de emergência apresenta falhas que vão desde interpretações legais, passam por desconhecimento sobre direitos e deveres no trânsito e acabam em condutas impróprias de motoristas, principalmente daqueles com uma formação deficitária.

Dar um perfil mais profissional a esse segmento é peça-chave para superar equívocos que atrapalham a adequada prestação do serviço. As mudanças devem começar pelo processo de formação, que hoje permite que qualquer condutor, mesmo um mau motorista, habilitado a dirigir qualquer tipo de veículo automotor, cumpra uma carga de apenas 50 horas de conteúdo precário e se torne apto a guiar viaturas de emergência.

Se a formação do profissional é falha com o curso, fica ainda pior quando ele não é respeitado. Empresas, concessionárias e mesmo órgãos públicos ainda contratam motoristas para guiar ambulâncias e viaturas de resgate sem o curso obrigatório por lei, previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro.

O médico Carlos Alberto Guglielmi Eid, chefe do departamento de APH da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), lembra que a condução de veículos de emergência é uma atividade profissional e, como tanto, deve atender a pré-requisitos legais. Entre eles, o curso específico que proporciona o credenciamento do motorista.

"Não quer dizer que essa credencial confira qualidade ao ato de conduzir, mas ela dá um embasamento teórico mínimo. Se ninguém mais contratasse motoristas sem credencial, já seria um grande passo", reforça.


Confira a reportagem
na íntegra na Edição 
18 Outubro/Novembro 2009 da Revista Emergência.


 

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ATUALIZANDO: ÊNFASE NA COMPREENSÃO
Foto: Cristiane Reimberg

Novas diretrizes sobre Ressuscitação Cardiopulmonar serão publicadas em 2010

As diretrizes da ILCOR (Aliança Internacional dos Comitês de Ressuscitação) só serão finalizadas em outubro de 2010, mas algumas novidades já foram adiantadas pela Socesp (Sociedade de Cardiologia de São Paulo). A principal delas é a constatação de que a massagem cardíaca aplicada sozinha, sem a respiração boca a boca, é mais eficaz do que quando os dois métodos são intercalados, principalmente, nos 10 minutos iniciais do atendimento a uma parada cardíaca.

Estudos norte-americanos apontam que, quando se usou somente a compressão torácica, a taxa de sobrevivência foi, em média, três vezes maior. "Em outubro do ano que vem sai o consenso. No início de novembro, as diretrizes americanas, europeias e mundiais. A partir disso, os novos materiais de ensino de suporte básico e suporte avançado. A ideia é que eles sejam simultaneamente traduzidos para diversas línguas, entre elas, o português, mas queremos iniciar um processo de implementação mesmo antes da diretriz", explica o diretor do Laboratório de Treinamento e Simulação em Emergências Cardiovasculares do Incor (Instituto do Coração), Sérgio Timerman.

Essa ação já começou com o 1º Simpósio de Emergências Cardiovasculares e Ressuscitação, realizado no final de outubro, em SP, pela Socesp. "Esse evento é fundamental para iniciar a discussão, o movimento de inserção do profissional de saúde e as mudanças, mostrando que nós devemos incorporar isso e que existe uma dinâmica", avalia Timerman.


Confira a reportagem
na íntegra na Edição 
18 Outubro/Novembro 2009 da Revista Emergência.


 

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EXPERIÊNCIAS: SOCORRO E DOR EM FAMÍLIA
Entrevista ao jornalista Rafael Geyger
Foto: Juarez Mello


Condutor do Samu Goiânia conta a emoção de um atendimento no qual tentou salvar a vida do próprio pai

Profissionais que atuam em serviços de Urgência e Emergência têm uma missão diária de salvar vidas, geralmente, anônimas. Em sua atuação, não importa quem é a vítima, seu sexo, sua idade, sua cor. Mesmo assim, há casos em que nem o maior esforço e a técnica são suficientes para evitar uma morte. Esse cenário de frustação é ainda maior quando o paciente é um amigo, colega ou familiar. Foi o que viveu neste ano o técnico de Enfermagem Iris José de Sousa, condutor socorrista do Samu Goiânia/GO. Há três anos e meio no serviço, ele enfrentou o seu maior desafio: conduzir a ambulância com prudência e atender com autocontrole ao próprio pai, vítima de uma paraca cardiorrespiratória. O drama de Iris agravou-se quando ele percebeu que, apesar de todo o empenho, nada mais poderia fazer para salvar aquela vida, como ajudou a fazer a tantas outras. Exausto, com o pai morto nos braços, o condutor finalmente pôde entregar-se à emoção, ao menos por breves instantes. Nesta entrevista, ele explica como encarou essa experiência diferente e marcante.

Como soube que atenderia seu pai?
Eu estava na base do Samu e chegou p chamado pelo rádio. Foi passado o endereço, mas eu não me ative á localização. Apenas anotei os dados e passei ao enfermeiro, que começou a anotar as demais informações. Foi aí que ele pegou o nome do paciente e repetiu em voz alta. De supetão, eu disse: "É meu pai!".

Confira a entrevista
na íntegra na Edição 18 
Outubro/Novembro 2009 da Revista Emergência.

 

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DEFENCIL: COMPROMISSÃO DE TODOS
Reportagem de Paula Barcellos
Foto: Paula Barcellos

V edição do Seminário Internacional é marcada pela participação de toda a sociedade numa nova etapa na Defesa Civil brasileira

Defesa Civil somos todos nós. Essa frase, que representa toda a essência do trabalho do doutor Antonio Luiz Coimbra de Castro, idealizador da Política Nacional de Defesa Civil no Brasil,  foi repetida inúmeras vezes durante o V Defencil - Seminário Internacional de Defesa Civil, que já é considerado um marco na Defesa Civil do País. O evento ocorreu dias 17 a 20 de novembro, no Anhembi Parque, em São Paulo, numa realização da Secretaria Nacional de Defesa Civil (Ministério da Integração Nacional), Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de São Paulo, Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de São Paulo, com apoio da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), por meio do CEPED (Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres).

O Defencil reuniu 4.028 pessoas que participaram de 114 atividades, entre simpósios, seminários, conferências, minicursos, mesas-redondas, palestras, grupos de trabalho e reuniões. Cerca de 300 palestrantes brasileiros e de fora do País participaram do evento que propõe a reflexão de novos paradigmas para as políticas públicas de Defesa Civil em território nacional no sentido de fortalecer o sistema. "Abre-se um novo momento na Defesa Civil, com mais profissionalização e tenho convicção que esse seja um dos mais importantes legados que eu e minha equipe podemos deixar na passagem pelo Ministério", destaca o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, que esteve presente no evento e destacou, ainda, prioridades como a ativação do Fundo Nacional de Defesa Civil que dê agilidade à prevenção e socorro em catástrofes naturais.

O vice-governador do Estado de São Paulo, Alberto Goldman, levanta a importância do evento para a organização da Defesa Civil brasileira. "Todos os dados que vamos obter por meio das discussões do evento vão ser úteis na melhor organização de um Sistema Nacional de Defesa Civil".

Confira a reportagem na íntegra na Edição 18 
Outubro/Novembro 2009 da Revista Emergência.

 

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ARTIGO: EDUCAÇÃO BÁSICA
Autores: Aldir da Silva Júnior e Maria José Coelho
Ilustração: Beto Soares/Estúdio Boom

Pesquisa em escolas de ensino médio e fundamental destaca que professores e alunos necessitam de conhecimento em primeiros socorros

Este trabalho traz como objeto de estudo os primeiros socorros adotados em escolas de ensino médio e fundamental. Sua importância científica está em identificar junto aos professores a ocorrência de situações que envolvam primeiros socorros no ambiente de trabalho, a possível desqualificação profissional no oferecimento do suporte ao socorro, as estratégias para melhorar o atendimento prestado e enfatizar a conscientização dos alunos.

Por motivos históricos que envolvem misturas de raças e culturas, em nossa sociedade existem aspectos particulares no que diz respeito aos primeiros socorros. O povo brasileiro, em grande parte leigo nesse aspecto, utiliza nessas ocosiões o que se pode chamar de "crendices populares", significando que a influência da cultura prevalece, contribuindo para que, muitas vezes, haja um agravo no prognóstico de quem está sendo atendido.

Confira o artigo na íntegra na Edição 18 
Outubro/Novembro 2009 da Revista Emergência.

 

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SIMULADO DE EMERGÊNCIA: CENÁRIO CATASTRÓFICO
Foto: Carlos Barbouth

Maior exercício de emergência da América Latina simulou 89 incidentes e mobilizou mais de mil profissionais

A colombiana Bogotá foi sede, em outubro, do Simulado Internacional de Emergências, maior evento do tipo já realizado na América Latina. A iniciativa contou com 1.028 homens e mulheres de grupos de resposta a emergências da Colômbia e de países como Brasil (contingente liderado pelo major Paulo José Barbosa de Souza, do CBMDF), Equador, Peru, Chile, Venezuela, Costa Rica, Estados Unidos, Panamá, México e Espanha.

A simulação iniciou com um terremoto de 6,2 graus na escala Richter, um evento catastrófico que originou diversos cenários de emergência, ultrapassando a capacidade de resposta local. Às 11 horas de 9 de outubro, momento do sismo fictício, foram acionadas sirenes de alerta à população, que passou a executar planos de evacuação. De forma voluntária, mais de 3 milhões e meio de pessoas participaram desse exercício, retornando às suas rotinas após 20 minutos, sem qualquer incidente.

Em decorrência do terremoto, foram originados 89 cenários com variados tipos de incidentes, como acidente aéreo, emergência com materiais perigosos, incêndios, colapsos estruturais, acidentes de trânsito, resgate com helicópteros, transferência de pacientes e resgate de animais.

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Outubro/Novembro 2009 da Revista Emergência.

 

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ARTIGO: PREPARAÇÃO TOTAL
Autor: Jeferson Cerqueira Dias
Foto: Arquivo do Autor

Investimento em métodos e tecnologias garantem maior prevenção e controle dos riscos em cenários de emergência

o longo do tempo, observamos inúmeras emergências que geraram grandes perdas ambientais, de patrimônio e de pessoas. Identificamos que as causas dos acidentes, na sua grande maioria tecnológicas, demonstram claramente a falta do Planejamento de Emergência e do preparo em respostas a essas emergências por parte das empresas, instituições públicas e privadas. Situações que, na sua grande maioria, eram previsíveis e poderiam ser evitadas ou minimizadas.

Existem disponíveis, atualmente, no AICHE (Instituto Americano de Engenheiros Químicos), ferramentas e metodologias desenvolvidas, especificamente, para proporcionar formas eficazes no levantamento dos perigos potenciais. Especialmente voltada à identificação qualitativa e quantitativa de perigos, as mais comumente utilizadas pelos profissionais da área de Análise de Riscos são: APP (Análise Preliminar de Perigo), HAZOP (Análise de Perigo na Operação), WHAT-IF (O que aconteceria se...) FMEA (Análises de Modos de Falha e Efeito), FTA (Análise de Árvore de Falhas), ETA (Análise de Árvore de Eventos), dentre outras.


Confira a bibliografia usada neste artigo.


Confira o artigo na íntegra na Edição 18 
Outubro/Novembro 2009 da Revista Emergência.

 

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ENBOV: OPÇÃO VOLUNTÁRIA
Foto: Rafael Geyger

Viabilidade de expansão dos serviços de bombeiros a partir de modelo catarinense ganha destaque em encontro nacional

O VI Enbov (Encontro Nacional de Bombeiros Voluntários), realizado em Concórdia/SC, de 6 a 8 de novembro, levantou uma questão que para quem atua nessas corporações já é uma certeza: a viabilidade de ampliar a capacidade brasileira de responder às emergências a partir de modelo já praticado na Região Sul. A ideia é se lançar como alternativa nacional para dar proteção às comunidades, que hoje chega a apenas 11% dos municípios atendidos pelas corporações de bombeiros militares. Por essa razão, a confiança no trabalho realizado pelos voluntários dominou palestras e opiniões de representantes do setor no encontro.

Gilberto João Chaves, comandante dos Bombeiros Voluntários de Concórdia, responsável pela organização do evento, foi enfático, garantindo haver dados estatísticos que comprovam a viabilidade de expansão do modelo catarinense. "Vamos trabalhar para mostrar ao Brasil que nós somos capazes, que nós podemos e temos uma alternativa para resolver vários problemas sociais que existem no País", afirma.

Para Ademir Orsi, presidente da Abvesc (Associação dos Bombeiros Voluntários de Santa Catarina), o momento é de romper fronteiras e demonstrar que, como no território catarinense, outros estados podem ter corporações voluntárias em cidades que não possuem corpos de bombeiros militares. "Temos que divulgar o nosso modelo e é o que vamos fazer com maior força a partir de agora", diz.

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Outubro/Novembro 2009 da Revista Emergência.

 

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